Servidores da Saúde de Campina Grande param por tempo indeterminado

Os servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande entram em greve por tempo indeterminado, a partir desta quarta-feira (7). A decisão pela greve foi deliberada em assembleia na semana passada. De acordo com o diretor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), Napoleão Maracajá, vários são os motivos da greve, mas a questão principal é o não cumprimento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).

“Os motivos para a greve são vários. Mas o principal é o descumprimento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, tendo em vista que não houve progressões, baseadas na inflação”, afirmou Maracajá.

Segundo o diretor de comunicação do Sintab, o valor de 3% concedido pela Prefeitura de Campina Grande à categoria está muito longe do ideal.

“Esse valor de 3% concedido pela prefeitura não da nem para se levar em conta. É irrisório. Nós exigimos uma radiografia financeira na prefeitura de Campina Grande. As nossas reivindicações são que o aumento seja elevado para 26%, somando os prejuízos de cinco anos sem aumento de acordo com o índice de inflação”, finalizou.

Os servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande entram em greve por tempo indeterminado, a partir desta quarta-feira (7). A decisão pela greve foi deliberada em assembleia na semana passada. De acordo com o diretor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), Napoleão Maracajá, vários são os motivos da greve, mas a questão principal é o não cumprimento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).

“Os motivos para a greve são vários. Mas o principal é o descumprimento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, tendo em vista que não houve progressões, baseadas na inflação”, afirmou Maracajá.

Segundo o diretor de comunicação do Sintab, o valor de 3% concedido pela Prefeitura de Campina Grande à categoria está muito longe do ideal.

“Esse valor de 3% concedido pela prefeitura não da nem para se levar em conta. É irrisório. Nós exigimos uma radiografia financeira na prefeitura de Campina Grande. As nossas reivindicações são que o aumento seja elevado para 26%, somando os prejuízos de cinco anos sem aumento de acordo com o índice de inflação”, finalizou.