Luz no fim do túnel: solução para crise hídrica de Campina pode vir pela adutora de Pajeú

pajeuQue a crise hídrica não é um problema apenas de Campina Grande, mas de toda a Paraíba, o Nordeste e já afetou até região Sudeste, todos sabem. O açude Epitácio Pessoa que abastece Campina Grande e mais 19 municípios do Compartimento da Borborema, está com menos de 17% de sua capacidade. Porém a saída para evitar op colapso no sistema de abastecimento pode vir pela adutora do Pajeú.

Essa é a opinião do especialista em Recursos Ambientais e professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) Daniel Duarte, que aponta a adutora do Pajeú, em Pernambuco, como uma das possíveis soluções para o abastecimento da cidade. O açude de Boqueirão, que abastece Campina Grande, está atualmente com 17,4% (71,6 milhões de metros cúbicos) de sua capacidade total, e a população enfrenta racionamento de água.

A primeira etapa da adutora do Pajeú, entregue em 2014, capta água no lago Itaparica, na cidade de Floresta, sertão Pernambucano, e abastece sete municípios do Estado ao longo do percurso, conforme informações do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Já a segunda etapa, com conclusão prevista para setembro deste ano, avançará em Pernambuco e Paraíba, com acréscimo de 401 km de extensão, quando a tubulação chegará até a cidade de São José dos Cordeiros.

Após a conclusão dessa etapa, a adutora também vai beneficiar os municípios de Princesa Isabel, Imaculada, Desterro, Livramento, Taperoá, Teixeira e Cacimbas.

Para o especialista, a proximidade da cidade de São José dos Cordeiros com a estação de tratamento de água do Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão), em Gravatá, no município de Queimadas, amenizaria a atual crise hídrica em Campina Grande, até o término das obras da transposição do Rio São Francisco, que só deve chegar à Paraíba em 2017.

PBAgora

pajeuQue a crise hídrica não é um problema apenas de Campina Grande, mas de toda a Paraíba, o Nordeste e já afetou até região Sudeste, todos sabem. O açude Epitácio Pessoa que abastece Campina Grande e mais 19 municípios do Compartimento da Borborema, está com menos de 17% de sua capacidade. Porém a saída para evitar op colapso no sistema de abastecimento pode vir pela adutora do Pajeú.

Essa é a opinião do especialista em Recursos Ambientais e professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) Daniel Duarte, que aponta a adutora do Pajeú, em Pernambuco, como uma das possíveis soluções para o abastecimento da cidade. O açude de Boqueirão, que abastece Campina Grande, está atualmente com 17,4% (71,6 milhões de metros cúbicos) de sua capacidade total, e a população enfrenta racionamento de água.

A primeira etapa da adutora do Pajeú, entregue em 2014, capta água no lago Itaparica, na cidade de Floresta, sertão Pernambucano, e abastece sete municípios do Estado ao longo do percurso, conforme informações do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Já a segunda etapa, com conclusão prevista para setembro deste ano, avançará em Pernambuco e Paraíba, com acréscimo de 401 km de extensão, quando a tubulação chegará até a cidade de São José dos Cordeiros.

Após a conclusão dessa etapa, a adutora também vai beneficiar os municípios de Princesa Isabel, Imaculada, Desterro, Livramento, Taperoá, Teixeira e Cacimbas.

Para o especialista, a proximidade da cidade de São José dos Cordeiros com a estação de tratamento de água do Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão), em Gravatá, no município de Queimadas, amenizaria a atual crise hídrica em Campina Grande, até o término das obras da transposição do Rio São Francisco, que só deve chegar à Paraíba em 2017.

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