Bancário que atropelou ciclistas é condenado a 12 anos de prisão

Um júri popular condenou a doze anos de prisão o homem que atropelou um grupo de ciclistas, há quase seis anos, em Porto Alegre. Dezessete pessoas ficaram feridas
O julgamento começou na quarta-feira (23) e terminou na noite de quinta-feira (24) com comemoração dos ciclistas.
“A gente está aí para compartilhar a via, para viver. Não tem porque tu cometer uma coisa dessas”, diz a tatuadora Janaisa Cardoso.
Em fevereiro de 2011, Ricardo Neis atropelou 17 ciclistas que participavam de uma campanha pelo uso da bicicleta como meio de transporte. Muitas vítimas ficaram caídas no chão. Ricardo Fugiu sem prestar socorro. Ao se entregar, o bancário disse que se sentiu ameaçado quando viu o veículo cercado por tantas pessoas.
Eduardo pedalava bem na frente do carro de Neis. Depois do atropelamento, ele levou seis meses para se recuperar dos ferimentos.
“Eu acabei ficando com um certo pânico na rua. Então, quando escuto um motor de carro se aproximando, se ele está em alta velocidade, a gente não sabe se ele vai tirar uma fina ou não. Isso é muito comum em Porto Alegre”, conta o autônomo Eduardo Iglesias.
O júri condenou Ricardo Neis a 12 anos e 9 meses de prisão por 11 tentativas de homicídio e cinco crimes de lesão corporal. Ele também está proibido de dirigir.
Neis vai poder recorrer em liberdade. “Não há prova que corrobore a versão que levou à condenação. A prova inconteste dos autos é que, nesse caso, nenhum ciclista usava equipamento obrigatório”, diz o advogado Manoel Castanheira.
“A promotoria espera que a condenação sirva de exemplo para que cada um de nós pense até que ponto nos não respeitamos o diverso, não respeitamos o alheio, não respeitamos o nosso irmão que caminha conosco na rua”, afirma o promotor de justiça Eugênio Paes Amorim.
G1

Um júri popular condenou a doze anos de prisão o homem que atropelou um grupo de ciclistas, há quase seis anos, em Porto Alegre. Dezessete pessoas ficaram feridas
O julgamento começou na quarta-feira (23) e terminou na noite de quinta-feira (24) com comemoração dos ciclistas.
“A gente está aí para compartilhar a via, para viver. Não tem porque tu cometer uma coisa dessas”, diz a tatuadora Janaisa Cardoso.
Em fevereiro de 2011, Ricardo Neis atropelou 17 ciclistas que participavam de uma campanha pelo uso da bicicleta como meio de transporte. Muitas vítimas ficaram caídas no chão. Ricardo Fugiu sem prestar socorro. Ao se entregar, o bancário disse que se sentiu ameaçado quando viu o veículo cercado por tantas pessoas.
Eduardo pedalava bem na frente do carro de Neis. Depois do atropelamento, ele levou seis meses para se recuperar dos ferimentos.
“Eu acabei ficando com um certo pânico na rua. Então, quando escuto um motor de carro se aproximando, se ele está em alta velocidade, a gente não sabe se ele vai tirar uma fina ou não. Isso é muito comum em Porto Alegre”, conta o autônomo Eduardo Iglesias.
O júri condenou Ricardo Neis a 12 anos e 9 meses de prisão por 11 tentativas de homicídio e cinco crimes de lesão corporal. Ele também está proibido de dirigir.
Neis vai poder recorrer em liberdade. “Não há prova que corrobore a versão que levou à condenação. A prova inconteste dos autos é que, nesse caso, nenhum ciclista usava equipamento obrigatório”, diz o advogado Manoel Castanheira.
“A promotoria espera que a condenação sirva de exemplo para que cada um de nós pense até que ponto nos não respeitamos o diverso, não respeitamos o alheio, não respeitamos o nosso irmão que caminha conosco na rua”, afirma o promotor de justiça Eugênio Paes Amorim.
G1