Romero rejeita, por veto total a projeto aprovado pela Câmara, aumento do próprio salário, do vice-prefeito e dos secretários

O prefeito Romero Rodrigues oficializou, em veto total publicado no Semanário Oficial do Município desta sexta-feira, 30, uma decisão que já tinha anunciado dias após sua vitórias nas urnas de outubro: rejeitou a proposta de reajuste ao próprio salário, congelando também os vencimentos do vice-prefeito, dos secretários e dirigentes de autarquias.

De acordo com o veto total ao Projeto de Lei aprovado na Câmara especificamente para contemplar o Poder Executivo, Romero Rodrigues rejeita o reajuste aprovado pela Câmara de Vereadores recentemente. Em termos oficiais, seu salário sairia de R$ 20 mil para quase R$ 23 mil. Na prática, porém, desde o segundo semestre de 2015, por decreto, Romero já tinha reduzido em 40% seu próprio subsídio, passando a perceber R$ 12 mil.

Pelo projeto de lei vetado, os salários dos secretários, procurador geral, presidentes e superintendentes de autarquias passaria a ser de R$ 15 mil. Atualmente, é pouco mais de R$ 11 mil em valores brutos. Ficam congelados também.

Justiticativa
Em seu veto total à iniciativa da Câmara, Romero justifica que “a propositura vai de encontro ao interesse público, eis que elevou a despesa pública municipal numa época em que o País e o Município de Campina Grande atravessam uma grave crise econômica, além de criar despesa sem indicar a correspondente fonte de custeio”.

Destaca Romero ainda em seu veto que “o ajuste fiscal é inevitável para reorganizar a situação econômica de Campina Grande, sendo portanto necessário vetar o presente Projeto de Lei, que vai de encontro ao interesse público ao elevar despesas em meio à crise econômica.

O prefeito Romero Rodrigues oficializou, em veto total publicado no Semanário Oficial do Município desta sexta-feira, 30, uma decisão que já tinha anunciado dias após sua vitórias nas urnas de outubro: rejeitou a proposta de reajuste ao próprio salário, congelando também os vencimentos do vice-prefeito, dos secretários e dirigentes de autarquias.

De acordo com o veto total ao Projeto de Lei aprovado na Câmara especificamente para contemplar o Poder Executivo, Romero Rodrigues rejeita o reajuste aprovado pela Câmara de Vereadores recentemente. Em termos oficiais, seu salário sairia de R$ 20 mil para quase R$ 23 mil. Na prática, porém, desde o segundo semestre de 2015, por decreto, Romero já tinha reduzido em 40% seu próprio subsídio, passando a perceber R$ 12 mil.

Pelo projeto de lei vetado, os salários dos secretários, procurador geral, presidentes e superintendentes de autarquias passaria a ser de R$ 15 mil. Atualmente, é pouco mais de R$ 11 mil em valores brutos. Ficam congelados também.

Justiticativa
Em seu veto total à iniciativa da Câmara, Romero justifica que “a propositura vai de encontro ao interesse público, eis que elevou a despesa pública municipal numa época em que o País e o Município de Campina Grande atravessam uma grave crise econômica, além de criar despesa sem indicar a correspondente fonte de custeio”.

Destaca Romero ainda em seu veto que “o ajuste fiscal é inevitável para reorganizar a situação econômica de Campina Grande, sendo portanto necessário vetar o presente Projeto de Lei, que vai de encontro ao interesse público ao elevar despesas em meio à crise econômica.