Genivaldo 6 anos: o adeus a um dos maiores ídolos da história do Belo

Rogério Ceni, Marcos, Fred, Leonardo Moura, Magrão, Harley. São poucos os casos mais atuais de jogadores que permanecem por um bom tempo vestindo apenas um único traje no futebol. Tanto que dá para contar nos dedos das mãos. Mãos que foram os instrumentos principais da passagem do goleiro Genivaldo pelo Botafogo-PB. Mãos que salvaram o time de derrotas, de empates, de gols que o botafoguense sempre quis que não acontecessem. Mãos que receberam homenagens e que agora fazem os seus últimos movimentos: o de botar um ponto final na história pelo Belo e o de dar adeus após seis temporadas vestindo a camisa do Botafogo-PB.
Se para o time paraibano tem tudo para ser um definitivo “tchau”, para João Pessoa ele garante que é um “até logo”. O arqueiro, após todo este tempo com a estrela vermelha à frente do peito, não foi procurado pela diretoria botafoguense para renovar contrato e não vai vestir mais a camisa do Belo. Mas ele diz que não quer desistir da capital paraibana.
Natural de Urussunga, em Santa Catarina, e esposo de uma cearense, Genivaldo tem em seu sotaque o maior retrato da sua vida boleira. Cada lugar em que viveu é lembrado em seu papo em forma de gírias e expressões. Mas foi por João Pessoa que Genivaldo se apaixonou mais e, por isso, escolheu a cidade como futuro lugar para viver, após encerrar a sua carreira no futebol.
– Aqui vai ser sempre a minha segunda casa. E a ideia é fixar residência em João Pessoa. Aqui fiz muitos amigos. Ninguém nunca me viu falar que sou de Santa Catarina. Eu sempre digo agora que sou de João Pessoa. E quem sabe vou poder dizer em breve que tenho filhos paraibanos – falou o goleiro.
Globoesporte-pb

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