Hollande se pronuncia e diz “não vamos ceder ao medo”

pronunciamentoO presidente da França, François Hollande, disse nesta quarta-feira (18), que o país manterá sua política de acolhimento a refugiados e receberá 30 mil pessoas nos próximos anos, além de pedir apoio dos prefeitos para reforçar as medidas de segurança.
De acordo com Hollande, não haverá mudanças na política de acohida dos migrantes, mas assumiu, sem dar detalhes, que verificações são necessárias antes de aceitar a entrada dos estrangeiros. “A acolhida dos refugiados caminha junto com o dever de proteger os franceses”, afirmou.
o, durante sua participação na assembleia de prefeitos em Paris, pouco depois de uma megaoperação na cidade de Saint-Denis que terminou com duas pessoas mortas e sete detidas.
O chefe de estado também fez um apelo contra o preconceito em relação aos refugiados. “Não vamos ceder ao medo aos excessos, nossa coesão social é melhor resposta. Nós temos ter que ser implacáveis contra ira, contra os atos xenófobos. Nada disso pode ser tolerado”, afirmou Hollande.
Para Hollande, os terroristas visavam atacar os valores franceses como a liberdade, a defesa da cultura e do direito universal. “Os terroristas visavam combater o que a França representa: a liberdade, a defesa do direito universal. Eles visavam o povo francês. Foi a juventude francesa que foi o alvo, porque ela representa a vida”, disse o presidente.
“A França vai continuar a ser um país de liberdade, ativo, dinâmico, que não cederá jamais ao medo”, afirmou Hollande.
Entre as medidas práticas, o presidente francês afirmou que vai ampliar o recrutamento para as forças de segurança e da justiça. “Nenhum cargo no exército será suprimido. Haverá mais policiais, com homens melhor equipados, mais armamentos”, afirmou.

Ajuda dos prefeitos
O presidente francês pediu a colaboração dos prefeitos, que estão mais próximos da comunidade, para trabalhar para combater o terrorismo. “O ministro do interior pediu à polícia para que os prefeitos sejam informados de ameaças terroristas e medidas de segurança que o estado está disposto a tomar.”

Saint-Denis
Os policiais buscaram em um apartamento na cidade ao norte de Paris os terroristas responsáveis pelos atentados que deixaram 129 mortos na cidade na última sexta-feira (13). Uma interceptação telefônica deu indícios de que o belga Abdelhamid Abaaoud, apontado como mentor dos ataques estaria no local. A identidade dos suspeitos mortos e detidos ainda não foi divulgada.
A ação, que começou na madrugada e terminou às 9h, foi uma caçada a suspeitos de terrorismo, em especial ao mentor dos ataques contra a capital francesa, Abdelhamid Abaaoud. O paradeiro dele segue desconhecido.
Os alvos da operação planejavam realizar um ataque ao distrito financeiro parisiense de La Defense, de acordo com a agência Reuters, que citou apenas uma fonte próxima às investigações.
O procurador de Paris, Francois Molins, explicou que, primeiro, três pessoas foram detidas no apartamento, que fica próximo de um centro comercial. Em seguida, no mesmo local, uma mulher ativou um colete com explosivos e morreu. As forças de segurança vasculharam, então, o apartamento e encontraram um suspeito baleado e ferido com a explosão de granadas.
G1

pronunciamentoO presidente da França, François Hollande, disse nesta quarta-feira (18), que o país manterá sua política de acolhimento a refugiados e receberá 30 mil pessoas nos próximos anos, além de pedir apoio dos prefeitos para reforçar as medidas de segurança.
De acordo com Hollande, não haverá mudanças na política de acohida dos migrantes, mas assumiu, sem dar detalhes, que verificações são necessárias antes de aceitar a entrada dos estrangeiros. “A acolhida dos refugiados caminha junto com o dever de proteger os franceses”, afirmou.
o, durante sua participação na assembleia de prefeitos em Paris, pouco depois de uma megaoperação na cidade de Saint-Denis que terminou com duas pessoas mortas e sete detidas.
O chefe de estado também fez um apelo contra o preconceito em relação aos refugiados. “Não vamos ceder ao medo aos excessos, nossa coesão social é melhor resposta. Nós temos ter que ser implacáveis contra ira, contra os atos xenófobos. Nada disso pode ser tolerado”, afirmou Hollande.
Para Hollande, os terroristas visavam atacar os valores franceses como a liberdade, a defesa da cultura e do direito universal. “Os terroristas visavam combater o que a França representa: a liberdade, a defesa do direito universal. Eles visavam o povo francês. Foi a juventude francesa que foi o alvo, porque ela representa a vida”, disse o presidente.
“A França vai continuar a ser um país de liberdade, ativo, dinâmico, que não cederá jamais ao medo”, afirmou Hollande.
Entre as medidas práticas, o presidente francês afirmou que vai ampliar o recrutamento para as forças de segurança e da justiça. “Nenhum cargo no exército será suprimido. Haverá mais policiais, com homens melhor equipados, mais armamentos”, afirmou.

Ajuda dos prefeitos
O presidente francês pediu a colaboração dos prefeitos, que estão mais próximos da comunidade, para trabalhar para combater o terrorismo. “O ministro do interior pediu à polícia para que os prefeitos sejam informados de ameaças terroristas e medidas de segurança que o estado está disposto a tomar.”

Saint-Denis
Os policiais buscaram em um apartamento na cidade ao norte de Paris os terroristas responsáveis pelos atentados que deixaram 129 mortos na cidade na última sexta-feira (13). Uma interceptação telefônica deu indícios de que o belga Abdelhamid Abaaoud, apontado como mentor dos ataques estaria no local. A identidade dos suspeitos mortos e detidos ainda não foi divulgada.
A ação, que começou na madrugada e terminou às 9h, foi uma caçada a suspeitos de terrorismo, em especial ao mentor dos ataques contra a capital francesa, Abdelhamid Abaaoud. O paradeiro dele segue desconhecido.
Os alvos da operação planejavam realizar um ataque ao distrito financeiro parisiense de La Defense, de acordo com a agência Reuters, que citou apenas uma fonte próxima às investigações.
O procurador de Paris, Francois Molins, explicou que, primeiro, três pessoas foram detidas no apartamento, que fica próximo de um centro comercial. Em seguida, no mesmo local, uma mulher ativou um colete com explosivos e morreu. As forças de segurança vasculharam, então, o apartamento e encontraram um suspeito baleado e ferido com a explosão de granadas.
G1