Romero garante que Campina supera crise e avançam obras do Complexo Aluísio Campos

Campina Grande está passando à margem da crise econômica que assola o Brasil e, com isso, tem conseguido avançar administrativamente, concretizando obras de repercussão nacional como a construção do Complexo Aluísio Campos, cujo conjunto habitacional se destaca como uma das maiores obras públicas em execução no país. Quem garante isto é o prefeito Romero Rodrigues. De acordo com ele, as obras do complexo avançam a cada dia, já estando certa, inclusive, a entrega de duzentas casas por mês, com toda infra-estrutura, a partir de fevereiro de 2016.

De acordo com o prefeito, a cidade caminha muito bem, apesar da crise econômica, política e administrativa nacional, assegurando-se o sucesso da  política habitacional do município. Conforme lembrou, apenas a construção do novo conjunto habitacional requer investimentos de R$ 300 milhões, tendo a PMCG o compromisso de oferecer contrapartida ao governo federal da ordem de R$ 23 milhões.

“De fato, dos R$ 23 milhões de contrapartida para as obras do Aluísio Campos, já temos em caixa quase R$ 13 milhões, faltando pouco mais de R$ 10 milhões para que cumpramos a nossa parte neste empreendimento, numa demonstração da capacidade de investimento do município”, afirmou.

Também estava prevista, inicialmente, a construção de 4.100 casas, mas, devido ao bom momento vivido pela cidade, este número será ampliado para 5.500 unidades, beneficiando, inclusive, servidores públicos que poderão realizar o sonho da casa própria. Estes servidores serão contemplados com mais de mil casas, sendo beneficiados os que ganham R$ 1.600,00 mensais e integram a chamada Faixa II. Assim, em sua avaliação, o governo municipal pode assumir até mesmo a ampliação de empreendimentos deste nível por conta da pujança econômica atual, capaz de contrariar o contexto de desânimo que domina a maioria das cidades brasileiras.

Por outro lado, ele lembrou que os avanços no Complexo Aluísio Campos não acontecem apenas quanto ao âmbito habitacional, destacando que a área vai abrigar centenas de empresas, seja nos níveis micro, médio ou de grande porte. Segundo ele, uma delas, a Rocha Asfalto, já se encontra em operação nas proximidades da área, gerando desenvolvimento e novas oportunidades de trabalho.

Para Romero Rodrigues, o Aluísio Campos vai marcar o início de uma nova fase de desenvolvimento na economia local. Por isso, o projeto, em termos empresariais, também alcançará o êxito esperado, pois o complexo vai abrigar empreendimentos das mais diversas áreas, porém tudo dentro de uma política de planejamento e de acordo com rigorosos critérios técnicos.

“Para que se tenha uma ideia da importância deste projeto é que a área do complexo destinada às empresas já representa o dobro do tamanho atualmente ocupado pelos atuais distritos industrias de Campina Grande. Só este fato demonstra, por si só, o gigantismo do empreendimento”, afirmou.

Campina Grande está passando à margem da crise econômica que assola o Brasil e, com isso, tem conseguido avançar administrativamente, concretizando obras de repercussão nacional como a construção do Complexo Aluísio Campos, cujo conjunto habitacional se destaca como uma das maiores obras públicas em execução no país. Quem garante isto é o prefeito Romero Rodrigues. De acordo com ele, as obras do complexo avançam a cada dia, já estando certa, inclusive, a entrega de duzentas casas por mês, com toda infra-estrutura, a partir de fevereiro de 2016.

De acordo com o prefeito, a cidade caminha muito bem, apesar da crise econômica, política e administrativa nacional, assegurando-se o sucesso da  política habitacional do município. Conforme lembrou, apenas a construção do novo conjunto habitacional requer investimentos de R$ 300 milhões, tendo a PMCG o compromisso de oferecer contrapartida ao governo federal da ordem de R$ 23 milhões.

“De fato, dos R$ 23 milhões de contrapartida para as obras do Aluísio Campos, já temos em caixa quase R$ 13 milhões, faltando pouco mais de R$ 10 milhões para que cumpramos a nossa parte neste empreendimento, numa demonstração da capacidade de investimento do município”, afirmou.

Também estava prevista, inicialmente, a construção de 4.100 casas, mas, devido ao bom momento vivido pela cidade, este número será ampliado para 5.500 unidades, beneficiando, inclusive, servidores públicos que poderão realizar o sonho da casa própria. Estes servidores serão contemplados com mais de mil casas, sendo beneficiados os que ganham R$ 1.600,00 mensais e integram a chamada Faixa II. Assim, em sua avaliação, o governo municipal pode assumir até mesmo a ampliação de empreendimentos deste nível por conta da pujança econômica atual, capaz de contrariar o contexto de desânimo que domina a maioria das cidades brasileiras.

Por outro lado, ele lembrou que os avanços no Complexo Aluísio Campos não acontecem apenas quanto ao âmbito habitacional, destacando que a área vai abrigar centenas de empresas, seja nos níveis micro, médio ou de grande porte. Segundo ele, uma delas, a Rocha Asfalto, já se encontra em operação nas proximidades da área, gerando desenvolvimento e novas oportunidades de trabalho.

Para Romero Rodrigues, o Aluísio Campos vai marcar o início de uma nova fase de desenvolvimento na economia local. Por isso, o projeto, em termos empresariais, também alcançará o êxito esperado, pois o complexo vai abrigar empreendimentos das mais diversas áreas, porém tudo dentro de uma política de planejamento e de acordo com rigorosos critérios técnicos.

“Para que se tenha uma ideia da importância deste projeto é que a área do complexo destinada às empresas já representa o dobro do tamanho atualmente ocupado pelos atuais distritos industrias de Campina Grande. Só este fato demonstra, por si só, o gigantismo do empreendimento”, afirmou.