Entidades decidem em reunião seguir calendário de ações da greve geral

Representantes das centrais sindicais, Frente Brasil Popular, sindicatos e de movimentos sociais se reuniram no Sindicato dos Urbanitários de Campina Grande/PB, no início da noite de ontem (12), quando decidiram seguir o calendário nacional de ações durante todo este mês, rumo à greve geral prevista para o próximo dia 28.
A expectativa da greve geral contra as reformas propostas pelo governo Michel Temer, segundo o secretário geral da CTB/PB, José do Nascimento Coelho, é de reunir todos os trabalhadores e trabalhadoras no movimento. “O envolvimento da classe trabalhadora é de grande importância para reforçar a mobilização nacional contra a retirada de direitos, sendo a principal pauta a luta contra a reforma trabalhista e a reforma da Previdência”, afirma.
De acordo com o sindicalista, o mês de abril vem sendo marcado de lutas, com assembleias, reuniões, plenárias e outras manifestações, com o objetivo de sensibilizar os trabalhadores à greve geral, “uma resposta ao presidente Michel Temer, frente à situação política, social e econômica que o país atravessa, imposta pelo governo”, afirma Coelho.
O slogan é ‘nenhum direito a menos’ e pelas prerrogativas, acredita Coelho, o movimento se encaminha com sucesso para a greve geral no próximo dia 28, quando o Brasil todo deve parar.

Representantes das centrais sindicais, Frente Brasil Popular, sindicatos e de movimentos sociais se reuniram no Sindicato dos Urbanitários de Campina Grande/PB, no início da noite de ontem (12), quando decidiram seguir o calendário nacional de ações durante todo este mês, rumo à greve geral prevista para o próximo dia 28.
A expectativa da greve geral contra as reformas propostas pelo governo Michel Temer, segundo o secretário geral da CTB/PB, José do Nascimento Coelho, é de reunir todos os trabalhadores e trabalhadoras no movimento. “O envolvimento da classe trabalhadora é de grande importância para reforçar a mobilização nacional contra a retirada de direitos, sendo a principal pauta a luta contra a reforma trabalhista e a reforma da Previdência”, afirma.
De acordo com o sindicalista, o mês de abril vem sendo marcado de lutas, com assembleias, reuniões, plenárias e outras manifestações, com o objetivo de sensibilizar os trabalhadores à greve geral, “uma resposta ao presidente Michel Temer, frente à situação política, social e econômica que o país atravessa, imposta pelo governo”, afirma Coelho.
O slogan é ‘nenhum direito a menos’ e pelas prerrogativas, acredita Coelho, o movimento se encaminha com sucesso para a greve geral no próximo dia 28, quando o Brasil todo deve parar.