Secretaria de Saúde de Campina Grande amplia tratamento para crianças com microcefalia

microCGA partir da próxima quarta-feira, 1º de fevereiro, será iniciada uma nova etapa no tratamento das crianças com microcefalia e outras alterações provocadas pela Síndrome Congênita do Zika Vírus em Campina Grande. A Prefeitura vai ampliar a oferta de exames e consultas especializadas. Além disso, os bebês, que antes eram atendidos no Hospital Municipal Pedro I, agora passarão a ser acompanhados no Centro Especializado de Reabilitação – CER, no bairro de Bodocongó.

O CER funciona na antiga AACD – Associação de Apoio à Criança Deficiente, que foi municipalizada em 2016 pela Prefeitura. No novo serviço, as crianças agora vão contar com atendimentos de otorrino, oftalmo, fono e neurologia todos os dias da semana. O CER também vai disponibilizar consultas duas vezes por semana com urologista e uma médica fisiatra irá atender 03 dias semanalmente. Outro diferencial do serviço é que lá as crianças ainda terão fisioterapia aquática e o fornecimento gratuito de próteses ortopédicas.

Mesmo no novo espaço, as 127 crianças com a síndrome, atendidas na rede municipal de saúde de Campina Grande, continuarão recebendo todo o atendimento da equipe multidisciplinar que atuava no ambulatório especializado em microcefalia do Hospital Pedro I, como terapia ocupacional, fisioterapia, pediatria e enfermagem. O acompanhamento psicológico e social das famílias também será mantido no CER, que dispõe de infraestrutura tanto para o tratamento quanto para apoio aos familiares.

“Considerando critérios técnicos relacionados ao desenvolvimento das crianças e o que o espaço tem de limitações para o avanço no desenvolvimento das mesmas, decidimos transferir o atendimento das mesmas para o CER. Com mais profissionais e estrutura adequada, vamos agregar ainda mais qualidade e avanço no objetivo maior, que é o de fazer com que os pacientes especiais atinjam o ápice de seu desenvolvimento”, explicou a neurologista Alba Gean Medeiros, que acompanha os bebês desde o surgimento dos primeiros casos.

A secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, assegurou que a Prefeitura já está contratando mais profissionais para garantir o direito à assistência de qualidade às crianças com a Síndrome Congênita do Zika no CER. “Neste novo espaço vamos poder oferecer não só a reabilitação física para estas crianças, como também a reabilitação auditiva, visual e intelectual. É uma nova etapa, mas vamos manter o modelo humanizado na assistência, sobretudo, valorizando ainda mais a integração das famílias”, garantiu a secretária.

Centro Integrado – Graças à resposta rápida da Prefeitura de Campina Grande no enfrentamento do surto de casos de microcefalia, a cidade deverá ser a primeira o Brasil a sediar um dos Centros Integrados para crianças com a síndrome do zika, que serão implantados, ainda este ano, pelo Governo Federal. A proposta é criar, mais um espaço para assistência, integrando, além da saúde, as secretarias de Assistência Social e de Educação. No Centro Integrado ainda serão realizadas pesquisas científicas sobre a doença, que deverão ser coordenadas pelo Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto – Ipesq.

microCGA partir da próxima quarta-feira, 1º de fevereiro, será iniciada uma nova etapa no tratamento das crianças com microcefalia e outras alterações provocadas pela Síndrome Congênita do Zika Vírus em Campina Grande. A Prefeitura vai ampliar a oferta de exames e consultas especializadas. Além disso, os bebês, que antes eram atendidos no Hospital Municipal Pedro I, agora passarão a ser acompanhados no Centro Especializado de Reabilitação – CER, no bairro de Bodocongó.

O CER funciona na antiga AACD – Associação de Apoio à Criança Deficiente, que foi municipalizada em 2016 pela Prefeitura. No novo serviço, as crianças agora vão contar com atendimentos de otorrino, oftalmo, fono e neurologia todos os dias da semana. O CER também vai disponibilizar consultas duas vezes por semana com urologista e uma médica fisiatra irá atender 03 dias semanalmente. Outro diferencial do serviço é que lá as crianças ainda terão fisioterapia aquática e o fornecimento gratuito de próteses ortopédicas.

Mesmo no novo espaço, as 127 crianças com a síndrome, atendidas na rede municipal de saúde de Campina Grande, continuarão recebendo todo o atendimento da equipe multidisciplinar que atuava no ambulatório especializado em microcefalia do Hospital Pedro I, como terapia ocupacional, fisioterapia, pediatria e enfermagem. O acompanhamento psicológico e social das famílias também será mantido no CER, que dispõe de infraestrutura tanto para o tratamento quanto para apoio aos familiares.

“Considerando critérios técnicos relacionados ao desenvolvimento das crianças e o que o espaço tem de limitações para o avanço no desenvolvimento das mesmas, decidimos transferir o atendimento das mesmas para o CER. Com mais profissionais e estrutura adequada, vamos agregar ainda mais qualidade e avanço no objetivo maior, que é o de fazer com que os pacientes especiais atinjam o ápice de seu desenvolvimento”, explicou a neurologista Alba Gean Medeiros, que acompanha os bebês desde o surgimento dos primeiros casos.

A secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, assegurou que a Prefeitura já está contratando mais profissionais para garantir o direito à assistência de qualidade às crianças com a Síndrome Congênita do Zika no CER. “Neste novo espaço vamos poder oferecer não só a reabilitação física para estas crianças, como também a reabilitação auditiva, visual e intelectual. É uma nova etapa, mas vamos manter o modelo humanizado na assistência, sobretudo, valorizando ainda mais a integração das famílias”, garantiu a secretária.

Centro Integrado – Graças à resposta rápida da Prefeitura de Campina Grande no enfrentamento do surto de casos de microcefalia, a cidade deverá ser a primeira o Brasil a sediar um dos Centros Integrados para crianças com a síndrome do zika, que serão implantados, ainda este ano, pelo Governo Federal. A proposta é criar, mais um espaço para assistência, integrando, além da saúde, as secretarias de Assistência Social e de Educação. No Centro Integrado ainda serão realizadas pesquisas científicas sobre a doença, que deverão ser coordenadas pelo Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto – Ipesq.