Aumenta para 112 número de mortos em explosões de Tianjin, na China

explosoesPelo menos 112 pessoas morreram e outras 95 ainda estão desaparecidas na série de explosões que ocorreram na quarta-feira (12) na cidade portuária de Tianjin, no nordeste da China, segundo o boletim mais recente publicado neste domingo (16), segundo as agências Reuters e Efe.
Dos desaparecidos, 85 são bombeiros da equipe que combatia o incêndio, informaram as autoridades locais em entrevista coletiva em um hotel de Tianjin, que acrescentaram que 24 vítimas puderam ser identificadas.
Até sábado (15), dois homens foram encontrados com vida. O bombeiro Zhou Ti, de 19 anos, foi encontrado com queimaduras pelo corpo cerca de 32 horas após as fortes explosões, na madrugada de sexta-feira (14). No sábado (15), soldados acharam um homem de cerca de 50 anos em um container, onde ficou por três dias, a cerca de 50 metros das explosões.
O estoque de contêineres, que se estima que guardava cianureto de sódio entre outros produtos químicos perigosos, continuava no sábado em chamas e pequenas explosões ainda ocorrem dentro dele, o que dificulta os trabalhos de resgate de uma equipe militar de especialistas em químicos que chegou ao epicentro das explosões.
Dos 85 bombeiros desaparecidos, 72 trabalhavam no porto de Tianjin, enquanto os outros 13 eram de outros lugares. As equipes de resgate disseram no sábado que não tinham acontecido mais mortes entre as 722 pessoas que continuam hospitalizadas (58 em estado crítico ou grave), por isso que os números atuais de mortos se devem a novos corpos que foram encontrados nas últimas horas.
Ainda não se confirmou oficialmente a causa das potentes explosões, que ocorreram de forma quase simultânea na quarta-feira perto da meia-noite, mas a hipótese mais plausível é que foram pelo contato de produtos químicos com a água que os bombeiros utilizaram para apagar um incêndio anterior aos fatos.
“Conseguimos controlar a expansão do fogo, mas os contêineres explodiram de repente quinze minutos depois que começamos a jogar água”, disse no sábado ao jornal “Global Times” Yang Kekai um dos bombeiros que apagavam o incêndio, recuperando-se no hospital do impacto das explosões.
Ainda se desconhece igualmente se a companhia Rui Hai International, proprietária do terminal, tinha licença para armazenar químicos tão perigosos, entre denúncias que também não cumpria com a legislação que exige que lugares deste tipo fiquem a pelo menos 1.000 metros de complexos residenciais.
G1

explosoesPelo menos 112 pessoas morreram e outras 95 ainda estão desaparecidas na série de explosões que ocorreram na quarta-feira (12) na cidade portuária de Tianjin, no nordeste da China, segundo o boletim mais recente publicado neste domingo (16), segundo as agências Reuters e Efe.
Dos desaparecidos, 85 são bombeiros da equipe que combatia o incêndio, informaram as autoridades locais em entrevista coletiva em um hotel de Tianjin, que acrescentaram que 24 vítimas puderam ser identificadas.
Até sábado (15), dois homens foram encontrados com vida. O bombeiro Zhou Ti, de 19 anos, foi encontrado com queimaduras pelo corpo cerca de 32 horas após as fortes explosões, na madrugada de sexta-feira (14). No sábado (15), soldados acharam um homem de cerca de 50 anos em um container, onde ficou por três dias, a cerca de 50 metros das explosões.
O estoque de contêineres, que se estima que guardava cianureto de sódio entre outros produtos químicos perigosos, continuava no sábado em chamas e pequenas explosões ainda ocorrem dentro dele, o que dificulta os trabalhos de resgate de uma equipe militar de especialistas em químicos que chegou ao epicentro das explosões.
Dos 85 bombeiros desaparecidos, 72 trabalhavam no porto de Tianjin, enquanto os outros 13 eram de outros lugares. As equipes de resgate disseram no sábado que não tinham acontecido mais mortes entre as 722 pessoas que continuam hospitalizadas (58 em estado crítico ou grave), por isso que os números atuais de mortos se devem a novos corpos que foram encontrados nas últimas horas.
Ainda não se confirmou oficialmente a causa das potentes explosões, que ocorreram de forma quase simultânea na quarta-feira perto da meia-noite, mas a hipótese mais plausível é que foram pelo contato de produtos químicos com a água que os bombeiros utilizaram para apagar um incêndio anterior aos fatos.
“Conseguimos controlar a expansão do fogo, mas os contêineres explodiram de repente quinze minutos depois que começamos a jogar água”, disse no sábado ao jornal “Global Times” Yang Kekai um dos bombeiros que apagavam o incêndio, recuperando-se no hospital do impacto das explosões.
Ainda se desconhece igualmente se a companhia Rui Hai International, proprietária do terminal, tinha licença para armazenar químicos tão perigosos, entre denúncias que também não cumpria com a legislação que exige que lugares deste tipo fiquem a pelo menos 1.000 metros de complexos residenciais.
G1