Câmara e Assembleia debatem crise hídrica em sessão conjunta nesta sexta-feira

criseHA Câmara Municipal de Campina Grande, em parceira com a Assembleia Legislativa do Estado, realizou nesta sexta-feira no Plenário da Casa, uma audiência pública para discutir a crise hídrica do município e do estado da Paraíba. A mesma atendeu propositura da deputada estadual Daniella Ribeiro e do vereador/presidente Antônio Alves Pimentel Filho, respectivamente e contou com a participação de varias autoridades politicas.
Estavam presentes à audiência, o prefeito Romero Rodrigues, o secretário executivo do Ministério da Integração Nacional, Carlos Vieira; o presidente da Frente Parlamentar das Águas, Buba Germano; o engenheiro coordenador do Eixo Leste Marcilio Lira de Araújo; o presidente da AESA, João Fernandes ; presidente da FIEP, Buega Gadelha; presidente da CAGEPA, Simão Almeida; os deputados estaduais Renato Gadelha, Manoel Ludgério, Inácio Falcão, Daniela Ribeiro, Tovar Correia Lima e Buba Germano; além dos vereadores Nelson Gomes Filho, Ivonete Ludgério, Murilo Galdino, Rodrigo Ramos, Olimpio Oliveira, Napoleão Maracajá, Miguel Rodrigues , Galego do Leite , João Dantas, Cicero Buchada, Aldo Cabral, Saulo Noronha, Marinaldo Cardoso, Alcindo Villarim e Aragão Junior.
A deputada Daniela Ribeiro destacou que a população de Campina Grande e demais municípios está passando por uma das piores crises da história do nordeste, e que esta Audiência representa uma oportunidade de unir forças em prol de ações que venham amenizar os problemas. Já o vereador Pimentel Filho, destacou que considera essa audiência o ultimo grito de esperança de Campina Grande e lembrou que a partir de novembro já “receberemos água de baixa qualidade com a captação por bombeamento flutuante”. Lamentou o não comparecimento da Bancada Federal e ressaltou, “o que falta é vontade política para resolver a crise atual”.
O secretário Nacional de Recursos Hídricos, Carlos Vieira, na oportunidade representou o ministro Gilberto Occhi, ressaltou que é importante a união de toda a sociedade em defesa dos recursos hídricos, fiscalizando o uso da água. Citou que outros países do mundo também passam por problemas climáticos semelhantes ou até piores que o nosso, mas em todos os países inclusive no Brasil esbarram nas questões jurídicas e ambientais.
Disse que hoje na obra do São Francisco existem 11 mil operários trabalhando, com 80% da obra física já executada. Acrescentou ainda que o Eixo Leste tem um percurso de 216 Km e neste percurso existem seis elevatórias até a agua chegar a Campina Grande.
O prefeito Romero Rodrigues ressaltou a importância da urgência de uma solução para a crise hídrica lembrando que em breve Campina Grande ganhará o Complexo Multimodal Aloisio Campos, que abrigará varias empresas e todas as suas empresas e as mais de 5 mil residências que estão em construção .Destacou impacto da falta d’água na vida da cidade, tanto pela população que sofre diretamente, tanto quantos as empresas que ficarão impossibilitadas de funcionar. Concluiu que, “no momento de crise todos temos que dar as mãos e a Prefeitura Municipal está à disposição da sociedade, para que seja encontrada uma saída”.
João Fernandes, presidente da AESA, ressaltou que o semiárido da Paraíba tem apenas 14% da água do estado da Paraíba, o resto está próximo ao Litoral e que a CAGEPA esta sofrendo restrições da ANA (Agencia Nacional das Aguas) com apoio da AESA para que as novas adaptações possam propiciar a segurança suficiente para que possamos esperar a transposição do São Francisco. Afirma ainda, que em Janeiro de 2017 Boqueirão ainda terá 20 Milhões de m³ de água, informação contestada pelo deputado Tovar Correio Lima, que afirma existir uma grande crise hídrica ignorada pelo presidente da AESA.
Como consenso entre todos os vereadores presentes à sessão, está a luta por aumentar o aporte de recursos para terminar o mais breve possível a Transposição do São Francisco.
Dirp./CMCG

criseHA Câmara Municipal de Campina Grande, em parceira com a Assembleia Legislativa do Estado, realizou nesta sexta-feira no Plenário da Casa, uma audiência pública para discutir a crise hídrica do município e do estado da Paraíba. A mesma atendeu propositura da deputada estadual Daniella Ribeiro e do vereador/presidente Antônio Alves Pimentel Filho, respectivamente e contou com a participação de varias autoridades politicas.
Estavam presentes à audiência, o prefeito Romero Rodrigues, o secretário executivo do Ministério da Integração Nacional, Carlos Vieira; o presidente da Frente Parlamentar das Águas, Buba Germano; o engenheiro coordenador do Eixo Leste Marcilio Lira de Araújo; o presidente da AESA, João Fernandes ; presidente da FIEP, Buega Gadelha; presidente da CAGEPA, Simão Almeida; os deputados estaduais Renato Gadelha, Manoel Ludgério, Inácio Falcão, Daniela Ribeiro, Tovar Correia Lima e Buba Germano; além dos vereadores Nelson Gomes Filho, Ivonete Ludgério, Murilo Galdino, Rodrigo Ramos, Olimpio Oliveira, Napoleão Maracajá, Miguel Rodrigues , Galego do Leite , João Dantas, Cicero Buchada, Aldo Cabral, Saulo Noronha, Marinaldo Cardoso, Alcindo Villarim e Aragão Junior.
A deputada Daniela Ribeiro destacou que a população de Campina Grande e demais municípios está passando por uma das piores crises da história do nordeste, e que esta Audiência representa uma oportunidade de unir forças em prol de ações que venham amenizar os problemas. Já o vereador Pimentel Filho, destacou que considera essa audiência o ultimo grito de esperança de Campina Grande e lembrou que a partir de novembro já “receberemos água de baixa qualidade com a captação por bombeamento flutuante”. Lamentou o não comparecimento da Bancada Federal e ressaltou, “o que falta é vontade política para resolver a crise atual”.
O secretário Nacional de Recursos Hídricos, Carlos Vieira, na oportunidade representou o ministro Gilberto Occhi, ressaltou que é importante a união de toda a sociedade em defesa dos recursos hídricos, fiscalizando o uso da água. Citou que outros países do mundo também passam por problemas climáticos semelhantes ou até piores que o nosso, mas em todos os países inclusive no Brasil esbarram nas questões jurídicas e ambientais.
Disse que hoje na obra do São Francisco existem 11 mil operários trabalhando, com 80% da obra física já executada. Acrescentou ainda que o Eixo Leste tem um percurso de 216 Km e neste percurso existem seis elevatórias até a agua chegar a Campina Grande.
O prefeito Romero Rodrigues ressaltou a importância da urgência de uma solução para a crise hídrica lembrando que em breve Campina Grande ganhará o Complexo Multimodal Aloisio Campos, que abrigará varias empresas e todas as suas empresas e as mais de 5 mil residências que estão em construção .Destacou impacto da falta d’água na vida da cidade, tanto pela população que sofre diretamente, tanto quantos as empresas que ficarão impossibilitadas de funcionar. Concluiu que, “no momento de crise todos temos que dar as mãos e a Prefeitura Municipal está à disposição da sociedade, para que seja encontrada uma saída”.
João Fernandes, presidente da AESA, ressaltou que o semiárido da Paraíba tem apenas 14% da água do estado da Paraíba, o resto está próximo ao Litoral e que a CAGEPA esta sofrendo restrições da ANA (Agencia Nacional das Aguas) com apoio da AESA para que as novas adaptações possam propiciar a segurança suficiente para que possamos esperar a transposição do São Francisco. Afirma ainda, que em Janeiro de 2017 Boqueirão ainda terá 20 Milhões de m³ de água, informação contestada pelo deputado Tovar Correio Lima, que afirma existir uma grande crise hídrica ignorada pelo presidente da AESA.
Como consenso entre todos os vereadores presentes à sessão, está a luta por aumentar o aporte de recursos para terminar o mais breve possível a Transposição do São Francisco.
Dirp./CMCG