Água é retirada de forma ilegal do Açude Boqueirão; flagrante foi feito na última segunda

aguaA deputada estadual Daniella Ribeiro (PP) foi à tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba nesta quarta-feira (16) para denunciar a retirada irregular de água no açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão. O flagrante da irregularidade foi feito na última segunda-feira (14), durante visita da deputada ao açude. Na ocasião Daniella estava acompanhada de técnicos da Defesa Civil dos municípios de Campina Grande e de Boqueirão.

O grupo flagrou dezenas de caminhões-pipa fazendo a retirada da água no açude, sem nenhuma fiscalização por parte da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e da Agência Executiva da Gestão das Águas do Estado (Aesa), a quem cabe o controle da distribuição da água do Boqueirão. Ao contrário disso, foi constatado que um particular instalou uma bomba amadora no local e cobra R$ 5 pela retirada de água a cada pipeiro interessado em retirar a água do Boqueirão e vender como quiser – e a quem quiser.

“O que encontramos no Boqueirão foi uma total omissão do governo que tem o dever de fiscalizar o uso da água. Dezenas de pipeiros pegando água e pagando a um cidadão que se diz ‘dono’ do açude simplesmente por ter instalado uma bomba. Não podemos culpar unicamente esse particular, pois se ele instalou a bomba e faz cobranças no Boqueirão é porque o poder público deixou de agir, deixou de cumprir com sua obrigação”, lamentou a deputada.

agua2Após apresentar a situação na AL, Daniella afirmou que vai levar a denúncia ao Ministério Público da Paraíba para que o caso seja devidamente investigado. “É um absurdo saber que enquanto Campina Grande e outras 18 localidades sofrem com a falta de água, o Boqueirão sofre com o descaso do governo, que não fiscaliza a retirada da água como deveria”, explicou.

O açude Boqueirão abastece o município de Campina e outras 18 cidades do entorno. Os habitantes desses municípios sofrem com um rígido sistema de racionamento há quase dois anos, sendo que em determinadas localidades a população afirma que só há água nas torneiras uma vez por semana. Atualmente, segundo dados da Aesa, o açude está com 5,8% de sua capacidade.

 

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Redação com Assessoria

aguaA deputada estadual Daniella Ribeiro (PP) foi à tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba nesta quarta-feira (16) para denunciar a retirada irregular de água no açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão. O flagrante da irregularidade foi feito na última segunda-feira (14), durante visita da deputada ao açude. Na ocasião Daniella estava acompanhada de técnicos da Defesa Civil dos municípios de Campina Grande e de Boqueirão.

O grupo flagrou dezenas de caminhões-pipa fazendo a retirada da água no açude, sem nenhuma fiscalização por parte da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e da Agência Executiva da Gestão das Águas do Estado (Aesa), a quem cabe o controle da distribuição da água do Boqueirão. Ao contrário disso, foi constatado que um particular instalou uma bomba amadora no local e cobra R$ 5 pela retirada de água a cada pipeiro interessado em retirar a água do Boqueirão e vender como quiser – e a quem quiser.

“O que encontramos no Boqueirão foi uma total omissão do governo que tem o dever de fiscalizar o uso da água. Dezenas de pipeiros pegando água e pagando a um cidadão que se diz ‘dono’ do açude simplesmente por ter instalado uma bomba. Não podemos culpar unicamente esse particular, pois se ele instalou a bomba e faz cobranças no Boqueirão é porque o poder público deixou de agir, deixou de cumprir com sua obrigação”, lamentou a deputada.

agua2Após apresentar a situação na AL, Daniella afirmou que vai levar a denúncia ao Ministério Público da Paraíba para que o caso seja devidamente investigado. “É um absurdo saber que enquanto Campina Grande e outras 18 localidades sofrem com a falta de água, o Boqueirão sofre com o descaso do governo, que não fiscaliza a retirada da água como deveria”, explicou.

O açude Boqueirão abastece o município de Campina e outras 18 cidades do entorno. Os habitantes desses municípios sofrem com um rígido sistema de racionamento há quase dois anos, sendo que em determinadas localidades a população afirma que só há água nas torneiras uma vez por semana. Atualmente, segundo dados da Aesa, o açude está com 5,8% de sua capacidade.

 

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