PMJP diz que Parque da Lagoa respeitou patrimônio histórico

lagoaA secretária de Planejamento da Prefeitura de João Pessoa, Daniela Bandeira, disse nesta terça-feira (14) que o novo Parque da Lagoa foi uma obra marcada pelo diálogo e pela valorização do patrimônio histórico da capital, que agora já começa a fazer parte do dia a dia da população. “A Prefeitura acatou todas as recomendações dos órgãos de preservação, fazendo as devidas adequações indicadas, como aponta o relatório do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, o Iphaep, de 15/04/2015. Foi executado o que foi aprovado. O mais importante, no entanto, é que o novo Parque da Lagoa foi entregue e agora faz parte da vida da cidade, reunindo mais de 30 mil pessoas no último domingo”, disse.
De acordo com a secretária, o momento é de celebração pelo respeito ao patrimônio e pela entrega do novo Parque. “O documento é claro quando trata da redução do trapiche, o píer da Lagoa, além da mudança para o tipo flutuante, conforme foi recomendado pelo Iphaep e seguido pela Prefeitura de João Pessoa, que respeita o trabalho da instituição”, reforçou. Daniela também ressaltou que existem mudanças entre projeto inicial e final da obra, até pela consulta aos órgãos internos de preservação. “O projeto foi avaliado em mais de uma instância, até ser encaminhado ao Iphaep, quando foram sugeridas algumas adequações antes da aprovação por unanimidade pelo Conselho pelo Conselho de Bens Históricos e Culturais”, comentou.
O parecer CAE 11.05.2015, emitido pelo órgão, cita 10 recomendações ao projeto apresentado pela Prefeitura de João Pessoa. Nele, são sugeridas adequações como a tonalidade, a preservação da fauna e da flora, entre outros pontos. Em relação ao píer, os técnicos do órgão afirmam: “As dimensões do trapiche foram reduzidas em comparação ao anteprojeto anterior e foi proposto do tipo flutuante. O trapiche é uma rampa articulada e um deck, ambos com estrutura e piso em madeira, estando o deck sobre flutuadores em doca com enchimento em EPS”. Em outro trecho, os mesmos técnicos reforçam: (rampa e deck) “também servem como atracadores para canoas, caiaques e pedalinhos”.
SecomJP

lagoaA secretária de Planejamento da Prefeitura de João Pessoa, Daniela Bandeira, disse nesta terça-feira (14) que o novo Parque da Lagoa foi uma obra marcada pelo diálogo e pela valorização do patrimônio histórico da capital, que agora já começa a fazer parte do dia a dia da população. “A Prefeitura acatou todas as recomendações dos órgãos de preservação, fazendo as devidas adequações indicadas, como aponta o relatório do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, o Iphaep, de 15/04/2015. Foi executado o que foi aprovado. O mais importante, no entanto, é que o novo Parque da Lagoa foi entregue e agora faz parte da vida da cidade, reunindo mais de 30 mil pessoas no último domingo”, disse.
De acordo com a secretária, o momento é de celebração pelo respeito ao patrimônio e pela entrega do novo Parque. “O documento é claro quando trata da redução do trapiche, o píer da Lagoa, além da mudança para o tipo flutuante, conforme foi recomendado pelo Iphaep e seguido pela Prefeitura de João Pessoa, que respeita o trabalho da instituição”, reforçou. Daniela também ressaltou que existem mudanças entre projeto inicial e final da obra, até pela consulta aos órgãos internos de preservação. “O projeto foi avaliado em mais de uma instância, até ser encaminhado ao Iphaep, quando foram sugeridas algumas adequações antes da aprovação por unanimidade pelo Conselho pelo Conselho de Bens Históricos e Culturais”, comentou.
O parecer CAE 11.05.2015, emitido pelo órgão, cita 10 recomendações ao projeto apresentado pela Prefeitura de João Pessoa. Nele, são sugeridas adequações como a tonalidade, a preservação da fauna e da flora, entre outros pontos. Em relação ao píer, os técnicos do órgão afirmam: “As dimensões do trapiche foram reduzidas em comparação ao anteprojeto anterior e foi proposto do tipo flutuante. O trapiche é uma rampa articulada e um deck, ambos com estrutura e piso em madeira, estando o deck sobre flutuadores em doca com enchimento em EPS”. Em outro trecho, os mesmos técnicos reforçam: (rampa e deck) “também servem como atracadores para canoas, caiaques e pedalinhos”.
SecomJP