Vital divulga nota e se defende de acusações

Após ser alvo de operação deflagrada na manhã desta segunda-feira (5) pela Polícia Federal, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-senador da Paraíba, Vital do Rêgo Filho, divulgou uma nota oficial à imprensa para se defender de acusações (confira abaixo). Além de Vital, o deputado federal Marco Maia (PT-RS) também está na mira das investigações. A operação, denominada Deflexão, é referente ao inquérito 4.261 instaurado no âmbito da Lava Jato.

Confira a nota na íntegra:

“Com relação à diligência ocorrida na manhã de hoje, quero manifestar meu respeito e compreensão ao trabalho das autoridades competentes no exercício de suas funções legais.

Tenho certeza que a medida, cumprida com eficiência e urbanidade, vai confirmar que jamais tive qualquer participação nos fatos em apuração.

Quero renovar meu compromisso de irrestrita colaboração com as autoridades, naquilo que for necessário, dentro do que determina o devido processo legal e as regras que regem o Estado Democrático de Direito”.

Conforme noticiou a Folha de São Paulo, equipes da PF e da Procuradoria Geral da República (PRG) cumpriram mandados de busca e apreensão em propriedades em Brasília (DF); João Pessoa e Campina Grande (PB); Porto Alegre e Canoas (RS). Os endereços são pessoais, funcionais e empresariais.
Vital e Marco Maia são suspeitos de oferecer ‘blindagem’ a fornecedores da Petrobras na CPI mista do Congresso Nacional mediante pagamento de propinas. Conforme as investigações, os atos de corrupção teriam ocorrido em 2014. Na época, o paraibano era presidente da CPI da Petrobras. Marco Maia, por sua vez, ocupava a função de relator da comissão parlamentar.

Após ser alvo de operação deflagrada na manhã desta segunda-feira (5) pela Polícia Federal, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-senador da Paraíba, Vital do Rêgo Filho, divulgou uma nota oficial à imprensa para se defender de acusações (confira abaixo). Além de Vital, o deputado federal Marco Maia (PT-RS) também está na mira das investigações. A operação, denominada Deflexão, é referente ao inquérito 4.261 instaurado no âmbito da Lava Jato.

Confira a nota na íntegra:

“Com relação à diligência ocorrida na manhã de hoje, quero manifestar meu respeito e compreensão ao trabalho das autoridades competentes no exercício de suas funções legais.

Tenho certeza que a medida, cumprida com eficiência e urbanidade, vai confirmar que jamais tive qualquer participação nos fatos em apuração.

Quero renovar meu compromisso de irrestrita colaboração com as autoridades, naquilo que for necessário, dentro do que determina o devido processo legal e as regras que regem o Estado Democrático de Direito”.

Conforme noticiou a Folha de São Paulo, equipes da PF e da Procuradoria Geral da República (PRG) cumpriram mandados de busca e apreensão em propriedades em Brasília (DF); João Pessoa e Campina Grande (PB); Porto Alegre e Canoas (RS). Os endereços são pessoais, funcionais e empresariais.
Vital e Marco Maia são suspeitos de oferecer ‘blindagem’ a fornecedores da Petrobras na CPI mista do Congresso Nacional mediante pagamento de propinas. Conforme as investigações, os atos de corrupção teriam ocorrido em 2014. Na época, o paraibano era presidente da CPI da Petrobras. Marco Maia, por sua vez, ocupava a função de relator da comissão parlamentar.