Colégio Eleitoral confirma Trump como novo presidente dos EUA

trumpO Colégio Eleitoral dos Estados Unidos confirmou oficialmente nesta segunda-feira (19) a eleição do republicano Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, informa a agência de notícias Associated Press. A posse será no dia 20 de janeiro.
A eleição foi no dia 8 de novembro. Nos Estados Unidos, ela não é direta, mas funciona através do Colégio Eleitoral, um processo complexo, que envolve delegados escolhidos pelos partidos em todos os estados.
O candidato que venceu nas urnas em cada estado é representado no Colégio Eleitoral por uma chapa de delegados – o número de delegados estaduais é proporcional à população regional. Do total de 538 delegados eleitos, o candidato precisa do apoio de 270 para se eleger presidente.
Por isso, o candidato eleito não necessariamente será aquele que conseguir o maior número de votos populares em todo o país. Neste ano, a democrata Hillary Clinton teve mais votos nas urnas.
As reuniões do Colégio Eleitoral ocorreram nesta segunda em todos os estados e no distrito de Columbia. Nelas, os 538 delegados depositaram seus votos oficiais para presidente e vice-presidente.
Os votos serão enviados para o Arquivo Nacional, onde serão registrados oficialmente. Na etapa seguinte, o Congresso americano vai ler as cédulas com os nomes oficiais no início de janeiro. Depois da contagem, Joe Biden, atual vice-presidente, anunciará o resultado.

Ataques cibernéticos
Neste ano, a votação do Colégio Eleitoral ocorreu em meio a alegações de que a Rússia realizou ataques cibernéticos para tentar influenciar a eleição. A conclusão de agências de inteligência dos EUA de que a Rússia invadiu os emails do Comitê Nacional Democrata na tentativa de fazer a eleição pender para Trump levou os democratas a exortarem alguns membros do Colégio Eleitoral a não votarem de acordo com a escolha popular de seus Estados.
Os emails vazados revelaram detalhes de alguns dos discursos pagos de Hillary a Wall Street, desavenças dentro do partido e críticas internas sobre o uso que a candidata fez de um servidor de emails privado quando era secretária de Estado. As revelações provocaram reportagens constrangedoras e levaram algumas autoridades do partido a renunciar.
Trump e sua equipe rejeitam as alegações de inteligência sobre uma interferência russa, acusando os democratas e seus aliados de tentarem minar a legitimidade de sua vitória eleitoral. As autoridades russas têm negado as acusações de interferência no pleito.
G1

trumpO Colégio Eleitoral dos Estados Unidos confirmou oficialmente nesta segunda-feira (19) a eleição do republicano Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, informa a agência de notícias Associated Press. A posse será no dia 20 de janeiro.
A eleição foi no dia 8 de novembro. Nos Estados Unidos, ela não é direta, mas funciona através do Colégio Eleitoral, um processo complexo, que envolve delegados escolhidos pelos partidos em todos os estados.
O candidato que venceu nas urnas em cada estado é representado no Colégio Eleitoral por uma chapa de delegados – o número de delegados estaduais é proporcional à população regional. Do total de 538 delegados eleitos, o candidato precisa do apoio de 270 para se eleger presidente.
Por isso, o candidato eleito não necessariamente será aquele que conseguir o maior número de votos populares em todo o país. Neste ano, a democrata Hillary Clinton teve mais votos nas urnas.
As reuniões do Colégio Eleitoral ocorreram nesta segunda em todos os estados e no distrito de Columbia. Nelas, os 538 delegados depositaram seus votos oficiais para presidente e vice-presidente.
Os votos serão enviados para o Arquivo Nacional, onde serão registrados oficialmente. Na etapa seguinte, o Congresso americano vai ler as cédulas com os nomes oficiais no início de janeiro. Depois da contagem, Joe Biden, atual vice-presidente, anunciará o resultado.

Ataques cibernéticos
Neste ano, a votação do Colégio Eleitoral ocorreu em meio a alegações de que a Rússia realizou ataques cibernéticos para tentar influenciar a eleição. A conclusão de agências de inteligência dos EUA de que a Rússia invadiu os emails do Comitê Nacional Democrata na tentativa de fazer a eleição pender para Trump levou os democratas a exortarem alguns membros do Colégio Eleitoral a não votarem de acordo com a escolha popular de seus Estados.
Os emails vazados revelaram detalhes de alguns dos discursos pagos de Hillary a Wall Street, desavenças dentro do partido e críticas internas sobre o uso que a candidata fez de um servidor de emails privado quando era secretária de Estado. As revelações provocaram reportagens constrangedoras e levaram algumas autoridades do partido a renunciar.
Trump e sua equipe rejeitam as alegações de inteligência sobre uma interferência russa, acusando os democratas e seus aliados de tentarem minar a legitimidade de sua vitória eleitoral. As autoridades russas têm negado as acusações de interferência no pleito.
G1