Fala ao vivo de Wilton Maia sobre privatização da Cagepa viraliza nas redes sociais

Ainda continua repercutindo nas redes sociais do Estado a fala ao vivo feita na noite desta quinta-feira (9) nas redes sociais pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Paraíba – Stiupb – Wilton Maia Velez, sobre a possibilidade de privatização dos serviços de água e esgoto na região paraibana. Wilton Maia está em Brasília participando de vários encontros com sindicatos do País contrários ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal, que prevê a privatização dos serviços de água e esgoto no Brasil. As discussões continuam nessa sexta-feira, 10.
Na noite desta quinta-feira ele usou o Facebook para uma transmissão ao vivo direto de Brasília que durou praticamente uma hora e repercutiu muito, já que o assunto além de muito polêmico e importante, é do interesse de todos os paraibanos. A fala de Wilton até a manhã desta sexta-feira já tinha registrado 1.700 visualizações, mais de 90 compartilhamentos e mais de 230 comentários. E os números não param de aumentar.
Durante a transmissão ele explicou que o governo e a Cagepa já se habilitaram no processo da PPI, que é o programa do Governo Federal para investimento, onde se pega dinheiro público para uma empresa privada administrar a Cagepa com o dinheiro público. “Falta franqueza intelectual por parte do Governo” disse Wilton Maia.
“A Cagepa fez empréstimo de R$150 milhões para liquidar dívidas e aumentou a tarifa em 85%, então a empresa está equilibrada. Tem problemas de execução de obras, mas muitas obras já são feitos por empresas privadas”, comentou o sindicalista.
“O que o Governo Federal com BNDS pretende? Eles pretendem, depois que enfrentamos tudo o que enfrentamos antes da chegada da água, privatizar o acesso a água. Isso é perigoso. Vamos travar uma luta, pois a população tem que saber o que está por trás disso. Espero que o que eles falaram não sejam palavras soltas, seja verdade. Vamos dialogar com a sociedade”, completou Wilton.
Todo o setor de leitura, assim como o setor de obras, já está privatizado e o que não está privatizado é a distribuição e tratamento da água, entre outros serviços. “Se a água for transformada em mercadoria, vai ter um custo”, ressaltou.

Clic aqui e veja o vídeo da transmissão ao vivo de Wilton Maia pelo Facebook

 

Ainda continua repercutindo nas redes sociais do Estado a fala ao vivo feita na noite desta quinta-feira (9) nas redes sociais pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Paraíba – Stiupb – Wilton Maia Velez, sobre a possibilidade de privatização dos serviços de água e esgoto na região paraibana. Wilton Maia está em Brasília participando de vários encontros com sindicatos do País contrários ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal, que prevê a privatização dos serviços de água e esgoto no Brasil. As discussões continuam nessa sexta-feira, 10.
Na noite desta quinta-feira ele usou o Facebook para uma transmissão ao vivo direto de Brasília que durou praticamente uma hora e repercutiu muito, já que o assunto além de muito polêmico e importante, é do interesse de todos os paraibanos. A fala de Wilton até a manhã desta sexta-feira já tinha registrado 1.700 visualizações, mais de 90 compartilhamentos e mais de 230 comentários. E os números não param de aumentar.
Durante a transmissão ele explicou que o governo e a Cagepa já se habilitaram no processo da PPI, que é o programa do Governo Federal para investimento, onde se pega dinheiro público para uma empresa privada administrar a Cagepa com o dinheiro público. “Falta franqueza intelectual por parte do Governo” disse Wilton Maia.
“A Cagepa fez empréstimo de R$150 milhões para liquidar dívidas e aumentou a tarifa em 85%, então a empresa está equilibrada. Tem problemas de execução de obras, mas muitas obras já são feitos por empresas privadas”, comentou o sindicalista.
“O que o Governo Federal com BNDS pretende? Eles pretendem, depois que enfrentamos tudo o que enfrentamos antes da chegada da água, privatizar o acesso a água. Isso é perigoso. Vamos travar uma luta, pois a população tem que saber o que está por trás disso. Espero que o que eles falaram não sejam palavras soltas, seja verdade. Vamos dialogar com a sociedade”, completou Wilton.
Todo o setor de leitura, assim como o setor de obras, já está privatizado e o que não está privatizado é a distribuição e tratamento da água, entre outros serviços. “Se a água for transformada em mercadoria, vai ter um custo”, ressaltou.

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