Menina cita Convenção de Genebra ao criticar castigo de professora e vira sensação na web

genebraUma garota de 11 anos da Escócia acabou virando sensação na internet depois que seu pai publicou, em seu perfil no Twitter, uma resposta dela, citando a Convenção de Genebra para criticar os castigos coletivos impostos por sua professora à classe.
“Minha filha realmente entregou esse feedback à escola. Não sei se eu deveria deixá-la de castigo ou dar um sorvete pra ela”, afirmou Mason Cross, um escritor britânico, ao compartilhar a foto da resposta da menina aos seus seguidores, na manhã desta quinta-feira (25).
O formulário que Ava, filha de Mason, precisou preencher pedia para os alunos citarem “coisas que meus professores podem fazer melhor”. Em sua resposta, ela disse: “Não aplicar punições coletivas, já que não é justo para as muitas pessoas que não fizeram nada, e, pela Convenção de Genebra de 1949, são um crime de guerra”.

A publicação viralizou rápido. Em cerca de 12 horas, mais de 50 mil pessoas haviam compartilhado a notícia. Dada a grande repercussão, ele esclareceu que “ela acha a professora dela o máximo, é só com esse aspecto do sistema de justiça educacional que ela tem um problema”.
Muitas pessoas se espantaram com o fato de punições coletivas ainda serem aplicadas em escolas, e outras questionaram Mason sobre o motivo pelo qual ele cogitou deixar a garota de castigo. Em sua resposta, ele afirmou que, apesar de a escola ter pedido o feedback dos alunos, e apesar de o argumento dela ter sido legítimo, ela foi muito “atrevida” em sua resposta.
Porém, graças às muitas respostas dos internautas, que, segundo o escritor, claramente mostravam um “consenso generalizado”, Ava ganhou o sorvete. Cerca de sete horas depois do primeiro post, Mason publicou uma foto da garota, sorridente, segurando dois sorvetes:
G1

genebraUma garota de 11 anos da Escócia acabou virando sensação na internet depois que seu pai publicou, em seu perfil no Twitter, uma resposta dela, citando a Convenção de Genebra para criticar os castigos coletivos impostos por sua professora à classe.
“Minha filha realmente entregou esse feedback à escola. Não sei se eu deveria deixá-la de castigo ou dar um sorvete pra ela”, afirmou Mason Cross, um escritor britânico, ao compartilhar a foto da resposta da menina aos seus seguidores, na manhã desta quinta-feira (25).
O formulário que Ava, filha de Mason, precisou preencher pedia para os alunos citarem “coisas que meus professores podem fazer melhor”. Em sua resposta, ela disse: “Não aplicar punições coletivas, já que não é justo para as muitas pessoas que não fizeram nada, e, pela Convenção de Genebra de 1949, são um crime de guerra”.

A publicação viralizou rápido. Em cerca de 12 horas, mais de 50 mil pessoas haviam compartilhado a notícia. Dada a grande repercussão, ele esclareceu que “ela acha a professora dela o máximo, é só com esse aspecto do sistema de justiça educacional que ela tem um problema”.
Muitas pessoas se espantaram com o fato de punições coletivas ainda serem aplicadas em escolas, e outras questionaram Mason sobre o motivo pelo qual ele cogitou deixar a garota de castigo. Em sua resposta, ele afirmou que, apesar de a escola ter pedido o feedback dos alunos, e apesar de o argumento dela ter sido legítimo, ela foi muito “atrevida” em sua resposta.
Porém, graças às muitas respostas dos internautas, que, segundo o escritor, claramente mostravam um “consenso generalizado”, Ava ganhou o sorvete. Cerca de sete horas depois do primeiro post, Mason publicou uma foto da garota, sorridente, segurando dois sorvetes:
G1