Reportagem detalha como funcionava esquema milionário de PMCG para fraudar licitações e desviar recursos públicos

Reportagem veiculada no guia eleitoral do candidato a prefeito de Campina Grande Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), detalhou como funcionava o esquema milionário montado pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, para fraudar licitações e desviar dinheiro dos cofres públicos. O esquema movimentou um volume de recursos de quase R$ 25 milhões em 3 anos e seis meses, segundo os dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).

Segundo a denúncia, o “jogo de cartas marcadas” que manipulou as licitações de obras e serviços em Campina Grande, e favoreceu aos aliados políticos do atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB), envolveu diretamente três construtoras: a Mimosa que entrava só para perder e compor as tomadas de preço, a Santa Luzia” e “Tavarense, que abocanham 95% de todo o dinheiro movimentado para obras em Campina Grande na gestão tucana.

Só a Santa Luzia, venceu 70% das licitações, enquanto que a Tavarense, que tem como sócio, Cristiano Rodrigues da Silva, filho do vereador Buchada, venceu 90% das licitações que disputou.

As três construtoras são na verdade, integrantes de uma fraude milionária acobertada pelo prefeito atual. As provas já foram protocoladas no Ministério Público e na Polícia Federal para serem investigadas.

De acordo com a denúncia, a Construtora Mimosa, levou a menor fatia dos recursos movimentados em 3 anos e seis meses, mas mesmo assim, chegou a faturar R$ 2,3 milhões, mesmo tendo como sede um sítio abandonado na Zona Rural de Lagoa.

O guia mostrou que, no endereço citado como sede da “Mimosa”, ninguém soube informar do funcionamento de uma construtora no local. A empresa não foi localizada porque, na verdade, ela funciona estrategicamente como “fachada”, no esquema montado pela gestão do prefeito Romero Rodrigues para desviar milhões dos cofres públicos.

Reportagem veiculada no guia eleitoral do candidato a prefeito de Campina Grande Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), detalhou como funcionava o esquema milionário montado pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, para fraudar licitações e desviar dinheiro dos cofres públicos. O esquema movimentou um volume de recursos de quase R$ 25 milhões em 3 anos e seis meses, segundo os dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).

Segundo a denúncia, o “jogo de cartas marcadas” que manipulou as licitações de obras e serviços em Campina Grande, e favoreceu aos aliados políticos do atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB), envolveu diretamente três construtoras: a Mimosa que entrava só para perder e compor as tomadas de preço, a Santa Luzia” e “Tavarense, que abocanham 95% de todo o dinheiro movimentado para obras em Campina Grande na gestão tucana.

Só a Santa Luzia, venceu 70% das licitações, enquanto que a Tavarense, que tem como sócio, Cristiano Rodrigues da Silva, filho do vereador Buchada, venceu 90% das licitações que disputou.

As três construtoras são na verdade, integrantes de uma fraude milionária acobertada pelo prefeito atual. As provas já foram protocoladas no Ministério Público e na Polícia Federal para serem investigadas.

De acordo com a denúncia, a Construtora Mimosa, levou a menor fatia dos recursos movimentados em 3 anos e seis meses, mas mesmo assim, chegou a faturar R$ 2,3 milhões, mesmo tendo como sede um sítio abandonado na Zona Rural de Lagoa.

O guia mostrou que, no endereço citado como sede da “Mimosa”, ninguém soube informar do funcionamento de uma construtora no local. A empresa não foi localizada porque, na verdade, ela funciona estrategicamente como “fachada”, no esquema montado pela gestão do prefeito Romero Rodrigues para desviar milhões dos cofres públicos.