5,6 mil pessoas cruzam fronteira da Grécia rumo à Macedônia em um dia

cruzamentoUm total de 5.600 pessoas cruzou na quinta-feira (3) a fronteira da Grécia rumo à Macedônia e mil delas eram menores que viajavam sozinhos, informou nesta sexta-feira (4) a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
O procedimento de registro também permitiu determinar que 80% deles eram sírios, segundo disse a porta-voz do Acnur, Melisa Flemming.
Do total de imigrantes e refugiados que cruzaram na quinta-feira esta fronteira, apenas 49 solicitaram asilo na Macedônia, acrescentou Flemming, o que mostra mais uma vez que este país é só um território de passagem em direção aos países do centro e do norte da Europa.
A Macedônia se encontra na chamada “rota dos Bálcãs”, por onde passam migrantes em busca de asilo na União Europeia. Após atravessar o país, um número elevado de migrantes busca a Sérvia e depois segue para Hungria, que construiu uma cerca de arame farpado de 175 km na fronteira na tentativa de conter o fluxo.
Neste ano, a Hungria já interceptou mais de 160.000 refugiados que entraram no país através da Sérvia.
Em Budapeste, cerca de 2.000 homens, mulheres e crianças estão bloqueados na chamada zona de trânsito da estação de Budapeste, um campo de refugiados subterrâneo improvisado onde vivem em condições precárias e dependem da ajuda dos voluntários húngaros.

Defesa das fronteiras
O primeiro-ministro húngaro, o conservador nacionalista Viktor Orbán, afirmou nesta que a Europa deve defender suas fronteiras, já que, em caso contrário, poderiam chegar ao continente dezenas de milhões de refugiados. Orbán disse que existe “uma grande diferença de opiniões entre a UE e Hungria”, e acrescentou que a maioria dos líderes do bloco defende que se deveria receber todos os refugiados, algo que “significaria o fim da Europa”. Política para conter migrantes implementada pela Hungria tem gerado críticas.
G1

cruzamentoUm total de 5.600 pessoas cruzou na quinta-feira (3) a fronteira da Grécia rumo à Macedônia e mil delas eram menores que viajavam sozinhos, informou nesta sexta-feira (4) a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
O procedimento de registro também permitiu determinar que 80% deles eram sírios, segundo disse a porta-voz do Acnur, Melisa Flemming.
Do total de imigrantes e refugiados que cruzaram na quinta-feira esta fronteira, apenas 49 solicitaram asilo na Macedônia, acrescentou Flemming, o que mostra mais uma vez que este país é só um território de passagem em direção aos países do centro e do norte da Europa.
A Macedônia se encontra na chamada “rota dos Bálcãs”, por onde passam migrantes em busca de asilo na União Europeia. Após atravessar o país, um número elevado de migrantes busca a Sérvia e depois segue para Hungria, que construiu uma cerca de arame farpado de 175 km na fronteira na tentativa de conter o fluxo.
Neste ano, a Hungria já interceptou mais de 160.000 refugiados que entraram no país através da Sérvia.
Em Budapeste, cerca de 2.000 homens, mulheres e crianças estão bloqueados na chamada zona de trânsito da estação de Budapeste, um campo de refugiados subterrâneo improvisado onde vivem em condições precárias e dependem da ajuda dos voluntários húngaros.

Defesa das fronteiras
O primeiro-ministro húngaro, o conservador nacionalista Viktor Orbán, afirmou nesta que a Europa deve defender suas fronteiras, já que, em caso contrário, poderiam chegar ao continente dezenas de milhões de refugiados. Orbán disse que existe “uma grande diferença de opiniões entre a UE e Hungria”, e acrescentou que a maioria dos líderes do bloco defende que se deveria receber todos os refugiados, algo que “significaria o fim da Europa”. Política para conter migrantes implementada pela Hungria tem gerado críticas.
G1