Homem é morto após tentar invadir delegacia em Paris

Um homem foi morto por policiais nesta quinta-feira (7) em frente a uma delegacia do bairro de Goutte d’Or, em Paris, após tentar invadir o local, informaram fontes policiais.
Segundo a Reuters, o homem estava armado com uma faca. “O homem estava com um cinto, mas era falso. A unidade antibombas confirmou que era falso”, disse uma fonte policial.
O ataque ocorre no dia em que completa um ano do atentado contra o Charlie Hebdo, momentos antes de um discurso do presidente francês, François Hollande, para as forças armadas do país.
Segundo o jornal “Le Figaro”, várias testemunhas ouviram o suspeito gritando “Allah Akbar” (“Alá é grande”) ao tentar atacar um policial na recepção da delegacia.
O procurador de Paris informou que ele levava consigo um papel com a bandeira do grupo jihadista Estado Islâmico e uma reivindicação em árabe, informa a AFP. “Em vista desses elementos, a seção antiterrorista da procuradoria de paris foi encarregada da investigação”, afirmou François Molins em um comunicado.
O agressor ainda não teve a identidade revelada.
Uma testemunha disse à France Presse que dois ou três tiros foram disparados no local.
G1

Um homem foi morto por policiais nesta quinta-feira (7) em frente a uma delegacia do bairro de Goutte d’Or, em Paris, após tentar invadir o local, informaram fontes policiais.
Segundo a Reuters, o homem estava armado com uma faca. “O homem estava com um cinto, mas era falso. A unidade antibombas confirmou que era falso”, disse uma fonte policial.
O ataque ocorre no dia em que completa um ano do atentado contra o Charlie Hebdo, momentos antes de um discurso do presidente francês, François Hollande, para as forças armadas do país.
Segundo o jornal “Le Figaro”, várias testemunhas ouviram o suspeito gritando “Allah Akbar” (“Alá é grande”) ao tentar atacar um policial na recepção da delegacia.
O procurador de Paris informou que ele levava consigo um papel com a bandeira do grupo jihadista Estado Islâmico e uma reivindicação em árabe, informa a AFP. “Em vista desses elementos, a seção antiterrorista da procuradoria de paris foi encarregada da investigação”, afirmou François Molins em um comunicado.
O agressor ainda não teve a identidade revelada.
Uma testemunha disse à France Presse que dois ou três tiros foram disparados no local.
G1