Conheça o dono da maior nota já obtida no Enem

vitorO estudante Vitor Melo, de 18 anos, se apresentou como o dono da maior nota já registrada no Enem — 1.008,3 pontos na prova de Matemática, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligada ao Ministério da Educação (MEC). Aluno do Instituto Dom Barreto, em Teresina, no Piauí, Vítor acertou 45 questões e superou a marca anterior, de 973,6, obtida na edição de 2014. O jovem, que planeja cursar Medicina na Universidade Federal do Piauí, teve uma média geral de 841,8 pontos no exame.
— Eu fechei a prova, consegui acertar 100% da prova de Matemática. Eu não tenho confirmado se a minha nota geral foi a maior do Brasil, mas não acredito que outro estudante tenha obtido uma nota maior — afirmou Vitor.
No ano passado, o estudante já havia conseguido vaga para os cursos de Engenharia da Computação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Campinas (Unicamp), Engenharia Civil na Universidade de Brasília (UnB) e Medicina nas faculdades Novafapi e Facid, de Teresina.
— Eu continuei estudando porque não queria cursar Engenharia, mas Medicina. Esse é o meu sonho e agora vou estudar na Universidade Federal do Piauí — disse Vítor, que concluiu o ensino médio há um ano e passou a estudar sozinho em casa e a assistir a aulas como ouvinte.
Filho de um promotor de Justiça, Vitor manteve uma rotina de seis horas diárias de estudo. Fã de Matemática, Física e Química, o estudante chegou a ser premiado em um torneio internacional de Física:
— Sempre estudei muito, focado em cursar Medicina. Tive o apoio de meus pais e dos professores do Instituto Dom Barreto.
O resultado acima de mil pontos — a nota máxima da redação do exame — chamou a atenção para a metodologia utilizada na correção do Enem. O Ministério da Educação utiliza um modelo estatístico, a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que permite que diferentes edições da prova sejam comparáveis. Na TRI, leva-se em conta para o cálculo da nota não apenas o número de acertos do candidato, mas o nível de dificuldade de cada questão. A coerência das respostas do participante diante do conjunto das questões que formam a prova também é um critério para a nota final. Por isso, o número de acertos não tem correspondência direta com a pontuação final e pode ultrapassar os mil pontos.

vitorO estudante Vitor Melo, de 18 anos, se apresentou como o dono da maior nota já registrada no Enem — 1.008,3 pontos na prova de Matemática, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligada ao Ministério da Educação (MEC). Aluno do Instituto Dom Barreto, em Teresina, no Piauí, Vítor acertou 45 questões e superou a marca anterior, de 973,6, obtida na edição de 2014. O jovem, que planeja cursar Medicina na Universidade Federal do Piauí, teve uma média geral de 841,8 pontos no exame.
— Eu fechei a prova, consegui acertar 100% da prova de Matemática. Eu não tenho confirmado se a minha nota geral foi a maior do Brasil, mas não acredito que outro estudante tenha obtido uma nota maior — afirmou Vitor.
No ano passado, o estudante já havia conseguido vaga para os cursos de Engenharia da Computação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Campinas (Unicamp), Engenharia Civil na Universidade de Brasília (UnB) e Medicina nas faculdades Novafapi e Facid, de Teresina.
— Eu continuei estudando porque não queria cursar Engenharia, mas Medicina. Esse é o meu sonho e agora vou estudar na Universidade Federal do Piauí — disse Vítor, que concluiu o ensino médio há um ano e passou a estudar sozinho em casa e a assistir a aulas como ouvinte.
Filho de um promotor de Justiça, Vitor manteve uma rotina de seis horas diárias de estudo. Fã de Matemática, Física e Química, o estudante chegou a ser premiado em um torneio internacional de Física:
— Sempre estudei muito, focado em cursar Medicina. Tive o apoio de meus pais e dos professores do Instituto Dom Barreto.
O resultado acima de mil pontos — a nota máxima da redação do exame — chamou a atenção para a metodologia utilizada na correção do Enem. O Ministério da Educação utiliza um modelo estatístico, a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que permite que diferentes edições da prova sejam comparáveis. Na TRI, leva-se em conta para o cálculo da nota não apenas o número de acertos do candidato, mas o nível de dificuldade de cada questão. A coerência das respostas do participante diante do conjunto das questões que formam a prova também é um critério para a nota final. Por isso, o número de acertos não tem correspondência direta com a pontuação final e pode ultrapassar os mil pontos.