Casal é encontrado morto na cobertura de prédio; PC suspeita de homicídio seguido de suicídio

Um casal foi encontrado baleado e morto na cobertura do prédio onde morava no Itaim Bibi, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo, na tarde de sábado (25). O G1 apurou que caso foi registrado como homicídio e suicídio no 14º Distrito Policial (DP), Pinheiros, na Zona Oeste, mas será investigado pelo 15º DP, delegacia da área.
Para a Polícia Civil há indícios de que o empresário João Alberto Ferrão, de 63 anos, baleou e assassinou a mulher, a advogada Renata Vieira de Souza Ferrão, 50, e depois se matou com tiro. O motivo do crime ainda está sendo apurado.
Em entrevista neste domingo (26) à reportagem, o radialista Edson Nico Natale, de 59 anos, amigo e vizinho do casal, contou que ficou surpreso com a morte do casal. “Eram casados há 15 anos, não tinham filhos e não demonstravam qualquer problema em público”, disse ele, que suspeita que o crime tenha sido passional. “Talvez por causa de algum desgaste do relacionamento”.
João e Renata moravam na cobertura do 12º andar do bloco 1 do Condomínio Itaim Podium, na Rua Bandeira Paulista. Segundo policiais ouvidos pela reportagem, foi uma pessoa que conhecia o casal quem acionou a Polícia Militar (PM) para ir até o apartamento.
De acordo com a assessoria de imprensa da PM, uma viatura foi ao local depois das 17h de sábado para atender uma ocorrência de homicídio. Mas ao entrar no imóvel, viu dois corpos, o de Renata e o de João. Segundo a GloboNews, a advogada estava no closet e o empresário na piscina.
Segundo policiais civis, uma pistola, estava próxima a João, o que levou a investigação a deduzir que ele atirou primeiro na mulher e depois se matou. De qualquer maneira, a arma do crime foi apreendida para ser periciada.
Serão realizados exames para comprovar a versão policial de que o empresário matou a advogada e se suicidou. Segundo policiais, não havia sinais de arrombamento ou de luta no imóvel.
O que também reforça a tese de homicídio seguido de suicídio é o fato de policiais militares terem relatado no boletim de ocorrência que encontraram uma carta escrita por João, informando que iria se matar. Segundo a GloboNews, nela, ele deixa orientações de como administrarem a rede de estacionamentos da qual ele diretor executivo.
G1

Um casal foi encontrado baleado e morto na cobertura do prédio onde morava no Itaim Bibi, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo, na tarde de sábado (25). O G1 apurou que caso foi registrado como homicídio e suicídio no 14º Distrito Policial (DP), Pinheiros, na Zona Oeste, mas será investigado pelo 15º DP, delegacia da área.
Para a Polícia Civil há indícios de que o empresário João Alberto Ferrão, de 63 anos, baleou e assassinou a mulher, a advogada Renata Vieira de Souza Ferrão, 50, e depois se matou com tiro. O motivo do crime ainda está sendo apurado.
Em entrevista neste domingo (26) à reportagem, o radialista Edson Nico Natale, de 59 anos, amigo e vizinho do casal, contou que ficou surpreso com a morte do casal. “Eram casados há 15 anos, não tinham filhos e não demonstravam qualquer problema em público”, disse ele, que suspeita que o crime tenha sido passional. “Talvez por causa de algum desgaste do relacionamento”.
João e Renata moravam na cobertura do 12º andar do bloco 1 do Condomínio Itaim Podium, na Rua Bandeira Paulista. Segundo policiais ouvidos pela reportagem, foi uma pessoa que conhecia o casal quem acionou a Polícia Militar (PM) para ir até o apartamento.
De acordo com a assessoria de imprensa da PM, uma viatura foi ao local depois das 17h de sábado para atender uma ocorrência de homicídio. Mas ao entrar no imóvel, viu dois corpos, o de Renata e o de João. Segundo a GloboNews, a advogada estava no closet e o empresário na piscina.
Segundo policiais civis, uma pistola, estava próxima a João, o que levou a investigação a deduzir que ele atirou primeiro na mulher e depois se matou. De qualquer maneira, a arma do crime foi apreendida para ser periciada.
Serão realizados exames para comprovar a versão policial de que o empresário matou a advogada e se suicidou. Segundo policiais, não havia sinais de arrombamento ou de luta no imóvel.
O que também reforça a tese de homicídio seguido de suicídio é o fato de policiais militares terem relatado no boletim de ocorrência que encontraram uma carta escrita por João, informando que iria se matar. Segundo a GloboNews, nela, ele deixa orientações de como administrarem a rede de estacionamentos da qual ele diretor executivo.
G1