Na despedida de Formiga, Brasil goleia Itália e é hepta de torneio internacional

formiga4A despedida de Formiga da seleção brasileira feminina não poderia ser melhor. Com título e vitória do Brasil por goleada por 5 a 3 sobre a Itália, na final do Torneio Internacional de Manaus, neste domingo, às 18h45 (de Brasília), na Arena da Amazônia. Este é o sétimo título das brasileiras na competição. Bia, Gabi Zanotti, Andressinha (duas vezes) e Debinha marcaram para as brasileiras. Ilaria Mauro, Gabbiardini e Bonansea descontaram.
Personagem principal do jogo, Formiga mostrou sua emoção desde o hino nacioal e emocionou a todos. E, no fim, quando foi substituída por Fran, mas emoção e saiu de campo aplaudida pelo público e abraçada pelas companheiras. Ela termina uma era com 21 anos de 21 anos dedicados à seleção, com 160 jogos disputados.
O Brasil mostra supremacia na competição com a conquista do hepta. A única edição em que a Seleção não ficou com o título foi em 2010, quando o Canadá sagrou-se campeão. Em 2009, 2010, 2011 e 2012, o Torneio foi realizado em São Paulo, em 2013 e 2014, foi em Brasília e, em 2015, em Natal.

O jogo
O Brasil que entrou em campo diante da Itália neste domingo era outro em comparação àquela mesma equipe que bateu as italianas por 3 a 1 na última quarta. Mais focado, entrosado e com ritmo muito mais intenso, o time Canarinho não deixou a Itália nem mesmo respirar nos primeiros 10 minutos. O time adversário até tentava sair no contra-ataque, mas a marcação pressão imposta por Emily deu certo logos aos oito minutos da primeira etapa. Após falha defensiva do adversário, Thaisa ficou com a sobra e finalizou, para rebote da goleira Schroffnegger. Bia, na boa, aproveitou o rebote para driblar a zagueira e chutar no canto para abrir o placar.
A Itália não tardou para acordar. O time buscou o empate apenas seis minutos após sofrer o gol. Em contra-ataque, Ilara Mauro recebeu cara a cara com Bárbara e fuzilou as redes, com um chute preciso no ângulo direito da arqueira brasileira. O jogo continuou lá e cá, mas o time Canarinho estava ligeiramente melhor em campo. Com mais qualidade que o adversário, o segundo gol brasileiro saiu nos pés de seus talentos individuais. Aos 19, Bia fez grande jogada pelo meio e lançou Gabi Zanotti que, livre na grande área, apenas tirou da goleira para desempatar o marcador.
Em seguida, o duelo caiu de ritmo, dando a entender que as equipes estavam cansadas. Melhor para o Brasil, que aproveitava para administrar o resultado. Até que, em cruzamento da esquerda de ataque da seleção europeia, Gabbiadini recebeu cara a cara e mais uma vez empatou o confronto. Não por muito tempo. Quatro minutos depois, Andressinha bateu falta com maestria da entrada da área e voltou a colocar a Amarelinha à frente no marcador. Aos 40, um lance, no mínimo, engraçado, deu um susto nos torcedores. Bárbara, a lá Neur, driblou a atacante adversária, mas em seguida, em divida, quase sofreu um gol bizonho.
A Itália entrou mais ligada no segundo tempo, tanto que a primeira chance de perigo foi logo no primeiro minutos, nos pés de Ilária Mauro. Mas o Brasil não demorou para responder. Um minuto depois, Andressinha, após sobra, chutou para o gol e contou com o desvio na zaga para enganar a goleira Schroffnegger, ampliando o placar: 4 a 2. Mesmo com a vantagem, o Brasil não diminuiu o ritmo. Em alguns momentos, inclusive, deixava muito espaço atrás, dando condições de contra-ataque às adversárias. Foi num desses momento, que a Itália diminui o marcador. Após cruzamento pela direita, Bonasea apareceu livre na pequena área e só precisou empurrar para dentro.
Com o gol, a Itália acertou a marcação no meio de campo, dificultando a saída de bola brasileira. Para dar mais qualidade ao time, Emily sacou a volante Thaisa e colocou Gabi Nunes. A mudança surtiu efeito menos de dois minutos depois. Gabi iniciou a jogada pelo meio, tocou para Fabiana, que cruzou na área para Debinha finalizar. Gabi Nunes fez o corta-luz. O gol foi um balde de água frio na reação italiana, que não se encontrou mais na partida. Dos 25 minutos em diante, o duelo tornou-se de ataque contra defesa. O Brasil até criou chances, mas não resultaram em gols. No fim, ficou por isso mesmo: 5 a 3, e seleção brasileira mais uma vez campeão.
G1

formiga4A despedida de Formiga da seleção brasileira feminina não poderia ser melhor. Com título e vitória do Brasil por goleada por 5 a 3 sobre a Itália, na final do Torneio Internacional de Manaus, neste domingo, às 18h45 (de Brasília), na Arena da Amazônia. Este é o sétimo título das brasileiras na competição. Bia, Gabi Zanotti, Andressinha (duas vezes) e Debinha marcaram para as brasileiras. Ilaria Mauro, Gabbiardini e Bonansea descontaram.
Personagem principal do jogo, Formiga mostrou sua emoção desde o hino nacioal e emocionou a todos. E, no fim, quando foi substituída por Fran, mas emoção e saiu de campo aplaudida pelo público e abraçada pelas companheiras. Ela termina uma era com 21 anos de 21 anos dedicados à seleção, com 160 jogos disputados.
O Brasil mostra supremacia na competição com a conquista do hepta. A única edição em que a Seleção não ficou com o título foi em 2010, quando o Canadá sagrou-se campeão. Em 2009, 2010, 2011 e 2012, o Torneio foi realizado em São Paulo, em 2013 e 2014, foi em Brasília e, em 2015, em Natal.

O jogo
O Brasil que entrou em campo diante da Itália neste domingo era outro em comparação àquela mesma equipe que bateu as italianas por 3 a 1 na última quarta. Mais focado, entrosado e com ritmo muito mais intenso, o time Canarinho não deixou a Itália nem mesmo respirar nos primeiros 10 minutos. O time adversário até tentava sair no contra-ataque, mas a marcação pressão imposta por Emily deu certo logos aos oito minutos da primeira etapa. Após falha defensiva do adversário, Thaisa ficou com a sobra e finalizou, para rebote da goleira Schroffnegger. Bia, na boa, aproveitou o rebote para driblar a zagueira e chutar no canto para abrir o placar.
A Itália não tardou para acordar. O time buscou o empate apenas seis minutos após sofrer o gol. Em contra-ataque, Ilara Mauro recebeu cara a cara com Bárbara e fuzilou as redes, com um chute preciso no ângulo direito da arqueira brasileira. O jogo continuou lá e cá, mas o time Canarinho estava ligeiramente melhor em campo. Com mais qualidade que o adversário, o segundo gol brasileiro saiu nos pés de seus talentos individuais. Aos 19, Bia fez grande jogada pelo meio e lançou Gabi Zanotti que, livre na grande área, apenas tirou da goleira para desempatar o marcador.
Em seguida, o duelo caiu de ritmo, dando a entender que as equipes estavam cansadas. Melhor para o Brasil, que aproveitava para administrar o resultado. Até que, em cruzamento da esquerda de ataque da seleção europeia, Gabbiadini recebeu cara a cara e mais uma vez empatou o confronto. Não por muito tempo. Quatro minutos depois, Andressinha bateu falta com maestria da entrada da área e voltou a colocar a Amarelinha à frente no marcador. Aos 40, um lance, no mínimo, engraçado, deu um susto nos torcedores. Bárbara, a lá Neur, driblou a atacante adversária, mas em seguida, em divida, quase sofreu um gol bizonho.
A Itália entrou mais ligada no segundo tempo, tanto que a primeira chance de perigo foi logo no primeiro minutos, nos pés de Ilária Mauro. Mas o Brasil não demorou para responder. Um minuto depois, Andressinha, após sobra, chutou para o gol e contou com o desvio na zaga para enganar a goleira Schroffnegger, ampliando o placar: 4 a 2. Mesmo com a vantagem, o Brasil não diminuiu o ritmo. Em alguns momentos, inclusive, deixava muito espaço atrás, dando condições de contra-ataque às adversárias. Foi num desses momento, que a Itália diminui o marcador. Após cruzamento pela direita, Bonasea apareceu livre na pequena área e só precisou empurrar para dentro.
Com o gol, a Itália acertou a marcação no meio de campo, dificultando a saída de bola brasileira. Para dar mais qualidade ao time, Emily sacou a volante Thaisa e colocou Gabi Nunes. A mudança surtiu efeito menos de dois minutos depois. Gabi iniciou a jogada pelo meio, tocou para Fabiana, que cruzou na área para Debinha finalizar. Gabi Nunes fez o corta-luz. O gol foi um balde de água frio na reação italiana, que não se encontrou mais na partida. Dos 25 minutos em diante, o duelo tornou-se de ataque contra defesa. O Brasil até criou chances, mas não resultaram em gols. No fim, ficou por isso mesmo: 5 a 3, e seleção brasileira mais uma vez campeão.
G1