Sobrinho confessa que matou família na Espanha: “Senti um ódio incontrolável”

confessouPatrick Gouveia Nogueira, 20 anos, teria confessado ter matado e esquartejado a família paraibana, em Guadalajara, na Espanha. A única pessoa que sabia que ele ia para confessar o assassinato de quatro membros de sua família era a irmã Hanna Gouveia Nogueira, advogada, a mesma que pagou a passagem de volta ao Brasil onde chegou dia 22 de setembro, dois dias depois que a Guarda Civil achou os corpos decapitados e desmembrados de seus tios em uma casa de Pioz (Guadalajara). A informação é do Jornal El Pais. DNA e digitais de Patrick foram encontrados no saco onde os corpos foram encontrados. A informação é do jornal espanhol El País.
“Senti um ódio incontrolável, algo me dizia que devia matá-los”, dizem fontes familiares do único suspeito do que entrará para a história como “o crime de Guadalajara”.
Conforme o El Pais, apesar de nunca ter sido diagnosticado – algo que sua própria irmã afirma que nunca ocorreu –, por trás deste assassinato brutal se esconde “um clássico psicopata”, conforme determinou a Guarda Civil quando deu o caso como resolvido.
O motivo do crime passional não aparece em sua declaração, embora, segundo a família, é verdade que em algum momento pode ter tentado algo com sua tia Janaína e que isso irritou seu tio Marcos. Sua defesa vai se concentrar precisamente nesse tipo de surto psicótico.
El País

confessouPatrick Gouveia Nogueira, 20 anos, teria confessado ter matado e esquartejado a família paraibana, em Guadalajara, na Espanha. A única pessoa que sabia que ele ia para confessar o assassinato de quatro membros de sua família era a irmã Hanna Gouveia Nogueira, advogada, a mesma que pagou a passagem de volta ao Brasil onde chegou dia 22 de setembro, dois dias depois que a Guarda Civil achou os corpos decapitados e desmembrados de seus tios em uma casa de Pioz (Guadalajara). A informação é do Jornal El Pais. DNA e digitais de Patrick foram encontrados no saco onde os corpos foram encontrados. A informação é do jornal espanhol El País.
“Senti um ódio incontrolável, algo me dizia que devia matá-los”, dizem fontes familiares do único suspeito do que entrará para a história como “o crime de Guadalajara”.
Conforme o El Pais, apesar de nunca ter sido diagnosticado – algo que sua própria irmã afirma que nunca ocorreu –, por trás deste assassinato brutal se esconde “um clássico psicopata”, conforme determinou a Guarda Civil quando deu o caso como resolvido.
O motivo do crime passional não aparece em sua declaração, embora, segundo a família, é verdade que em algum momento pode ter tentado algo com sua tia Janaína e que isso irritou seu tio Marcos. Sua defesa vai se concentrar precisamente nesse tipo de surto psicótico.
El País