Ex-diretor do FBI diz que Trump escolheu difamá-lo

difamadoJames Comey, ex-diretor da polícia federal dos Estados Unidos (FBI), afirmou no Senado, nesta quinta-feira (8), que o presidente Donald Trump escolheu difamá-lo e também o FBI.
Ele foi demitido de maneira repentina pelo presidente americano, Donald Trump, em maio, e as circunstâncias da sua saída não ficaram claras.
“Embora a lei não exija nenhum motivo para demitir o diretor do FBI, a administração [Trump] escolheu me difamar e, mais importante, difamar o FBI ao dizer que a organização estava em desordem, e que a força de trabalho havia perdido confiança em seu líder”, afirmou, segundo a Reuters, ao Comitê de Inteligência do Senado que investiga uma suposta interferência russa nas eleições americanas.
Durante o depoimento, Comey disse que Trump elogiou por várias vezes o seu trabalho. “Eu entendi que estava fazendo um bom trabalho. Fiquei confuso quando soube pela imprensa que tinha sido demitido por causa da investigação sobre a Rússia. Isso não fazia nenhum sentido para mim”, declarou.
Comey afirmou que percebeu o pedido o mandatário como uma ordem, mas ressaltou que não é o seu papel indicar se Trump incorreu no crime de obstrução à Justiça ao sugerir maneiras de realizar a investigação sobre a suposta ingerência russa.
“Não acho que deva dizer se as conversas que tive com o presidente foram obstrução à Justiça. Foi uma coisa muito perturbadora, desconcertante”, se limitou a comentar durante a audiência.

Rússia
Comey disse não ter dúvidas de que a Rússia tentou interferir na eleição presidencial americana. Ao ser perguntado se “tinha alguma dúvida de que a Rússia tentou interferir” , ele respondeu: “Nenhuma [dúvida]”.
Dias depois de Comey se desligar do posto, o jornal “New York Times” divulgou um memorando em que Comey relata o pedido do presidente para que ele encerrasse a investigação sobre o antigo conselheiro de segurança nacional, Michael Flynn, suspeito de estar em contato com a Rússia durante a campanha presidencial.
G1

difamadoJames Comey, ex-diretor da polícia federal dos Estados Unidos (FBI), afirmou no Senado, nesta quinta-feira (8), que o presidente Donald Trump escolheu difamá-lo e também o FBI.
Ele foi demitido de maneira repentina pelo presidente americano, Donald Trump, em maio, e as circunstâncias da sua saída não ficaram claras.
“Embora a lei não exija nenhum motivo para demitir o diretor do FBI, a administração [Trump] escolheu me difamar e, mais importante, difamar o FBI ao dizer que a organização estava em desordem, e que a força de trabalho havia perdido confiança em seu líder”, afirmou, segundo a Reuters, ao Comitê de Inteligência do Senado que investiga uma suposta interferência russa nas eleições americanas.
Durante o depoimento, Comey disse que Trump elogiou por várias vezes o seu trabalho. “Eu entendi que estava fazendo um bom trabalho. Fiquei confuso quando soube pela imprensa que tinha sido demitido por causa da investigação sobre a Rússia. Isso não fazia nenhum sentido para mim”, declarou.
Comey afirmou que percebeu o pedido o mandatário como uma ordem, mas ressaltou que não é o seu papel indicar se Trump incorreu no crime de obstrução à Justiça ao sugerir maneiras de realizar a investigação sobre a suposta ingerência russa.
“Não acho que deva dizer se as conversas que tive com o presidente foram obstrução à Justiça. Foi uma coisa muito perturbadora, desconcertante”, se limitou a comentar durante a audiência.

Rússia
Comey disse não ter dúvidas de que a Rússia tentou interferir na eleição presidencial americana. Ao ser perguntado se “tinha alguma dúvida de que a Rússia tentou interferir” , ele respondeu: “Nenhuma [dúvida]”.
Dias depois de Comey se desligar do posto, o jornal “New York Times” divulgou um memorando em que Comey relata o pedido do presidente para que ele encerrasse a investigação sobre o antigo conselheiro de segurança nacional, Michael Flynn, suspeito de estar em contato com a Rússia durante a campanha presidencial.
G1