Projeto de acupuntura para fumantes de Campina ganha prêmio nacional

fumantesUm projeto desenvolvido na Unidade Básica de Saúde Romualdo Brito de Figueiredo, que funciona no bairro Jardim Paulistano, ganhou um prêmio nacional no 13º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, realizado este mês em Natal (RN). Campina Grande obteve os melhores resultados do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, aplicado em uma UBS. A experiência campinense na foi apresentada na modalidade pôster e ganhou o 1º lugar na avaliação de trabalhos desenvolvidos no combate ao tabagismo.

Segundo a autora do projeto, a médica de Família e Comunidade Paula Falcão, o Ministério da Saúde entende que pelo menos 30% dos participantes do programa têm que deixar de fumar e, após um ano depois do início do tratamento, precisam continuar sem fumar. “Todos os 14 fumantes acompanhados pela Equipe de Saúde da Família da UBS largaram o vício do cigarro. Ou seja, nós alcançamos o resultado de 100%, mesmo decorrido este período de um ano”, explicou.

Agora, a médica vai apresentar o trabalho no Congresso Internacional de Medicina da Família, o World Conference of Family Doctors – WONCA, que acontece em Novembro de 2016 no Rio de Janeiro. “A experiência da UBS Romualdo Figueiredo é fantástica e será adotada como referência para toda a rede de saúde do município, assim como vem acontecendo com outras iniciativas da Atenção Primária de Campina Grande”, garantiu o gerente de Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde, Miguel Dantas.

O serviço – O trabalho de combate ao tabagismo não existia na unidade de saúde do Jardim Paulistano, foi implantado em 2013 e atende pessoas de vários bairros. No local, os fumantes são acompanhados semanalmente, recebem instruções e informações sobre os riscos do fumo, além de medicamentos antidepressivos e o adesivo de nicotina, usado para diminuir os efeitos do vício. “O diferencial do nosso trabalho é que percebemos a ansiedade e o nervosismo dos pacientes e então, decidimos fazer a acupuntura na orelha para relaxar e evitar a desistência”, explicou Paula Falcão.

Além da auriculoterapia, psicólogos conversam com os pacientes, mantendo um diálogo mais próximo para ajudar a contornar os problemas enfrentados para deixar o vício. Este ano, a UBS Romualdo Figueiredo já começou uma nova turma com 12 pessoas e nove largaram o tabaco. “Vamos ampliar esta ação, inclusive colocando grupos aos sábados na unidade”, assegurou a médica.

O Programa de Controle do Tabagismo é realizado em mais 32 UBS do município, no Hospital Dr. Edgley Maciel e na Universidade Estadual da Paraíba. Algumas unidades têm grupos noturnos e até nos finais de semana para que todos possam se beneficiar. “Eles são acompanhados por uma equipe multidisciplinar der médico, enfermeiro, farmacêutico, odontólogo, educador físico, fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e assistente social”, explicou a Coordenadora do projeto, Maria Gentil.

Quase 500 participantes estão cadastrados atualmente no programa na cidade. Até 2014, antes da formação das novas turmas, 382 pessoas tinham parado de fumar, em um total de 588 inscritos, representando 65% de êxito em toda a cidade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, o cigarro é responsável por 90% das mortes por câncer de pulmão no mundo. No período em que o programa foi ampliado em Campina Grande, o número de mortes por câncer de pulmão caiu na cidade, saindo de 53 em 2012 para 33 no ano seguinte e 35 no ano passado.

fumantesUm projeto desenvolvido na Unidade Básica de Saúde Romualdo Brito de Figueiredo, que funciona no bairro Jardim Paulistano, ganhou um prêmio nacional no 13º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, realizado este mês em Natal (RN). Campina Grande obteve os melhores resultados do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, aplicado em uma UBS. A experiência campinense na foi apresentada na modalidade pôster e ganhou o 1º lugar na avaliação de trabalhos desenvolvidos no combate ao tabagismo.

Segundo a autora do projeto, a médica de Família e Comunidade Paula Falcão, o Ministério da Saúde entende que pelo menos 30% dos participantes do programa têm que deixar de fumar e, após um ano depois do início do tratamento, precisam continuar sem fumar. “Todos os 14 fumantes acompanhados pela Equipe de Saúde da Família da UBS largaram o vício do cigarro. Ou seja, nós alcançamos o resultado de 100%, mesmo decorrido este período de um ano”, explicou.

Agora, a médica vai apresentar o trabalho no Congresso Internacional de Medicina da Família, o World Conference of Family Doctors – WONCA, que acontece em Novembro de 2016 no Rio de Janeiro. “A experiência da UBS Romualdo Figueiredo é fantástica e será adotada como referência para toda a rede de saúde do município, assim como vem acontecendo com outras iniciativas da Atenção Primária de Campina Grande”, garantiu o gerente de Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde, Miguel Dantas.

O serviço – O trabalho de combate ao tabagismo não existia na unidade de saúde do Jardim Paulistano, foi implantado em 2013 e atende pessoas de vários bairros. No local, os fumantes são acompanhados semanalmente, recebem instruções e informações sobre os riscos do fumo, além de medicamentos antidepressivos e o adesivo de nicotina, usado para diminuir os efeitos do vício. “O diferencial do nosso trabalho é que percebemos a ansiedade e o nervosismo dos pacientes e então, decidimos fazer a acupuntura na orelha para relaxar e evitar a desistência”, explicou Paula Falcão.

Além da auriculoterapia, psicólogos conversam com os pacientes, mantendo um diálogo mais próximo para ajudar a contornar os problemas enfrentados para deixar o vício. Este ano, a UBS Romualdo Figueiredo já começou uma nova turma com 12 pessoas e nove largaram o tabaco. “Vamos ampliar esta ação, inclusive colocando grupos aos sábados na unidade”, assegurou a médica.

O Programa de Controle do Tabagismo é realizado em mais 32 UBS do município, no Hospital Dr. Edgley Maciel e na Universidade Estadual da Paraíba. Algumas unidades têm grupos noturnos e até nos finais de semana para que todos possam se beneficiar. “Eles são acompanhados por uma equipe multidisciplinar der médico, enfermeiro, farmacêutico, odontólogo, educador físico, fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e assistente social”, explicou a Coordenadora do projeto, Maria Gentil.

Quase 500 participantes estão cadastrados atualmente no programa na cidade. Até 2014, antes da formação das novas turmas, 382 pessoas tinham parado de fumar, em um total de 588 inscritos, representando 65% de êxito em toda a cidade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, o cigarro é responsável por 90% das mortes por câncer de pulmão no mundo. No período em que o programa foi ampliado em Campina Grande, o número de mortes por câncer de pulmão caiu na cidade, saindo de 53 em 2012 para 33 no ano seguinte e 35 no ano passado.