TSE vê suspeita de irregularidade em 41,8% das doações eleitorais em 2016

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta suspeita de irregularidades em 403.799 das 965.113 doações de pessoas físicas nas eleições municipais deste ano, o que dá 41,8% do total.
O levantamento foi divulgado durante entrevista concedida pelo presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes.
Segundo os dados do TSE, as cinco situações que levaram o tribunal a identificar suspeita de irregularidades foram (incluindo CPFs e CNPJs):

• Doador desempregado: 141.278
• Concentração de doadores em uma mesma empresa: 89.040
• Doador inscrito no programa Bolsa Família: 74.179
• Doador cuja renda conhecida é incompatível com o valor doado: 61.682
• Doador sócio de empresa que recebe recursos da administração pública: 20.509

De acordo com o TSE, foram desconsiderados para este levantamento os registros de doações cujo CPF do doador apresentava valor “nulo” e os que os tipos de receita eram “recursos de origens não identificadas” ou “rendimentos de aplicações financeiras”.
Ao todo, segundo o tribunal, os candidatos receberam R$ 2.796.732.731,11 em doações no primeiro turno e R$ 581.353.820,31 no segundo, totalizando R$ 3.378.086.551,42.
Além disso, os candidatos declararam ter gasto R$ 3.445.395.345,63 no primeiro turno e R$ 146.724.947,98 no segundo, um total de R$ 3.592.120.293,61.

Partidos
Ainda conforme o levantamento divulgado pelo TSE nesta segunda, os partidos que mais receberam doações nas eleições municipais deste ano foram:

1. PRB (R$ 28,4 milhões)
2. PSDB (R$ 25,3 milhões)
3. DEM (R$ 24,1 milhões)
4. PP (R$ 18,3 milhões)
5. PR (R$ 16,3 milhões)

Esses também foram os cinco partidos que mais gastaram.
Além disso, informou o tribunal, os principais gastos na campanha deste ano foram:

• Publicidade por materiais impressos: R$ 530.670.898,21
• Doações financeiras a outros candidatos/partidos: R$ 381.701.769,21
• Baixa de estimáveis – cessão ou locação de veículos: R$ 345.780.293,47
• Serviços prestados por terceiros: R$ 253.376.292,36
• Despesas com pessoal: R$ 248.577.173,30
G1

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta suspeita de irregularidades em 403.799 das 965.113 doações de pessoas físicas nas eleições municipais deste ano, o que dá 41,8% do total.
O levantamento foi divulgado durante entrevista concedida pelo presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes.
Segundo os dados do TSE, as cinco situações que levaram o tribunal a identificar suspeita de irregularidades foram (incluindo CPFs e CNPJs):

• Doador desempregado: 141.278
• Concentração de doadores em uma mesma empresa: 89.040
• Doador inscrito no programa Bolsa Família: 74.179
• Doador cuja renda conhecida é incompatível com o valor doado: 61.682
• Doador sócio de empresa que recebe recursos da administração pública: 20.509

De acordo com o TSE, foram desconsiderados para este levantamento os registros de doações cujo CPF do doador apresentava valor “nulo” e os que os tipos de receita eram “recursos de origens não identificadas” ou “rendimentos de aplicações financeiras”.
Ao todo, segundo o tribunal, os candidatos receberam R$ 2.796.732.731,11 em doações no primeiro turno e R$ 581.353.820,31 no segundo, totalizando R$ 3.378.086.551,42.
Além disso, os candidatos declararam ter gasto R$ 3.445.395.345,63 no primeiro turno e R$ 146.724.947,98 no segundo, um total de R$ 3.592.120.293,61.

Partidos
Ainda conforme o levantamento divulgado pelo TSE nesta segunda, os partidos que mais receberam doações nas eleições municipais deste ano foram:

1. PRB (R$ 28,4 milhões)
2. PSDB (R$ 25,3 milhões)
3. DEM (R$ 24,1 milhões)
4. PP (R$ 18,3 milhões)
5. PR (R$ 16,3 milhões)

Esses também foram os cinco partidos que mais gastaram.
Além disso, informou o tribunal, os principais gastos na campanha deste ano foram:

• Publicidade por materiais impressos: R$ 530.670.898,21
• Doações financeiras a outros candidatos/partidos: R$ 381.701.769,21
• Baixa de estimáveis – cessão ou locação de veículos: R$ 345.780.293,47
• Serviços prestados por terceiros: R$ 253.376.292,36
• Despesas com pessoal: R$ 248.577.173,30
G1