Parada Gay reúne multidão na Praia de Copacabana

gayrjA praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi tomada por milhares de pessoas que acompanharam, neste domingo (11), a 21ª edição da Parada do Orgulho LGBT. Com os termômetros marcando acima dos 35°C, os oito trios elétricos arrastaram a multidão pela orla ao som do funk e da música eletrônica.
De acordo com os organizadores, 600 mil pessoas participaram da parada este ano. A Polícia Militar do Rio não faz estimativa de público durante os eventos. Os participantes começaram a se concentrar na Avenida Atlântica por volta das 13h. Muitas pessoas procuraram as árvores da orla para se proteger do sol forte e do calor.
O G1 registrou algumas confusões ao longo da passeata apesar da segurança reforçada. Por volta das 18h, houve pequena confusão e briga entre os participantes da parada. A polícia foi acionada e controlou os brigões. Em outro ponto, uma mulher foi algemada e presa pelos PMs após se envolver em uma discussão.

gayrj2Funk para animar
A funkeira Ludmila fez o primeiro show, ainda no Posto 5. A tradicional bandeira do arco-íris, segundo a organização a maior da América Latina – com 124 metros, foi estendida na avenida entre o terceiro e quarto trio. Também se apresentaram as cantoras Lexa, IZA e a DJ Giordanna Forte.
O tema este ano é: “Eu sou minha identidade”. Na agenda política do evento, a luta pela aprovação da Lei João Nery PL 5002/13 – Lei de Identidade de Gênero. O projeto de lei pretende garantir que qualquer pessoa maior de 18 anos possa ser reconhecida e tratada pela sua identidade de gênero nos documentos de registro e possa realizar intervenções cirúrgicas transexualizadoras sem precisar de laudos psicológicos ou jurídicos.

Policiais militares apartam confusão na Parada LGBT, em Copacabana
O coordenador do programa Rio sem Homofobia da prefeitura, Carlos Tuffevson, disse que ouviu da nova administração municipal que haverá manutenção do programa, mas que prefere esperar para ver se a prefeitura, com Marcelo Crivella a partir de 2017, vai patrocinar o evento.
“Eu não tenho porque achar que ele vai descumprir a palavra dele. Não tem nada que me diga que ele vá descumprir. Mas a gente tem que esperar. Assim como as campanhas contra a homofobia, as campanhas de prevenção à DST e Aids. Eu não tenho como achar que ele vai ou não vai fazer a manutenção disso porque todos os prefeitos têm que fazer”, afirmou Tuffevson.
gayrj3A Parada do Orgulho LGBT Rio organizada há 21 anos pela ONG Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT. De acordo com a organização, o objetivo principal é levar para as ruas pessoas que lutam por direitos iguais, que combatem a intolerância, o preconceito e o ódio, dando voz àqueles que por tantos anos viveram à margem da sociedade.
“Há 12 anos a ‘Ação, Orgulho e Cidadania’ tem o objetivo de criar uma maior aproximação com a sociedade e a comunidade LGBT, promovendo serviços essenciais e informações úteis sobre direitos e saúde.
G1

gayrjA praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi tomada por milhares de pessoas que acompanharam, neste domingo (11), a 21ª edição da Parada do Orgulho LGBT. Com os termômetros marcando acima dos 35°C, os oito trios elétricos arrastaram a multidão pela orla ao som do funk e da música eletrônica.
De acordo com os organizadores, 600 mil pessoas participaram da parada este ano. A Polícia Militar do Rio não faz estimativa de público durante os eventos. Os participantes começaram a se concentrar na Avenida Atlântica por volta das 13h. Muitas pessoas procuraram as árvores da orla para se proteger do sol forte e do calor.
O G1 registrou algumas confusões ao longo da passeata apesar da segurança reforçada. Por volta das 18h, houve pequena confusão e briga entre os participantes da parada. A polícia foi acionada e controlou os brigões. Em outro ponto, uma mulher foi algemada e presa pelos PMs após se envolver em uma discussão.

gayrj2Funk para animar
A funkeira Ludmila fez o primeiro show, ainda no Posto 5. A tradicional bandeira do arco-íris, segundo a organização a maior da América Latina – com 124 metros, foi estendida na avenida entre o terceiro e quarto trio. Também se apresentaram as cantoras Lexa, IZA e a DJ Giordanna Forte.
O tema este ano é: “Eu sou minha identidade”. Na agenda política do evento, a luta pela aprovação da Lei João Nery PL 5002/13 – Lei de Identidade de Gênero. O projeto de lei pretende garantir que qualquer pessoa maior de 18 anos possa ser reconhecida e tratada pela sua identidade de gênero nos documentos de registro e possa realizar intervenções cirúrgicas transexualizadoras sem precisar de laudos psicológicos ou jurídicos.

Policiais militares apartam confusão na Parada LGBT, em Copacabana
O coordenador do programa Rio sem Homofobia da prefeitura, Carlos Tuffevson, disse que ouviu da nova administração municipal que haverá manutenção do programa, mas que prefere esperar para ver se a prefeitura, com Marcelo Crivella a partir de 2017, vai patrocinar o evento.
“Eu não tenho porque achar que ele vai descumprir a palavra dele. Não tem nada que me diga que ele vá descumprir. Mas a gente tem que esperar. Assim como as campanhas contra a homofobia, as campanhas de prevenção à DST e Aids. Eu não tenho como achar que ele vai ou não vai fazer a manutenção disso porque todos os prefeitos têm que fazer”, afirmou Tuffevson.
gayrj3A Parada do Orgulho LGBT Rio organizada há 21 anos pela ONG Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT. De acordo com a organização, o objetivo principal é levar para as ruas pessoas que lutam por direitos iguais, que combatem a intolerância, o preconceito e o ódio, dando voz àqueles que por tantos anos viveram à margem da sociedade.
“Há 12 anos a ‘Ação, Orgulho e Cidadania’ tem o objetivo de criar uma maior aproximação com a sociedade e a comunidade LGBT, promovendo serviços essenciais e informações úteis sobre direitos e saúde.
G1