Pai contrata pistoleiro por R$ 5 mil para assassinar o próprio filho

A Polícia Civil mineira informa ter elucidado a morte de Maurício Lázaro Alves, 42 anos, ocorrida na noite de quarta-feira (23), em frente a igreja Nossa Senhora de Fátima em Patrocínio, cidade de 89.333 habitantes.
O pai, José Alves Pedrosa, confessou ter mandado assassinar o filho que havia saído da cadeia, usava drogas e estaria extorquindo a família.
Segundo a polícia, ele teve a ajuda de outro filho e de um primo, que levou o executor para matar o homem.
Após o crime, o pistoleiro contratado fugiu, mas os três parentes estão presos.
O assassino de aluguel já foi identificado e teria cobrado R$ 5 mil pelo serviço.
Em depoimento, o pai alegou que com frequência o filho – que já esteve preso por dois homicídios e crimes como agressão – agia de forma violenta, exigia dinheiro e ameaçava matar a família, que às vezes precisava sair e ir para a casa de parentes.
O advogado de defesa, Fabrício Santos, disse que entrará com um habeas corpus para libertar os familiares, com a alegação de que eles “viviam ameaçados e sob risco de morte”.
Segundo a defesa, eles não tinham antecedentes criminais e eram pessoas “honestas e trabalhadoras”.
Fonte Repórter Diário

A Polícia Civil mineira informa ter elucidado a morte de Maurício Lázaro Alves, 42 anos, ocorrida na noite de quarta-feira (23), em frente a igreja Nossa Senhora de Fátima em Patrocínio, cidade de 89.333 habitantes.
O pai, José Alves Pedrosa, confessou ter mandado assassinar o filho que havia saído da cadeia, usava drogas e estaria extorquindo a família.
Segundo a polícia, ele teve a ajuda de outro filho e de um primo, que levou o executor para matar o homem.
Após o crime, o pistoleiro contratado fugiu, mas os três parentes estão presos.
O assassino de aluguel já foi identificado e teria cobrado R$ 5 mil pelo serviço.
Em depoimento, o pai alegou que com frequência o filho – que já esteve preso por dois homicídios e crimes como agressão – agia de forma violenta, exigia dinheiro e ameaçava matar a família, que às vezes precisava sair e ir para a casa de parentes.
O advogado de defesa, Fabrício Santos, disse que entrará com um habeas corpus para libertar os familiares, com a alegação de que eles “viviam ameaçados e sob risco de morte”.
Segundo a defesa, eles não tinham antecedentes criminais e eram pessoas “honestas e trabalhadoras”.
Fonte Repórter Diário