Piloto de moto se apresenta e mantém versão de que não tem arma nem furou blitz em JP

O professor e estudante de Direto, 37 anos, que pilotava a motocicleta que teria furado um bloqueio policial na sexta-feira (21), se apresentou espontaneamente na Delegacia de Homicídios de João Pessoa, na noite dessa segunda (4). O depoimento foi finalizado por volta das 2h da madrugada desta terça-feira (25). Ele negou a versão da Polícia Militar de que teria desobedecido a ordem policial e de que estaria portando uma arma de fogo. A Polícia Militar diz que ele teria avançado em uma blitz e que um policial viu o condutor da moto apontar uma arma. O PM reagiu e atirou, matando o jovem estudante Cícero Maximino, de 20 anos, que seguia na garupa.
O delegado Giovanni Giacomelli disse que o depoimento do condutor da motocicleta durou pouco mais de quatro horas. Ele reafirmou não possuir arma de fogo e não teria percebido a presença das viaturas da Polícia Militar na Avenida João Maurício, no bairro de Manaíra, local onde aconteceu a morte do estudante Cícero Maximino.
“O piloto disse que nunca tocou em uma arma de fogo e que não possui uma. Ele falou não ter furado a blitz porque não percebeu a movimentação da PM. O rapaz disse que Cícero Maximino estava na garupa, mas percebeu que o rapaz tinha caído após o tiro, que teria sido disparo pelas costas e não pela frente, conforme alegou em depoimento do cabo da PM – que efetuou o tiro. Vamos esperar os laudos para concluir o inquérito em 30 dias. Até agora tenho duas versões contrárias”, explicou Giacomelli.
Em depoimento, o cabo de 33 anos da Polícia Militar da Paraíba alegou legítima defesa para atirar nos jovens que estavam em uma motocicleta. “A versão do cabo diz que os jovens furaram o bloqueio policial e o piloto teria jogado a moto por cima dele [do PM] e ainda esboçado reação fazendo o gesto de sacar uma arma da cintura. Nesse momento, o policial reagiu e atirou. Então, a morte não está relacionada ao furo da blitz. O tiro atingiu o garupa da moto, que morreu”, falou o delegado.

O professor e estudante de Direto, 37 anos, que pilotava a motocicleta que teria furado um bloqueio policial na sexta-feira (21), se apresentou espontaneamente na Delegacia de Homicídios de João Pessoa, na noite dessa segunda (4). O depoimento foi finalizado por volta das 2h da madrugada desta terça-feira (25). Ele negou a versão da Polícia Militar de que teria desobedecido a ordem policial e de que estaria portando uma arma de fogo. A Polícia Militar diz que ele teria avançado em uma blitz e que um policial viu o condutor da moto apontar uma arma. O PM reagiu e atirou, matando o jovem estudante Cícero Maximino, de 20 anos, que seguia na garupa.
O delegado Giovanni Giacomelli disse que o depoimento do condutor da motocicleta durou pouco mais de quatro horas. Ele reafirmou não possuir arma de fogo e não teria percebido a presença das viaturas da Polícia Militar na Avenida João Maurício, no bairro de Manaíra, local onde aconteceu a morte do estudante Cícero Maximino.
“O piloto disse que nunca tocou em uma arma de fogo e que não possui uma. Ele falou não ter furado a blitz porque não percebeu a movimentação da PM. O rapaz disse que Cícero Maximino estava na garupa, mas percebeu que o rapaz tinha caído após o tiro, que teria sido disparo pelas costas e não pela frente, conforme alegou em depoimento do cabo da PM – que efetuou o tiro. Vamos esperar os laudos para concluir o inquérito em 30 dias. Até agora tenho duas versões contrárias”, explicou Giacomelli.
Em depoimento, o cabo de 33 anos da Polícia Militar da Paraíba alegou legítima defesa para atirar nos jovens que estavam em uma motocicleta. “A versão do cabo diz que os jovens furaram o bloqueio policial e o piloto teria jogado a moto por cima dele [do PM] e ainda esboçado reação fazendo o gesto de sacar uma arma da cintura. Nesse momento, o policial reagiu e atirou. Então, a morte não está relacionada ao furo da blitz. O tiro atingiu o garupa da moto, que morreu”, falou o delegado.