Foragido da Gabarito, agente da PRF se entrega

Foragido da 2ª fase da Operação Gabarito da Polícia Civil da Paraíba, o agente da Polícia Rodoviária Federal, Marcus Vinicius Pimentel, se entregou, no início da noite desta terça-feira (16), à Justiça. Ele é apontado pela Polícia Civil como um dos líderes de uma quadrilha que fraudava concursos públicos e vestibulares em vários Estados, principalmente na Paraíba.
O policial rodoviário se apresentou acompanhado de advogados a juíza Lua Yamaoka Mariz Maia Pitanga, na 4ª Vara Criminal, em João Pessoa.
O suspeito foi levado ainda no início da noite para a Central de Polícia no bairro do Geisel, onde será interrogado pelo delegado, Lucas Sá e outros delegados que compõem a Delegacia de Defraudações da Capital paraibana.
Em entrevista ao Portal MaisPB, o delegado Lucas Sá explicou que todo material eletrônico apreendido com a quadrilha será apreciado e auxiliar na identificação de outros membros do grupo, inclusive com a mesma função ou ocupando importância maior que o PRF preso.
A polícia acredita que a quadrilha tenha faturado mais de R$ 21 milhões com as fraudes.
MaisPB

Foragido da 2ª fase da Operação Gabarito da Polícia Civil da Paraíba, o agente da Polícia Rodoviária Federal, Marcus Vinicius Pimentel, se entregou, no início da noite desta terça-feira (16), à Justiça. Ele é apontado pela Polícia Civil como um dos líderes de uma quadrilha que fraudava concursos públicos e vestibulares em vários Estados, principalmente na Paraíba.
O policial rodoviário se apresentou acompanhado de advogados a juíza Lua Yamaoka Mariz Maia Pitanga, na 4ª Vara Criminal, em João Pessoa.
O suspeito foi levado ainda no início da noite para a Central de Polícia no bairro do Geisel, onde será interrogado pelo delegado, Lucas Sá e outros delegados que compõem a Delegacia de Defraudações da Capital paraibana.
Em entrevista ao Portal MaisPB, o delegado Lucas Sá explicou que todo material eletrônico apreendido com a quadrilha será apreciado e auxiliar na identificação de outros membros do grupo, inclusive com a mesma função ou ocupando importância maior que o PRF preso.
A polícia acredita que a quadrilha tenha faturado mais de R$ 21 milhões com as fraudes.
MaisPB