Servidores da saúde participam de assembleia, definem índice de reajuste e sinalizam paralisação

Em assembleia realizada nesta terça-feira, 11, no Cine São José, os servidores da saúde juntamente com a direção do SINTAB, discutiram questões relativas a campanha salarial, Data Base, problemas individuais e sobre a mobilização para a Greve Geral que ocorrerá no dia 28 de Abril.
O encontro iniciou-se com o vice-presidente Giovanni Freire falando sobre a campanha salarial para os servidores da saúde e iniciando a formação da comissão que irá acompanhar o PCCR da categoria. Após este momento, Giovanni repassou para os servidores presentes que o índice pedido pelo sindicato para o reajuste nos salários é de 26%, o que foi aprovado pelos trabalhadores presentes, este percentual justifica-se pelo fato de que desde 2011 o plano de cargos está parado. Já em relação a Data Base, que inclui-se condições de trabalho, reajuste salarial anual, manutenção de benefícios e obtenção de outros, foi acertado que se não for cumprida até Maio, a partir do dia 1º de Junho a categoria irá paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Em relação as questões individuais, a servidora Priscila Medeiros relatou as dificuldades que encontra no seu local de trabalho, ela falou que não há sequer uma sede própria da Unidade Básica de Saúde no bairro em que atua, falta medicamentos e que necessita explicar para os usuários o porquê da deficiência do serviço e conscientizá-los que eles precisam reclamar com quem pode solucionar o problema, já que quando o trabalhador reclama é muitas vezes interpretado de outra forma pela gestão.
Por fim, o secretário de política e formação sindical, Franklyn Barbosa, explanou sobre a organização e importância da participação de todos na Greve Geral contra a reforma da previdência no próximo dia 28 de Abril. Barbosa falou que “O recado é esse, que a gente não possa ter no futuro o peso na consciência de não ter participado, que a gente possa dar uma demonstração de democracia e de cidadania no dia 28, pois não são só nossos direitos que serão negados, são os direitos das gerações dos seus filhos, dos seus netos”.

Em assembleia realizada nesta terça-feira, 11, no Cine São José, os servidores da saúde juntamente com a direção do SINTAB, discutiram questões relativas a campanha salarial, Data Base, problemas individuais e sobre a mobilização para a Greve Geral que ocorrerá no dia 28 de Abril.
O encontro iniciou-se com o vice-presidente Giovanni Freire falando sobre a campanha salarial para os servidores da saúde e iniciando a formação da comissão que irá acompanhar o PCCR da categoria. Após este momento, Giovanni repassou para os servidores presentes que o índice pedido pelo sindicato para o reajuste nos salários é de 26%, o que foi aprovado pelos trabalhadores presentes, este percentual justifica-se pelo fato de que desde 2011 o plano de cargos está parado. Já em relação a Data Base, que inclui-se condições de trabalho, reajuste salarial anual, manutenção de benefícios e obtenção de outros, foi acertado que se não for cumprida até Maio, a partir do dia 1º de Junho a categoria irá paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Em relação as questões individuais, a servidora Priscila Medeiros relatou as dificuldades que encontra no seu local de trabalho, ela falou que não há sequer uma sede própria da Unidade Básica de Saúde no bairro em que atua, falta medicamentos e que necessita explicar para os usuários o porquê da deficiência do serviço e conscientizá-los que eles precisam reclamar com quem pode solucionar o problema, já que quando o trabalhador reclama é muitas vezes interpretado de outra forma pela gestão.
Por fim, o secretário de política e formação sindical, Franklyn Barbosa, explanou sobre a organização e importância da participação de todos na Greve Geral contra a reforma da previdência no próximo dia 28 de Abril. Barbosa falou que “O recado é esse, que a gente não possa ter no futuro o peso na consciência de não ter participado, que a gente possa dar uma demonstração de democracia e de cidadania no dia 28, pois não são só nossos direitos que serão negados, são os direitos das gerações dos seus filhos, dos seus netos”.