Sindicato dos Urbanitários faz panfletagem nesta quarta em preparação da greve geral

greveG28O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba – Stiupb – vai participar ativamente em Campina Grande das manifestações de rua contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo Governo Federal e que devem ser votadas ainda esta semana em Brasília, para tirar direitos dos trabalhadores e prejudicar quem estar prestes a se aposentar, entre outras coisas.
De acordo com o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, nesta quarta-feira (26) a entidade vai fazer panfletagem às 7h na Chesf, Energisa, Cagepa nos DP R2 e R1 e no Monte Santo, mostrando aos trabalhadores a importância de lutar contra as reformas e para garantir os direitos de todos. A panfletagem faz parte das atividades que vão marcar a sexta-feira (28) quando acontece uma greve geral em todo o Brasil e o Stiupb vai às ruas fortalecer o movimento.
Wilton Maia disse que na sexta-feira o encontro com os trabalhadores da Chesf, Energisa e Cagepa vai acontecer às 7h30 no R2 (em frente a Manoel da Carne de Sol) e de lá todos sairão pelas ruas centrais de Campina Grande e depois se união aos outros sindicatos na Praça da Bandeira para o ato público final do movimento, que deve culminar com apresentações culturais.

SAIBA MAIS
10 MOTIVOS PARA VOCÊ DEFENDER A APOSENTADORIA E PARTICIPAR DA GREVE GERAL

Em defesa da aposentadoria e contra a reforma da previdência
Tem muita informação circurlando por aí sobre a reforma da previdência que vai acabar com os direitos dos trabalhadores, principalmente a aposentadoria. Isso porque o governo do presidente ilegítimo tem feito muita propaganda para confundir ainda mais o povo brasileiro. Não é à toa que foi até proibido pela Justiça de veicular propaganda na televisão e rádio sobre o rombo da previdência social.

Para facilitar o entendimento, nós fizemos um resumo de 10 pontos para ajudar a expor o que está em jogo na reforma:

1. Fixa em 65 anos a idade mínima para aposentadoria para homens e mulheres. O que aumenta a desigualdade porque as mulheres têm jornada dupla, tendo que cuidar da casa, dos filhos, entre outras tarefas diferenciais.

2. Aumenta o tempo de contribuição de 15 para 25 anos e exige 49 anos de contribuição para acesso à aposentadoria integral

3. Acaba com as aposentadorias especiais, que é concedida aos trabalhadores que atuam em atividades prejudiciais à saúde e a aposentadoria dos professores que também é considerada especial.

4. Cria um pedágio para homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos que terão acréscimo de 50% no tempo até se aposentar

5. Reduz o valor das pensões e benefícios do INSS em até metade do que é hoje.

6. Acaba com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) que é pago às pessoas idosas, com deficiência de famílias pobres.

7. Se a reforma for aprovada, os jovens terão que começar a trabalhar com 16 anos e contribuir sem interrupções por 49 anos para poder se aposentar com 65 anos.

8. Aumenta o tempo de contribuição para os trabalhadores rurais que terão que recolher a contribuição individual por 25 anos (atualmente é de 15 anos) e também eleva a idade para 65 anos.

9. Em um cenário de crise econômica e acentuado desemprego, mudar as regras da Previdência aumentará a crise.

10. Com essas mudanças, o presidente Michel Temer quer que o povo brasileiro trabalhe até morrer, porque na maioria das cidades brasileiras – principalmente nas periferias – a expectativa de vida da população brasileira é de 58 anos.
RELATOR DA REFORMA TRABALHISTA PREVÊ QUE MUDANÇAS ENTREM EM VIGOR EM JUNHO

O relator do projeto de lei sobre a reforma trabalhista, deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), prevê que as alterações na legislação da CLT entrem em vigor em meados de junho, antes do recesso parlamentar.
Em evento na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em São Paulo, Marinho defendeu a reforma alegando que a CLT perdeu sua condição de atender às necessidades atuais do mercado de trabalho. “A ideia foi modernizar a lei para adequá-la ao espírito do tempo”, afirmou.
Entre os principais pontos do projeto estão a prevalência da negociação entre empresas e trabalhadores sobre a lei para pontos como flexibilização da jornada, fragmentação de férias, trabalho por produtividade e mudanças na representatividade dos trabalhadores dentro das empresas, sem necessidade de o escolhido ser sindicalizado. Além disso, o projeto de lei prevê regulamentação nas modalidades de trabalho por home office (trabalho em casa) e intermitente, no qual os trabalhadores são pagos por período trabalhado.
Segundo ele, nem as mobilizações marcadas para esta terça-feira (18) e dia 28, com possibilidade de paralisações pelo país, afetarão a tramitação do projeto. “As mobilizações são perfeitamente naturais e fazem parte do processo contrário ao que estamos fazendo”, disse.
De acordo com Marinho, a ideia é que o projeto seja votado em comissão da Câmara entre esta quarta e quinta-feira. Como se trata de lei ordinária, só precisa de maioria simples para passar pela Câmara, segundo ele.
O relatório de Rogério Marinho será votado pela Comissão Especial da Reforma Trabalhista. Depois a proposta segue para a análise do Plenário da Câmara.
“No final de abril estaria exaurido no âmbito da Câmara e iria para o Senado. E no final do mês de maio e começo de junho já estaria sendo aprovado nas duas Casas”, disse.
Segundo ele, não haverá perdas de direitos por parte do trabalhador, mesmo suprimindo ou modificando 117 dos mais de 900 artigos da CLT. “Não estamos mexendo no artigo 7º da Constituição, que garante os direitos do trabalhador”, garantiu.

greveG28O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba – Stiupb – vai participar ativamente em Campina Grande das manifestações de rua contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo Governo Federal e que devem ser votadas ainda esta semana em Brasília, para tirar direitos dos trabalhadores e prejudicar quem estar prestes a se aposentar, entre outras coisas.
De acordo com o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, nesta quarta-feira (26) a entidade vai fazer panfletagem às 7h na Chesf, Energisa, Cagepa nos DP R2 e R1 e no Monte Santo, mostrando aos trabalhadores a importância de lutar contra as reformas e para garantir os direitos de todos. A panfletagem faz parte das atividades que vão marcar a sexta-feira (28) quando acontece uma greve geral em todo o Brasil e o Stiupb vai às ruas fortalecer o movimento.
Wilton Maia disse que na sexta-feira o encontro com os trabalhadores da Chesf, Energisa e Cagepa vai acontecer às 7h30 no R2 (em frente a Manoel da Carne de Sol) e de lá todos sairão pelas ruas centrais de Campina Grande e depois se união aos outros sindicatos na Praça da Bandeira para o ato público final do movimento, que deve culminar com apresentações culturais.

SAIBA MAIS
10 MOTIVOS PARA VOCÊ DEFENDER A APOSENTADORIA E PARTICIPAR DA GREVE GERAL

Em defesa da aposentadoria e contra a reforma da previdência
Tem muita informação circurlando por aí sobre a reforma da previdência que vai acabar com os direitos dos trabalhadores, principalmente a aposentadoria. Isso porque o governo do presidente ilegítimo tem feito muita propaganda para confundir ainda mais o povo brasileiro. Não é à toa que foi até proibido pela Justiça de veicular propaganda na televisão e rádio sobre o rombo da previdência social.

Para facilitar o entendimento, nós fizemos um resumo de 10 pontos para ajudar a expor o que está em jogo na reforma:

1. Fixa em 65 anos a idade mínima para aposentadoria para homens e mulheres. O que aumenta a desigualdade porque as mulheres têm jornada dupla, tendo que cuidar da casa, dos filhos, entre outras tarefas diferenciais.

2. Aumenta o tempo de contribuição de 15 para 25 anos e exige 49 anos de contribuição para acesso à aposentadoria integral

3. Acaba com as aposentadorias especiais, que é concedida aos trabalhadores que atuam em atividades prejudiciais à saúde e a aposentadoria dos professores que também é considerada especial.

4. Cria um pedágio para homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos que terão acréscimo de 50% no tempo até se aposentar

5. Reduz o valor das pensões e benefícios do INSS em até metade do que é hoje.

6. Acaba com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) que é pago às pessoas idosas, com deficiência de famílias pobres.

7. Se a reforma for aprovada, os jovens terão que começar a trabalhar com 16 anos e contribuir sem interrupções por 49 anos para poder se aposentar com 65 anos.

8. Aumenta o tempo de contribuição para os trabalhadores rurais que terão que recolher a contribuição individual por 25 anos (atualmente é de 15 anos) e também eleva a idade para 65 anos.

9. Em um cenário de crise econômica e acentuado desemprego, mudar as regras da Previdência aumentará a crise.

10. Com essas mudanças, o presidente Michel Temer quer que o povo brasileiro trabalhe até morrer, porque na maioria das cidades brasileiras – principalmente nas periferias – a expectativa de vida da população brasileira é de 58 anos.
RELATOR DA REFORMA TRABALHISTA PREVÊ QUE MUDANÇAS ENTREM EM VIGOR EM JUNHO

O relator do projeto de lei sobre a reforma trabalhista, deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), prevê que as alterações na legislação da CLT entrem em vigor em meados de junho, antes do recesso parlamentar.
Em evento na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em São Paulo, Marinho defendeu a reforma alegando que a CLT perdeu sua condição de atender às necessidades atuais do mercado de trabalho. “A ideia foi modernizar a lei para adequá-la ao espírito do tempo”, afirmou.
Entre os principais pontos do projeto estão a prevalência da negociação entre empresas e trabalhadores sobre a lei para pontos como flexibilização da jornada, fragmentação de férias, trabalho por produtividade e mudanças na representatividade dos trabalhadores dentro das empresas, sem necessidade de o escolhido ser sindicalizado. Além disso, o projeto de lei prevê regulamentação nas modalidades de trabalho por home office (trabalho em casa) e intermitente, no qual os trabalhadores são pagos por período trabalhado.
Segundo ele, nem as mobilizações marcadas para esta terça-feira (18) e dia 28, com possibilidade de paralisações pelo país, afetarão a tramitação do projeto. “As mobilizações são perfeitamente naturais e fazem parte do processo contrário ao que estamos fazendo”, disse.
De acordo com Marinho, a ideia é que o projeto seja votado em comissão da Câmara entre esta quarta e quinta-feira. Como se trata de lei ordinária, só precisa de maioria simples para passar pela Câmara, segundo ele.
O relatório de Rogério Marinho será votado pela Comissão Especial da Reforma Trabalhista. Depois a proposta segue para a análise do Plenário da Câmara.
“No final de abril estaria exaurido no âmbito da Câmara e iria para o Senado. E no final do mês de maio e começo de junho já estaria sendo aprovado nas duas Casas”, disse.
Segundo ele, não haverá perdas de direitos por parte do trabalhador, mesmo suprimindo ou modificando 117 dos mais de 900 artigos da CLT. “Não estamos mexendo no artigo 7º da Constituição, que garante os direitos do trabalhador”, garantiu.