Atentado em Nice, na França: o que se sabe até agora

franca2Um caminhão atropelou diversas pessoas que estavam assistindo à queima de fogos em comemoração ao 14 de Julho, Dia da Queda da Bastilha, em Nice, no sul da França, matando dezenas. O presidente François Hollande anunciou que irá estender por mais três meses o estado de emergência, além de reforçar suas operações na Síria e no Iraque.

O QUE SE SABE
– Onde aconteceu o ataque?
No Promenade des Anglais (Passeio dos Ingleses), uma avenida à beira-mar, por volta das 22h30 (17h30 em Brasília). O procurador de Nice, Jean-Michel Prêtre, diz que o veículo percorreu 2 km entre a multidão.

– Qual é o número de vítimas?
O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, disse que 84 pessoas morreram e 18 pessoas estão em estado de “emergência absoluta”, considerado muito grave.

– Além do atentado em Nice, outros ataques ocorreram pela França?
Não. O ataque em Nice, sul do país, foi o único na noite desta quinta. Alguns posts em redes sociais falaram em supostos reféns em um restaurante e um hotel, além de um incêndio em Paris. Todos esses boatos foram desmentidos.

– O que o caminhão levava?
As agências de notícias, citando como fonte Christian Estrosi, disseram que o caminhão estava cheio de armas e granadas.

– O que é festejado no dia 14 de julho?
O Dia da Queda da Bastilha é um feriado que comemora, todo dia 14 de julho, a Tomada da Bastilha em 1789, evento decisivo para o início da Revolução Francesa. A bastilha era uma antiga fortaleza usada pela monarquia como prisão.
– Quem é o motorista do caminhão?
O homem, identificado por fontes da polícia francesa como Mohamed Lahouaiej Bouhlel, era da cidade tunisiana de Msaken, segundo a Reuters. Ele visitou o local pela última vez há quatro anos, disseram fontes da segurança da Tunísia nesta sexta-feira (15). Bouhlel era casado e tinha três filhos. As fontes não disseram quando ele residiu na Tunísia pela última vez.
A identidade de Bouhlel, que já tinha cometido pequenos crimes, foi encontrada na cabine do caminhão que ele utilizou para atropelar as pessoas que participavam da festa da queda da Bastilha.

O QUE NÃO SE SABE
– Quem são os mortos? Alguém é brasileiro?
Ainda não há a identificação de todas as vítimas fatais no ataque. Já se sabe que, entre os mortos que não são franceses, estão três alemães (um professor e duas alunas de ensino médio), dois russos, dois americanos, uma mulher suíça, uma russa e uma armênia, além de um cidadão da Ucrânia. Uma mulher argelina e duas crianças do mesmo país africano estão entre as vítimas, de acordo com governo da Argélia, citado pela rede Al Arabiya. Não há notícias até agora sobre brasileiros mortos no atentado.

O presidente francês afirmou, em entrevista na manhã desta sexta (15), que cerca de 50 pessoas estão entre a vida e a morte.
– Há alguma relação com grupos terroristas?
O presidente François Hollande disse que o ataque tem um “caráter terrorista que não pode ser negado”. No entanto, nenhuma organização reinvindicou o ataque. Segundo a agência AP, o gabinete da Procuradoria de Paris abriu uma investigação para apurar se há ligação de grupos terroristas.
G1

franca2Um caminhão atropelou diversas pessoas que estavam assistindo à queima de fogos em comemoração ao 14 de Julho, Dia da Queda da Bastilha, em Nice, no sul da França, matando dezenas. O presidente François Hollande anunciou que irá estender por mais três meses o estado de emergência, além de reforçar suas operações na Síria e no Iraque.

O QUE SE SABE
– Onde aconteceu o ataque?
No Promenade des Anglais (Passeio dos Ingleses), uma avenida à beira-mar, por volta das 22h30 (17h30 em Brasília). O procurador de Nice, Jean-Michel Prêtre, diz que o veículo percorreu 2 km entre a multidão.

– Qual é o número de vítimas?
O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, disse que 84 pessoas morreram e 18 pessoas estão em estado de “emergência absoluta”, considerado muito grave.

– Além do atentado em Nice, outros ataques ocorreram pela França?
Não. O ataque em Nice, sul do país, foi o único na noite desta quinta. Alguns posts em redes sociais falaram em supostos reféns em um restaurante e um hotel, além de um incêndio em Paris. Todos esses boatos foram desmentidos.

– O que o caminhão levava?
As agências de notícias, citando como fonte Christian Estrosi, disseram que o caminhão estava cheio de armas e granadas.

– O que é festejado no dia 14 de julho?
O Dia da Queda da Bastilha é um feriado que comemora, todo dia 14 de julho, a Tomada da Bastilha em 1789, evento decisivo para o início da Revolução Francesa. A bastilha era uma antiga fortaleza usada pela monarquia como prisão.
– Quem é o motorista do caminhão?
O homem, identificado por fontes da polícia francesa como Mohamed Lahouaiej Bouhlel, era da cidade tunisiana de Msaken, segundo a Reuters. Ele visitou o local pela última vez há quatro anos, disseram fontes da segurança da Tunísia nesta sexta-feira (15). Bouhlel era casado e tinha três filhos. As fontes não disseram quando ele residiu na Tunísia pela última vez.
A identidade de Bouhlel, que já tinha cometido pequenos crimes, foi encontrada na cabine do caminhão que ele utilizou para atropelar as pessoas que participavam da festa da queda da Bastilha.

O QUE NÃO SE SABE
– Quem são os mortos? Alguém é brasileiro?
Ainda não há a identificação de todas as vítimas fatais no ataque. Já se sabe que, entre os mortos que não são franceses, estão três alemães (um professor e duas alunas de ensino médio), dois russos, dois americanos, uma mulher suíça, uma russa e uma armênia, além de um cidadão da Ucrânia. Uma mulher argelina e duas crianças do mesmo país africano estão entre as vítimas, de acordo com governo da Argélia, citado pela rede Al Arabiya. Não há notícias até agora sobre brasileiros mortos no atentado.

O presidente francês afirmou, em entrevista na manhã desta sexta (15), que cerca de 50 pessoas estão entre a vida e a morte.
– Há alguma relação com grupos terroristas?
O presidente François Hollande disse que o ataque tem um “caráter terrorista que não pode ser negado”. No entanto, nenhuma organização reinvindicou o ataque. Segundo a agência AP, o gabinete da Procuradoria de Paris abriu uma investigação para apurar se há ligação de grupos terroristas.
G1