Quadrilha guardava em Bíblia dinheiro de fraude em concursos

A Polícia Civil da Paraíba deu detalhes, durante uma entrevista coletiva na manhã segunda-feira (15), da Operação Gabarito, que investiga fraudes em concursos públicos e vestibulares na Paraíba e em outros estados.
Alguns objetos foram apreendidos durante a operação, entre eles uma Bíblia que era utilizada para guardar os cheques e a movimentação financeira; um carro, que pertence a Dayane Nascimento, que servia como transporte para candidatos fazerem as provas, e alguns objetos eletrônicos usados durante a aplicação do concurso.
A suspeita da Polícia Civil é de que o dinheiro lucrado com a fraude era empregado na construção de imóveis, que devem ser sequestrados e leiloados para ressarcir o valor à união.
O esquema era liderado pelos irmãos Flávio Luciano Borges e Vicente Nascimento Borges, presos na primeira fase da operação, deflagrada no domingo (07), e PRF Marcos Vinícius Pimentel, que está foragido. A expectativa é de que 70 pessoas estejam envolvidas na organização e por conta disto novas fases da operação serão deflagradas.
As investigações concluíram que a filha do PRF, Mayara Rafaele, aprovada em primeiro lugar no vestibular de medicina da Unipê, utilizou a fraude para conseguir uma bolsa do Programa Universidades para Todos, do Governo Federal. Durante o depoimento, ela detalhou de como era a fraude.
A Polícia trabalha com a hipótese de que pelo menos 70 exames tenham sido fraudados. Entre eles, Ministério Público da Paraíba, Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, Guarda Municipal de João Pessoa e Bayeux, IBGE e a Prefeitura do Conde.
Mesmo tendo o Nordeste como foco, o grupo tinha tinha começado a praticar irregularidades em concursos no Sudeste, Norte e Centro-Oeste.
MaisPB

A Polícia Civil da Paraíba deu detalhes, durante uma entrevista coletiva na manhã segunda-feira (15), da Operação Gabarito, que investiga fraudes em concursos públicos e vestibulares na Paraíba e em outros estados.
Alguns objetos foram apreendidos durante a operação, entre eles uma Bíblia que era utilizada para guardar os cheques e a movimentação financeira; um carro, que pertence a Dayane Nascimento, que servia como transporte para candidatos fazerem as provas, e alguns objetos eletrônicos usados durante a aplicação do concurso.
A suspeita da Polícia Civil é de que o dinheiro lucrado com a fraude era empregado na construção de imóveis, que devem ser sequestrados e leiloados para ressarcir o valor à união.
O esquema era liderado pelos irmãos Flávio Luciano Borges e Vicente Nascimento Borges, presos na primeira fase da operação, deflagrada no domingo (07), e PRF Marcos Vinícius Pimentel, que está foragido. A expectativa é de que 70 pessoas estejam envolvidas na organização e por conta disto novas fases da operação serão deflagradas.
As investigações concluíram que a filha do PRF, Mayara Rafaele, aprovada em primeiro lugar no vestibular de medicina da Unipê, utilizou a fraude para conseguir uma bolsa do Programa Universidades para Todos, do Governo Federal. Durante o depoimento, ela detalhou de como era a fraude.
A Polícia trabalha com a hipótese de que pelo menos 70 exames tenham sido fraudados. Entre eles, Ministério Público da Paraíba, Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, Guarda Municipal de João Pessoa e Bayeux, IBGE e a Prefeitura do Conde.
Mesmo tendo o Nordeste como foco, o grupo tinha tinha começado a praticar irregularidades em concursos no Sudeste, Norte e Centro-Oeste.
MaisPB