Franzino, Danielzinho diz que não se intimida com pancadas: “Acostumado”

Danielzinho é tímido. Quando o ambiente é favorável, no entanto, o meia se solta e vai ganhando mais confiança gradativamente. Foi assim quando chegou ao Fluminense, ao sete anos. A mesma coisa no início de 2016, na pré-temporada com o grupo principal. Hoje, em sua primeira coletiva de imprensa, o processo foi parecido.

Quando perguntando sobre o porte físico pouco avantajado, já perto do fim da entrevista, o jogador de 20 anos respondeu como um veterano. Firme, disse não se intimidar com pancadas., as quais recebe desde o início da carreira.

– Sou franzino, mas sempre fui acostumado a receber essas entradas. Desde a base. Meu corpo é assim,mas eu consigo aguentar entradas mais forte – disse.
O jogador também falou sobre sua trajetória no Fluminense e a adaptação ao grupo principal. Destacou a ajuda recebida pelos companheiros e a “moral” dada pelo treinador Eduardo Baptista.

– O Eduardo, na pré-temporada, treinou o grupo todo, não só os titulares, conversou muito com todo mundo e sempre me deu moral, desde o começo. A sensação é muito boa, estou feliz com o que está acontecendo. Estou aproveitando ao máximo para não deixar essa oportunidade passar – disse.

Danielzinho vem treinando com o grupo principal desde o início do ano, na pré-temporada nos Estados Unidos. Apesar de toda pressão, o jogador revelou que se saiu melhor do que esperava no quesito nervosismo. Desde então, foi ganhando a confiança do treinador e do grupo. Hoje, treina como titular no meio de campo, ao lado de Diego Souza, com quem tem mostrado entrosamento nos últimos treinos.

– Com a chegada do Diego eu fiquei feliz, porque sei que ele ajudaria a equipe. Não esquentava se seria eu que fosse sair. Mas, com certeza, fico feliz de ser mantido na equipe do lado dele – afirmou.

Perto do fim da entrevista, o jogador passou um ritual comum nas Laranjeiras. Marlon e Higor Leite, companheiros de base e, agora, de equipe principal, invadiram a sala de imprensa para tirar sarro do meia, que teve bom humor com a situação.

Confira outros trechos da coletiva:

Trajetória no Flu

Cheguei aqui com 7 anos, no futsal. No primeiro dia eu vim aqui todo nervoso. Fui aprovado logo no primeiro dia. Com 10 anos, fui para Xerém. Sempre tive a expectativa de estar jogando com esses caras. Já comemorei muitos gols de Fred, reclamei muito dele na arquibancada, e agora poder jogar junto com ele é muito bom. Na pré-temporada, pensei que ia ter um frio na barriga maior. Mas com a confiança que me deram me ajudou a jogar normalmente. Sempre dei meu melhor e sei que o professor reconheceria isso. Se agora estou no time titular, fico muito feliz.

Jogar ao lado de atletas experientes

Coisa maravilhosa. Só tenho a aprender. Tento ouvir ao máximo ouvir os conselhos e tentar melhorar. Isso me dá uma confiança muito grande. Sei que estou jogando com caras incríveis, de nível mundial. Fico confiante de jogar do lado deles. Sei que, se der a bola, sai uma coisa boa.

E com jovens?

É bom jogar com jogadores jovens. A distância não é muito grande de idade. Já joguei com muitos desses caras da base. Tenho a mesma confiança de jogar com um Gustavo Scarpa e com o Fred
Globoesporte

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