‘As Ceguinhas de CG’ recebem segundo ‘Ordem do Mérito Cultural’ em Brasília

ceguinhasO trio de cantoras paraibanas conhecidas como ‘As Ceguinhas de Campina Grande’ foi agraciado, pela segunda vez, com a Ordem do Mérito Cultural. A cerimônia ocorreu nessa segunda-feira (9), no Palácio do Planalto em Brasília, e a entrega foi feita pela presidente Dilma Rousseff (PT).
Este é o segundo ano não consecutivo que as cantoras paraibanas Indaiá (Francisca Conceição Barbosa, 65 anos), Maroca (Maria das Neves Barbosa, 70 anos) e Poroca (Regina Barbosa, 71 anos) recebem a Ordem. A primeira vez foi em 2004.
Elas cantavam emboladas e ritmos tipicamente nordestinos nas ruas de Campina Grande, recebendo doações. Em 1997 foram descobertas pelo o cineasta Roberto Berliner e depois protagonizaram o curta-metragem ‘A pessoa é para o que nasce’, montado por ele e lançado em 1998. Em 2004, Berliner lançou a versão em longa-metragem desse documentário.
A edição da Ordem do Mérito Cultural de 2015 homenageou o poeta paulista Augusto de Campos, que criou, junto com o irmão, Haroldo de Campos, e de Décio Pignatari, o movimento nacional de poesia concreta, na década de 1950.

ceguinhasO trio de cantoras paraibanas conhecidas como ‘As Ceguinhas de Campina Grande’ foi agraciado, pela segunda vez, com a Ordem do Mérito Cultural. A cerimônia ocorreu nessa segunda-feira (9), no Palácio do Planalto em Brasília, e a entrega foi feita pela presidente Dilma Rousseff (PT).
Este é o segundo ano não consecutivo que as cantoras paraibanas Indaiá (Francisca Conceição Barbosa, 65 anos), Maroca (Maria das Neves Barbosa, 70 anos) e Poroca (Regina Barbosa, 71 anos) recebem a Ordem. A primeira vez foi em 2004.
Elas cantavam emboladas e ritmos tipicamente nordestinos nas ruas de Campina Grande, recebendo doações. Em 1997 foram descobertas pelo o cineasta Roberto Berliner e depois protagonizaram o curta-metragem ‘A pessoa é para o que nasce’, montado por ele e lançado em 1998. Em 2004, Berliner lançou a versão em longa-metragem desse documentário.
A edição da Ordem do Mérito Cultural de 2015 homenageou o poeta paulista Augusto de Campos, que criou, junto com o irmão, Haroldo de Campos, e de Décio Pignatari, o movimento nacional de poesia concreta, na década de 1950.