Morre em Macapá cão que teria sido agredido por ex-lutador de MMA

costelinhaA Organização Não-Governamental (ONG) Anjos Protetores utilizou o seu perfil no Facebook para comunicar a morte, nesta terça-feira (29), do cachorro conhecido como “Costelinha”, que teria sido agredido com mais de dez pauladas na cabeça, no dia 31 de agosto, na Zona Sul de Macapá. Um ex-lutador de MMA, dono de uma cadela que estaria cruzando com o cão de rua, teria sido o autor das pancadas. Ele é investigado pela Delegacia de Meio Ambiente do Amapá (Dema).
Conforme a publicação, Costelinha morreu vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), às 18h. Ele teria sido levado ao veterinário para exames de rotina, e teria sido diagnosticado com cinomose, segundo a ONG.
“Meu coração está em pedaços, perdi um filho, um ser tão amoroso e perfeito, Deus sabe o quanto eu te amei. Vá em paz meu amigo! Virou uma estrelinha”, diz trecho do comunicado.
Costelinha ficou conhecido no Amapá, após fotos dele ferido com relatos da suposta agressão espalharem em redes sociais. O cão chegou a participar do desfile cívico de 7 de Setembro, no Sambódromo de Macapá. Ele foi levado em cima de um veículo pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar.
Segundo Boletim de Ocorrências registrado pela ONG Anjos Protetores, Costelinha foi agredido com um pedaço de pau quando cruzava com uma cadela .
“Tinha uma grande concentração de cachorros, quando apareceu a cadela dele [ex-lutador] e começou a cruzar com o animal. Neste momento o dono apareceu, pegou a madeira grossa e começou a bater no cachorro para que ele soltasse. Mas mesmo depois que o cachorro soltou, ele continuou a espancá-lo. Ele disse que queria matar”, disse, à época, uma testemunha que pediu para não ser identificada.
Após o registro do caso na delegacia, o estudante Victor Hugo Fernandes, de 23 anos, que é membro da entidade, passou a cuidar do cachorro. Ele disse, à época, que o cão foi espancado até desmaiar em via pública e teve hemorragias.
“O olho direito do Costelinha está completamente inchado porque ele levou muitos golpes na região. A pressão intraocular está tão grande que ele corre o risco de perder o olho, segundo o veterinário. Ele está em estado grave, correndo risco de ter uma morte súbita. Mas estamos tentando contornar para salvar a vida dele”, lamentou o estudante.
O caso chamou a atenção de internautas, que passaram a compartilhar nas redes sociais imagens de cães e gatos com as hashtags “#ForçaCostelinha” e “#JustiçaCostelinha”, em apoio à recuperação do cachorro.
No dia 2 de setembro, o ex-lutador suspeito da agressão publicou no Facebook que não teria batido no animal. Ele disse que teria tentado separar uma briga entre cachorros, que estaria acontecendo em via pública. “Tirei minha sandália para espantar”, disse em sua página na rede social.
A postagem teve mais de 60 compartilhamentos na rede social até aquela data. Internautas questionaram a versão contada pelo suspeito.
Uma testemunha, que não quis se identificar, contou que viu o episódio e que “depois de bater, ele [suspeito] sentou no chão e começou a rir”, disse a mulher. Todos foram ouvidos e o caso é investigado pela Dema.
G1

costelinhaA Organização Não-Governamental (ONG) Anjos Protetores utilizou o seu perfil no Facebook para comunicar a morte, nesta terça-feira (29), do cachorro conhecido como “Costelinha”, que teria sido agredido com mais de dez pauladas na cabeça, no dia 31 de agosto, na Zona Sul de Macapá. Um ex-lutador de MMA, dono de uma cadela que estaria cruzando com o cão de rua, teria sido o autor das pancadas. Ele é investigado pela Delegacia de Meio Ambiente do Amapá (Dema).
Conforme a publicação, Costelinha morreu vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), às 18h. Ele teria sido levado ao veterinário para exames de rotina, e teria sido diagnosticado com cinomose, segundo a ONG.
“Meu coração está em pedaços, perdi um filho, um ser tão amoroso e perfeito, Deus sabe o quanto eu te amei. Vá em paz meu amigo! Virou uma estrelinha”, diz trecho do comunicado.
Costelinha ficou conhecido no Amapá, após fotos dele ferido com relatos da suposta agressão espalharem em redes sociais. O cão chegou a participar do desfile cívico de 7 de Setembro, no Sambódromo de Macapá. Ele foi levado em cima de um veículo pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar.
Segundo Boletim de Ocorrências registrado pela ONG Anjos Protetores, Costelinha foi agredido com um pedaço de pau quando cruzava com uma cadela .
“Tinha uma grande concentração de cachorros, quando apareceu a cadela dele [ex-lutador] e começou a cruzar com o animal. Neste momento o dono apareceu, pegou a madeira grossa e começou a bater no cachorro para que ele soltasse. Mas mesmo depois que o cachorro soltou, ele continuou a espancá-lo. Ele disse que queria matar”, disse, à época, uma testemunha que pediu para não ser identificada.
Após o registro do caso na delegacia, o estudante Victor Hugo Fernandes, de 23 anos, que é membro da entidade, passou a cuidar do cachorro. Ele disse, à época, que o cão foi espancado até desmaiar em via pública e teve hemorragias.
“O olho direito do Costelinha está completamente inchado porque ele levou muitos golpes na região. A pressão intraocular está tão grande que ele corre o risco de perder o olho, segundo o veterinário. Ele está em estado grave, correndo risco de ter uma morte súbita. Mas estamos tentando contornar para salvar a vida dele”, lamentou o estudante.
O caso chamou a atenção de internautas, que passaram a compartilhar nas redes sociais imagens de cães e gatos com as hashtags “#ForçaCostelinha” e “#JustiçaCostelinha”, em apoio à recuperação do cachorro.
No dia 2 de setembro, o ex-lutador suspeito da agressão publicou no Facebook que não teria batido no animal. Ele disse que teria tentado separar uma briga entre cachorros, que estaria acontecendo em via pública. “Tirei minha sandália para espantar”, disse em sua página na rede social.
A postagem teve mais de 60 compartilhamentos na rede social até aquela data. Internautas questionaram a versão contada pelo suspeito.
Uma testemunha, que não quis se identificar, contou que viu o episódio e que “depois de bater, ele [suspeito] sentou no chão e começou a rir”, disse a mulher. Todos foram ouvidos e o caso é investigado pela Dema.
G1