‘Me arrancaram um pedaço’, diz mãe de brasileira morta em ataque de Nice

niceA mãe de Elizabeth Cristina de Assis Ribeiro, brasileira morta no atentado de Nice, disse à GloboNews nesta segunda-feira (18) que sente que “arrancaram um pedaço” seu com a morte da filha e que vai ter que “recomeçar do zero”.
Maria Inês disse que a filha vai ser enterrada na Suíça, junto com a filha mais velha, que também morreu atropelada pelo caminhão na cidade francesa.
“Tiraram meu tapete. Agora vou ter que recomeçar tudo de novo. Está sendo duro. Me arrancaram um pedaço”, afirmou.
Maria Inês, que mora na Suíça, diz que espera sair de Nice logo e que “não tem ideia” de quando Sylvain Solioz, o marido de Elizabeth que está internado no hospital em Nice, vai ser liberado.
A mãe de Elizabeth disse que vai se apoiar na família para recontruir a vida. “Vamos tentar levar para a frente porque agora a gente tem duas, e eles estão precisando a gente, de amor, carinho, atenção. Não só ela como o esposo também.”
Ela contou ainda que a neta, Djulia, que conseguiu se salvar do atropelamento, saiu com a tia para comprar um vestido de princesa para a irmã, Kayla, que também morreu no atentado. “Elas adoram princesas. A Djulia vai comprar um vestidinho para a irmã que está no céu.”
Desaparecimento e confirmação
Elizabeth estava desaparecida desde que foi atingida pelo caminhão no atentado que matou mais de 80 pessoas em Nice, no sul da França, na quinta-feira (14). O país foi alvo de ao menos 10 atentados desde janeiro de 2015.
Autoridades francesas confirmaram, na noite de domingo (17), a morte dela. A identificação foi feita por exame de DNA.
Elizabeth nasceu em Olaria, na Zona Norte do Rio, morava na Suíça há mais de 20 anos e teve as três filhas no país.
Pelo menos outros dois brasileiros foram atropelados no atentado de Nice. O cearense Anderson Happel, de 24 anos, atingido pelo parachoque do caminhão, está fora de perigo. Ana Lourdes Montalverne, de 63 anos, que há 20 mora na França, teve traumatismo craniano e está em recuperação, segundo parentes.
G1

niceA mãe de Elizabeth Cristina de Assis Ribeiro, brasileira morta no atentado de Nice, disse à GloboNews nesta segunda-feira (18) que sente que “arrancaram um pedaço” seu com a morte da filha e que vai ter que “recomeçar do zero”.
Maria Inês disse que a filha vai ser enterrada na Suíça, junto com a filha mais velha, que também morreu atropelada pelo caminhão na cidade francesa.
“Tiraram meu tapete. Agora vou ter que recomeçar tudo de novo. Está sendo duro. Me arrancaram um pedaço”, afirmou.
Maria Inês, que mora na Suíça, diz que espera sair de Nice logo e que “não tem ideia” de quando Sylvain Solioz, o marido de Elizabeth que está internado no hospital em Nice, vai ser liberado.
A mãe de Elizabeth disse que vai se apoiar na família para recontruir a vida. “Vamos tentar levar para a frente porque agora a gente tem duas, e eles estão precisando a gente, de amor, carinho, atenção. Não só ela como o esposo também.”
Ela contou ainda que a neta, Djulia, que conseguiu se salvar do atropelamento, saiu com a tia para comprar um vestido de princesa para a irmã, Kayla, que também morreu no atentado. “Elas adoram princesas. A Djulia vai comprar um vestidinho para a irmã que está no céu.”
Desaparecimento e confirmação
Elizabeth estava desaparecida desde que foi atingida pelo caminhão no atentado que matou mais de 80 pessoas em Nice, no sul da França, na quinta-feira (14). O país foi alvo de ao menos 10 atentados desde janeiro de 2015.
Autoridades francesas confirmaram, na noite de domingo (17), a morte dela. A identificação foi feita por exame de DNA.
Elizabeth nasceu em Olaria, na Zona Norte do Rio, morava na Suíça há mais de 20 anos e teve as três filhas no país.
Pelo menos outros dois brasileiros foram atropelados no atentado de Nice. O cearense Anderson Happel, de 24 anos, atingido pelo parachoque do caminhão, está fora de perigo. Ana Lourdes Montalverne, de 63 anos, que há 20 mora na França, teve traumatismo craniano e está em recuperação, segundo parentes.
G1