Setor moveleiro aumenta participação na produção industrial da Paraíba, diz presidente da FIEP

Na atualidade, um dos setores que tem se destacado na produção industrial da Paraíba é o setor moveleiro, contando com cerca de 300 empresas formais que geram aproximadamente dois mil empregos.
Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, Francisco de Assis Benevides Gadelha, é um setor que está crescendo e expandindo sua produção principalmente na capital João Pessoa. “Podemos dizer que este é um setor que está evoluindo em seus métodos e processos e, sobretudo, no design que eu considero um dos fatores mais importantes e, aliás, eu reputo o design de móveis como mais importante até mesmo do que a tecnologia porque a tecnologia passa com rapidez e o design é eterno, tem valorização e vida permanente”, disse Francisco Gadelha.
No Brasil, o país reúne atualmente 17 mil companhias dedicadas à confecção de móveis, distribuídas nas cinco regiões brasileiras: Região Sul, Região Sudeste, Região Centro-Oeste, Região Norte e Região Nordeste. O mercado brasileiro de móveis atualmente ocupa o quinto lugar no ranking mundial desse setor, com um faturamento superior a R$ 30 bilhões por ano, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário – ABIMÓVEL.
A indústria moveleira caracteriza-se pela reunião de diversos processos de produção. Envolve diferentes matérias-primas e diversidade de produtos finais. Pode ainda ser segmentada, principalmente, em função dos materiais em que os móveis são confeccionados (madeira, metal e outros), assim como de acordo com o destino dos produtos fabricados (em especial, móveis para residência e para escritório).
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Moveleira (ABIMOVEL), este segmento é reconhecido pela alta qualidade de produtos ofertados ao mercado consumidor. Pesquisas apontam que é um setor com relevante potencial de crescimento e “guarda” historicamente, oportunidades prósperas de negócios, especialmente pela facilidade de obtenção de matérias-primas de qualidade em território nacional, tais como madeiras, algodão e látex.

Na atualidade, um dos setores que tem se destacado na produção industrial da Paraíba é o setor moveleiro, contando com cerca de 300 empresas formais que geram aproximadamente dois mil empregos.
Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, Francisco de Assis Benevides Gadelha, é um setor que está crescendo e expandindo sua produção principalmente na capital João Pessoa. “Podemos dizer que este é um setor que está evoluindo em seus métodos e processos e, sobretudo, no design que eu considero um dos fatores mais importantes e, aliás, eu reputo o design de móveis como mais importante até mesmo do que a tecnologia porque a tecnologia passa com rapidez e o design é eterno, tem valorização e vida permanente”, disse Francisco Gadelha.
No Brasil, o país reúne atualmente 17 mil companhias dedicadas à confecção de móveis, distribuídas nas cinco regiões brasileiras: Região Sul, Região Sudeste, Região Centro-Oeste, Região Norte e Região Nordeste. O mercado brasileiro de móveis atualmente ocupa o quinto lugar no ranking mundial desse setor, com um faturamento superior a R$ 30 bilhões por ano, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário – ABIMÓVEL.
A indústria moveleira caracteriza-se pela reunião de diversos processos de produção. Envolve diferentes matérias-primas e diversidade de produtos finais. Pode ainda ser segmentada, principalmente, em função dos materiais em que os móveis são confeccionados (madeira, metal e outros), assim como de acordo com o destino dos produtos fabricados (em especial, móveis para residência e para escritório).
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Moveleira (ABIMOVEL), este segmento é reconhecido pela alta qualidade de produtos ofertados ao mercado consumidor. Pesquisas apontam que é um setor com relevante potencial de crescimento e “guarda” historicamente, oportunidades prósperas de negócios, especialmente pela facilidade de obtenção de matérias-primas de qualidade em território nacional, tais como madeiras, algodão e látex.