Exame descarta envenenamento em criança que tomou suco

A criança que passou mal após ingerir um suco de caixinha no último dia 19 de outubro, na cidade de Lagoa Seca não corre risco de morte e já consegue respirar e se alimentar no Hospital de Trauma de Campina Grande. Foi realizado um exame para verificar se ela teria sido vítima de envenenamento, mas o primeiro resultado deu negativo.

O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (26) pela unidade de saúde. Além deste exame, foram solicitados outros dois tipos que identificam outras formas de envenenamento e podem ficar prontos ainda esta semana. O índice que caracteriza envenenamento está entre os percentuais de 5.320 U/l e 12.920 U/l, mas a amostra de sangue da criança indicou 4.977 U/l, o que descartou a possibilidade.

De acordo com o Ceatox, o exame foi solicitado porque as reações que a criança apresentava eram similares a sintomas de uma síndrome colinérgica. Um dos novos exames solicitados avalia o tempo de protrombina e o outro o tempo de tromboplastina, que indicam o comportamento do corpo em relação à coagulação de sangue.

Também foram coletados materiais do suco de cajá que foi ingerido pela criança e outras amostras de sangue e urina da criança para serem analisados pelo Instituto de Polícia Científica (IPC). As amostras foram encaminhadas do IPC de Campina Grande para o IPC de João Pessoa, de acordo com o Ceatox. Não há ainda previsão para o retorno das análises.

PBagora

A criança que passou mal após ingerir um suco de caixinha no último dia 19 de outubro, na cidade de Lagoa Seca não corre risco de morte e já consegue respirar e se alimentar no Hospital de Trauma de Campina Grande. Foi realizado um exame para verificar se ela teria sido vítima de envenenamento, mas o primeiro resultado deu negativo.

O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (26) pela unidade de saúde. Além deste exame, foram solicitados outros dois tipos que identificam outras formas de envenenamento e podem ficar prontos ainda esta semana. O índice que caracteriza envenenamento está entre os percentuais de 5.320 U/l e 12.920 U/l, mas a amostra de sangue da criança indicou 4.977 U/l, o que descartou a possibilidade.

De acordo com o Ceatox, o exame foi solicitado porque as reações que a criança apresentava eram similares a sintomas de uma síndrome colinérgica. Um dos novos exames solicitados avalia o tempo de protrombina e o outro o tempo de tromboplastina, que indicam o comportamento do corpo em relação à coagulação de sangue.

Também foram coletados materiais do suco de cajá que foi ingerido pela criança e outras amostras de sangue e urina da criança para serem analisados pelo Instituto de Polícia Científica (IPC). As amostras foram encaminhadas do IPC de Campina Grande para o IPC de João Pessoa, de acordo com o Ceatox. Não há ainda previsão para o retorno das análises.

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