Cão se recusa a sair de lugar onde dona morreu atropelada

pacoPaco era um cachorro feliz. Destes que vão buscar o osso, que não querem muito da vida: ganham o universo quando suas cabeças recebem carícias com o elogio: “Bom menino!”. Mas, na última sexta-feira (23), quando passeava com sua dona, Kelly Black, 42 anos, perdeu tudo isso de repente.
Ela foi atropelada por um caminhão e morreu. Inconformado, ele se recusou a acreditar na ideia da perda. E a sair do local onde a tragédia aconteceu
Bem que dizem que o cão é o melhor amigo do homem. No caso de Paco, porém, ele também pensava em Kelly também como sua melhor amiga. Foi ela quem o tirou de um canil, após ele ter sobrevivido milagrosamente ao Katrina, furação que assolou o sul dos Estados Unidos em 2005. O que o impediu de deixar o local do acidente foi a esperança de vê-la novamente
Se pudesse dizer aos policiais o que estava sentindo, talvez falasse:— Me deixem, não saio daqui enquanto ela não voltar. Se ela me deixou aqui vai ter que vir até aqui para me pegar!
Mas Kelly não voltou e, após cinco horas, o fiel Paco foi convencido pelos pacientes e comovidos policiais a deixar o lugar. Se pudessem falar a língua dos cães, eles diriam:— Amigo, siga em frente, a vida continua
O pai, G.C. Bostick, acredita que o motorista do caminhão carregado, que saíra do posto, não percebeu o atropelamento. A família só pede que o homem se apresente para esclarecer o caso.
O cachorro só voltou a comer nesta segunda-feira (26), ficando praticamente três dias sem conseguir. Era Kelly quem preparava sua ração
A família de Kelly ficou sensibilizada com a reação do cão. Ela era uma veterinária que se preocupava com os animais, fosse pássaro, gato ou qualquer espécie, como conta o irmão, Troy Bostick
— Ela adorava animais. No entanto Paco era sua vida e esse cão a amava
Ela havia ido morar em Jacksonville, na Flórida, onde ocorreu o desastre, para ficar mais próxima da mãe, Pat Johnson, que também estava consternada, precisou de paramédicos quando soube da notícia
Mas a presença do cão, da raça Rhodesian Ridgeback, parece que serviu como um calmante para ela, a sua nova dona. E quem era tão leal com a sua filha, com ela também será.
Com informações do New York Daily News e do Daily Mail

pacoPaco era um cachorro feliz. Destes que vão buscar o osso, que não querem muito da vida: ganham o universo quando suas cabeças recebem carícias com o elogio: “Bom menino!”. Mas, na última sexta-feira (23), quando passeava com sua dona, Kelly Black, 42 anos, perdeu tudo isso de repente.
Ela foi atropelada por um caminhão e morreu. Inconformado, ele se recusou a acreditar na ideia da perda. E a sair do local onde a tragédia aconteceu
Bem que dizem que o cão é o melhor amigo do homem. No caso de Paco, porém, ele também pensava em Kelly também como sua melhor amiga. Foi ela quem o tirou de um canil, após ele ter sobrevivido milagrosamente ao Katrina, furação que assolou o sul dos Estados Unidos em 2005. O que o impediu de deixar o local do acidente foi a esperança de vê-la novamente
Se pudesse dizer aos policiais o que estava sentindo, talvez falasse:— Me deixem, não saio daqui enquanto ela não voltar. Se ela me deixou aqui vai ter que vir até aqui para me pegar!
Mas Kelly não voltou e, após cinco horas, o fiel Paco foi convencido pelos pacientes e comovidos policiais a deixar o lugar. Se pudessem falar a língua dos cães, eles diriam:— Amigo, siga em frente, a vida continua
O pai, G.C. Bostick, acredita que o motorista do caminhão carregado, que saíra do posto, não percebeu o atropelamento. A família só pede que o homem se apresente para esclarecer o caso.
O cachorro só voltou a comer nesta segunda-feira (26), ficando praticamente três dias sem conseguir. Era Kelly quem preparava sua ração
A família de Kelly ficou sensibilizada com a reação do cão. Ela era uma veterinária que se preocupava com os animais, fosse pássaro, gato ou qualquer espécie, como conta o irmão, Troy Bostick
— Ela adorava animais. No entanto Paco era sua vida e esse cão a amava
Ela havia ido morar em Jacksonville, na Flórida, onde ocorreu o desastre, para ficar mais próxima da mãe, Pat Johnson, que também estava consternada, precisou de paramédicos quando soube da notícia
Mas a presença do cão, da raça Rhodesian Ridgeback, parece que serviu como um calmante para ela, a sua nova dona. E quem era tão leal com a sua filha, com ela também será.
Com informações do New York Daily News e do Daily Mail