Preso lutador condenado por matar esposa por asfixia e tentar simular suicídio dela

Após recorrer até a última instância judicial possível e ter recursos negados, o lutador de jiu-jitsu Thiago Pereira Fernandes, condenado a 17 anos de prisão pelo homicídio qualificado da esposa, Gabryelle de Farias Alves, foi preso na tarde desta terça-feira (25), pela Polícia Civil de Campina Grande, através de agentes da Delegacia de Crimes contra a Pessoa, que cumpriram mandado de prisão por condenação definitiva. Na ocasião do crime, ocorrido em 2012, segundo a delegada Ellen Maria, o acusado teria asfixiado a companheira e, após o assassinato, teria tentado simular o suicídio da vítima, colocando uma corda no pescoço dela.

“Ele foi preso em flagrante após a perícia constatar não ter se tratado de suicídio. Foi a júri em Campina Grande no ano de 2013, com condenação a 17 anos de prisão. Recorreu ao Tribunal de Justiça da Paraíba, que em 2014 manteve a condenação por unanimidade. Recorreu ao Superior Tribunal de Justiça e o recurso foi negado, tendo sido então condenado definitivamente”, contou a delegada, que informou que a Câmara Criminal do TJPB expediu mandado de prisão em 7 de abril, por condenação definitiva, cumprido nesta terça-feira.

O condenado, que respondia pelo crime em liberdade, foi detido na casa dele. Ele foi encaminhado para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde vai aguardar pela audiência de custódia, que será realizada nesta quarta-feira (26). Em seguida, ele deve ser levado para a Penitenciária do Serrotão.

Relembre o caso

Conforme denúncia do Ministério Público, em janeiro de 2012, o acusado, usando de força física, teria estrangulado a companheira, ocasionando-lhe ferimentos graves e causando a morte dela. No mesmo dia, o pai da jovem de 21 anos tentou se comunicar com ela, mas não conseguiu, tendo se deslocado até a residência da vítima, em companhia do denunciado, onde a encontrou morta no banheiro, pendurada em uma corda, indicando um provável suicídio.
O laudo pericial apontou como indícios da causa da morte asfixia por constrição cervical. Sendo assim, o acusado foi submetido a julgamento do Tribunal do Júri e condenado.

Após recorrer até a última instância judicial possível e ter recursos negados, o lutador de jiu-jitsu Thiago Pereira Fernandes, condenado a 17 anos de prisão pelo homicídio qualificado da esposa, Gabryelle de Farias Alves, foi preso na tarde desta terça-feira (25), pela Polícia Civil de Campina Grande, através de agentes da Delegacia de Crimes contra a Pessoa, que cumpriram mandado de prisão por condenação definitiva. Na ocasião do crime, ocorrido em 2012, segundo a delegada Ellen Maria, o acusado teria asfixiado a companheira e, após o assassinato, teria tentado simular o suicídio da vítima, colocando uma corda no pescoço dela.

“Ele foi preso em flagrante após a perícia constatar não ter se tratado de suicídio. Foi a júri em Campina Grande no ano de 2013, com condenação a 17 anos de prisão. Recorreu ao Tribunal de Justiça da Paraíba, que em 2014 manteve a condenação por unanimidade. Recorreu ao Superior Tribunal de Justiça e o recurso foi negado, tendo sido então condenado definitivamente”, contou a delegada, que informou que a Câmara Criminal do TJPB expediu mandado de prisão em 7 de abril, por condenação definitiva, cumprido nesta terça-feira.

O condenado, que respondia pelo crime em liberdade, foi detido na casa dele. Ele foi encaminhado para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde vai aguardar pela audiência de custódia, que será realizada nesta quarta-feira (26). Em seguida, ele deve ser levado para a Penitenciária do Serrotão.

Relembre o caso

Conforme denúncia do Ministério Público, em janeiro de 2012, o acusado, usando de força física, teria estrangulado a companheira, ocasionando-lhe ferimentos graves e causando a morte dela. No mesmo dia, o pai da jovem de 21 anos tentou se comunicar com ela, mas não conseguiu, tendo se deslocado até a residência da vítima, em companhia do denunciado, onde a encontrou morta no banheiro, pendurada em uma corda, indicando um provável suicídio.
O laudo pericial apontou como indícios da causa da morte asfixia por constrição cervical. Sendo assim, o acusado foi submetido a julgamento do Tribunal do Júri e condenado.