Audiência Pública sobre direitos e conquistas das mulheres é realizada na CMCG

Dando continuidade as comemorações do mês da mulher a Câmara Municipal de Campina Grande, atendendo a propositura do vereador Anderson Maia, realizou na manhã dessa quinta-feira (16) uma audiência pública para discutir sobre as dificuldades encontradas pelas mulheres para conquistar o seu espaço nas comunidades e os conflitos gerados pela desigualdade de gênero.
Em sua justificativa, o vereador Anderson Maia alertou para os desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade em busca da igualdade de gênero e melhor qualidade de vida. “Trouxemos uma audiência pública para conversar sobre as mulheres que, em pleno século vinte um, precisam conviver e ter medo do assédio sexual e moral porque a desigualdade de gênero ainda está viva na sociedade. Estamos nessa audiência para ouvi-las, pois elas são as verdadeiras protagonistas dessa história, devemos respeitar e somar essa luta pelos direitos básicos da mulher”, afirmou.
O Brasil é o quinto país com maior taxa de feminicídios de acordo com uma pesquisa elaborada pela ONU, e para a delegada Maíra Roberta, da Delegacia da Mulher, é necessário que a população combata essas agressões e denunciem. “Apesar de dez anos da Lei Maria da Penha a violência contra mulher aumentou nesse período, o feminicídio é gradativo, ai começando com maus tratos e termina em homicídio. Nosso maior atendimento hoje na delegacia é por causa da violência física, mas 40% das mulheres não denunciam por medo e 35% por vergonha. Devemos combater a violência em todos os níveis e não nos calar”, alertou.
De acordo com a presidente e vereadora Ivonete Ludgério, que na sessão especial realizada no dia 8 de março veio de luto pelas mulheres vítimas de violência, é preciso que haja essa discussão na Casa para que novas propostas sejam criadas para o bem da mulher na sociedade. “É uma discussão ampla sobre a problemática que a mulher vive. Continuo de preto hoje como uma forma de protesto contra a violência tanto física quanto psicológica, em luto principalmente pelas vítimas que foram assassinadas por causa de resquícios do machismo e preconceito. Eu acredito que a educação familiar é fundamental para que a violência contra as mulheres diminua”, destacou.
O debate com os presentes ocorreu de forma participativa, onde os convidados e a galeria puderam expor suas opiniões sobre a temática em busca de combater os problemas e revigorar as lutas, revertendo a atual situação de violência contra a mulher.
Estiveram presentes na audiência representantes da Prefeitura Municipal de Campina Grande, Secretaria Executiva de Juventude do Estado, SUPLAN, Secretaria de Saúde da Paraíba, Tribunal de Contas da Paraíba, Delegacia da Mulher, Hospital de Queimadas, Instituto dos Cegos de campina Grande, Movimento de Mulheres Negras, Centro de Referencia de Assistência Social (CRAS), Secretaria de Agricultura da Paraíba, Grupo de Idosos, parlamentares da Casa e campinenses.

Dirp./CMCG

Dando continuidade as comemorações do mês da mulher a Câmara Municipal de Campina Grande, atendendo a propositura do vereador Anderson Maia, realizou na manhã dessa quinta-feira (16) uma audiência pública para discutir sobre as dificuldades encontradas pelas mulheres para conquistar o seu espaço nas comunidades e os conflitos gerados pela desigualdade de gênero.
Em sua justificativa, o vereador Anderson Maia alertou para os desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade em busca da igualdade de gênero e melhor qualidade de vida. “Trouxemos uma audiência pública para conversar sobre as mulheres que, em pleno século vinte um, precisam conviver e ter medo do assédio sexual e moral porque a desigualdade de gênero ainda está viva na sociedade. Estamos nessa audiência para ouvi-las, pois elas são as verdadeiras protagonistas dessa história, devemos respeitar e somar essa luta pelos direitos básicos da mulher”, afirmou.
O Brasil é o quinto país com maior taxa de feminicídios de acordo com uma pesquisa elaborada pela ONU, e para a delegada Maíra Roberta, da Delegacia da Mulher, é necessário que a população combata essas agressões e denunciem. “Apesar de dez anos da Lei Maria da Penha a violência contra mulher aumentou nesse período, o feminicídio é gradativo, ai começando com maus tratos e termina em homicídio. Nosso maior atendimento hoje na delegacia é por causa da violência física, mas 40% das mulheres não denunciam por medo e 35% por vergonha. Devemos combater a violência em todos os níveis e não nos calar”, alertou.
De acordo com a presidente e vereadora Ivonete Ludgério, que na sessão especial realizada no dia 8 de março veio de luto pelas mulheres vítimas de violência, é preciso que haja essa discussão na Casa para que novas propostas sejam criadas para o bem da mulher na sociedade. “É uma discussão ampla sobre a problemática que a mulher vive. Continuo de preto hoje como uma forma de protesto contra a violência tanto física quanto psicológica, em luto principalmente pelas vítimas que foram assassinadas por causa de resquícios do machismo e preconceito. Eu acredito que a educação familiar é fundamental para que a violência contra as mulheres diminua”, destacou.
O debate com os presentes ocorreu de forma participativa, onde os convidados e a galeria puderam expor suas opiniões sobre a temática em busca de combater os problemas e revigorar as lutas, revertendo a atual situação de violência contra a mulher.
Estiveram presentes na audiência representantes da Prefeitura Municipal de Campina Grande, Secretaria Executiva de Juventude do Estado, SUPLAN, Secretaria de Saúde da Paraíba, Tribunal de Contas da Paraíba, Delegacia da Mulher, Hospital de Queimadas, Instituto dos Cegos de campina Grande, Movimento de Mulheres Negras, Centro de Referencia de Assistência Social (CRAS), Secretaria de Agricultura da Paraíba, Grupo de Idosos, parlamentares da Casa e campinenses.

Dirp./CMCG