CNI e Caixa firmam parceria de cooperação para ampliar acesso a crédito para micro, pequenas e médias empresas

parceirosA Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Caixa Econômica Federal firmaram acordo de cooperação para ampliar o acesso ao crédito e aumentar a competitividade das micro, pequenas e médias empresas do segmento indústria. A assinatura ocorreu durante o 4º Seminário Pense nas Pequenas Primeiro, na sede da CNI, em Brasília.

Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, é fundamental definir um programa microeconômico que reduza os custos das empresas, aumente sua produtividade e melhore o ambiente de negócios. “Neste momento, a atuação de nossas entidades se torna ainda mais necessária para que os pequenos negócios avancem. O acesso à informação, aos mercados e ao crédito é seu maior desafio. O acesso ao crédito é primordial na retomada do crescimento. A crise exauriu os recursos próprios das empresas”, afirma.

Robson Braga de Andrade alerta para a pesquisa da CNI que mostrou que o acesso ao financiamento tem sido insuficiente para as necessidades das empresas, como impactos na perda de oportunidades de negócios, no atraso no pagamento de fornecedores e, também, no recolhimento de impostos.

Presidente do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da CNI, Amaro Sales, lembra que as micro e pequenas empresas representam mais de 23 milhões de empreendedores, são 27% do Produto Interno Bruto (PIB), com mais de 20 milhões de empregados. “Precisamos articular com diversos parceiros a solução de medidas concretas, para fortalecer esse segmento da economia. Precisamos de menos burocracia e mais agilidade”, diz.

PARCERIA – O acordo prevê condições especiais no crédito para capital de giro, investimentos e financiamentos, além de atendimento especializado e benefícios específicos para o segmento. As linhas Crédito Especial Empresa e GiroCaixa oferecem prazo de até 36 meses para pagamento e taxas a partir de 1,52%. O prazo permanece o mesmo, mas com taxa reduzida. No BNDES PROGEREN, com recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o prazo é de até 60 meses, com até 12 meses de carência. As empresas contarão ainda com isenção de três meses na cesta de serviços.

O vice-presidente de Clientes, Negócios e Digital da Caixa, José Henrique Marques da Cruz, avalia que o acordo assinado reafirma o compromisso do banco com as micro e pequenas empresas. “A participação da indústria na economia continua sendo imprescindível para o desenvolvimento do país, o setor começa a mostrar sinais positivos de crescimento, e a participação da Caixa neste processo é muito importante para o avanço da produção brasileira”, diz.

A Caixa receberá indicações das empresas do setor industrial pelo Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC) das federações estaduais das indústrias e iniciará o processo de atendimento aos empresários de acordo com o perfil apresentado e região de atuação. A adesão está condicionada à aprovação do crédito e ao grau de relacionamento do cliente com o banco.

DOCUMENTAÇÃO – Os empresários do segmento industrial deverão apresentar, em sua agência de relacionamento, o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), documento constitutivo da empresa, documento dos sócios, declaração do Imposto de Renda Pessoa Física ( IRPF) dos sócios e do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) da empresa juntamente com os respectivos recibos e declaração de faturamento dos últimos 12 meses.

Por Adriana Nicácio
Da Agência CNI de Notícias

parceirosA Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Caixa Econômica Federal firmaram acordo de cooperação para ampliar o acesso ao crédito e aumentar a competitividade das micro, pequenas e médias empresas do segmento indústria. A assinatura ocorreu durante o 4º Seminário Pense nas Pequenas Primeiro, na sede da CNI, em Brasília.

Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, é fundamental definir um programa microeconômico que reduza os custos das empresas, aumente sua produtividade e melhore o ambiente de negócios. “Neste momento, a atuação de nossas entidades se torna ainda mais necessária para que os pequenos negócios avancem. O acesso à informação, aos mercados e ao crédito é seu maior desafio. O acesso ao crédito é primordial na retomada do crescimento. A crise exauriu os recursos próprios das empresas”, afirma.

Robson Braga de Andrade alerta para a pesquisa da CNI que mostrou que o acesso ao financiamento tem sido insuficiente para as necessidades das empresas, como impactos na perda de oportunidades de negócios, no atraso no pagamento de fornecedores e, também, no recolhimento de impostos.

Presidente do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da CNI, Amaro Sales, lembra que as micro e pequenas empresas representam mais de 23 milhões de empreendedores, são 27% do Produto Interno Bruto (PIB), com mais de 20 milhões de empregados. “Precisamos articular com diversos parceiros a solução de medidas concretas, para fortalecer esse segmento da economia. Precisamos de menos burocracia e mais agilidade”, diz.

PARCERIA – O acordo prevê condições especiais no crédito para capital de giro, investimentos e financiamentos, além de atendimento especializado e benefícios específicos para o segmento. As linhas Crédito Especial Empresa e GiroCaixa oferecem prazo de até 36 meses para pagamento e taxas a partir de 1,52%. O prazo permanece o mesmo, mas com taxa reduzida. No BNDES PROGEREN, com recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o prazo é de até 60 meses, com até 12 meses de carência. As empresas contarão ainda com isenção de três meses na cesta de serviços.

O vice-presidente de Clientes, Negócios e Digital da Caixa, José Henrique Marques da Cruz, avalia que o acordo assinado reafirma o compromisso do banco com as micro e pequenas empresas. “A participação da indústria na economia continua sendo imprescindível para o desenvolvimento do país, o setor começa a mostrar sinais positivos de crescimento, e a participação da Caixa neste processo é muito importante para o avanço da produção brasileira”, diz.

A Caixa receberá indicações das empresas do setor industrial pelo Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC) das federações estaduais das indústrias e iniciará o processo de atendimento aos empresários de acordo com o perfil apresentado e região de atuação. A adesão está condicionada à aprovação do crédito e ao grau de relacionamento do cliente com o banco.

DOCUMENTAÇÃO – Os empresários do segmento industrial deverão apresentar, em sua agência de relacionamento, o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), documento constitutivo da empresa, documento dos sócios, declaração do Imposto de Renda Pessoa Física ( IRPF) dos sócios e do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) da empresa juntamente com os respectivos recibos e declaração de faturamento dos últimos 12 meses.

Por Adriana Nicácio
Da Agência CNI de Notícias