Hollande perdoa mulher presa por matar marido após sofrer 47 anos de violência

Uma mulher que matou o marido após sofrer abusos dele por vários anos e se tornou símbolo do sofrimento das vítimas de violência doméstica na França foi libertada da prisão nesta quarta-feira (28) após receber perdão presidencial.
O presidente François Hollande concedeu a Jacqueline Sauvage o perdão por considerar que “seu lugar não é mais na prisão, mas com a sua família”.
Sauvage, de 69 anos, estava cumprindo pena de 10 anos por atirar em seu marido Norbert Marot um dia depois que o filho deles se enforcou em 2012.
Uma fonte da polícia disse que um carro foi visto saindo da prisão com Sauvage e três membros da família. Uma multidão de jornalistas estava aguardando, mas o carro não parou.
A filha de Sauvage, Carole Marot, disse a uma rádio francesa que estava a caminho da prisão. “Estou chorando. É maravilhoso”, afirmou. “Agradecimentos sem fim ao presidente.”
Uma de suas advogadas, Nathalie Tomasini, disse na quarta que estava tomada por “alegria e emoção” por causa do perdão.
O caso, que se tornou célebre na França, sofreu muitas reviravoltas desde que Sauvage atirou em seu marido três vezes pelas costas.
Sauvage afirma que enfrentou 47 anos de violência, incluindo estupro, nas mãos de Marot. Suas três filhas testemunharam contra o pai, dizendo que elas também foram espancadas e estupradas.
Grupos feministas, celebridades e políticos apoiaram a mulher, com uma petição que chegou a quase 436 mil assinaturas.
G1

Uma mulher que matou o marido após sofrer abusos dele por vários anos e se tornou símbolo do sofrimento das vítimas de violência doméstica na França foi libertada da prisão nesta quarta-feira (28) após receber perdão presidencial.
O presidente François Hollande concedeu a Jacqueline Sauvage o perdão por considerar que “seu lugar não é mais na prisão, mas com a sua família”.
Sauvage, de 69 anos, estava cumprindo pena de 10 anos por atirar em seu marido Norbert Marot um dia depois que o filho deles se enforcou em 2012.
Uma fonte da polícia disse que um carro foi visto saindo da prisão com Sauvage e três membros da família. Uma multidão de jornalistas estava aguardando, mas o carro não parou.
A filha de Sauvage, Carole Marot, disse a uma rádio francesa que estava a caminho da prisão. “Estou chorando. É maravilhoso”, afirmou. “Agradecimentos sem fim ao presidente.”
Uma de suas advogadas, Nathalie Tomasini, disse na quarta que estava tomada por “alegria e emoção” por causa do perdão.
O caso, que se tornou célebre na França, sofreu muitas reviravoltas desde que Sauvage atirou em seu marido três vezes pelas costas.
Sauvage afirma que enfrentou 47 anos de violência, incluindo estupro, nas mãos de Marot. Suas três filhas testemunharam contra o pai, dizendo que elas também foram espancadas e estupradas.
Grupos feministas, celebridades e políticos apoiaram a mulher, com uma petição que chegou a quase 436 mil assinaturas.
G1