Acervo do Museu Casa Pedro Américo em Areia será digitalizado

digitalTodo o acervo do Museu Casa Pedro Américo, de Areia, está passando por um processo de digitalização, o que deve democratizar o acesso ao trabalho do artista plástico paraibano. O trabalho está sendo desenvolvido por professores da Universidade Federal da Paraíba e da Universidade Federal do Maranhão, com a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Professor Silvano Alves Bezerra, da UFMA, é um importante pesquisador da história e da arte de Pedro Américo. Ele está catalogando as obras, junto com a professora Marta Bezerra, da UFPB, e transformando os trabalhos do pintor areiense em arquivos digitais. A digitalização começou nesta quinta-feira, 29, dia de São Pedro, e segue até a sexta, 30. Depois de concluído o trabalho, os materiais ficarão disponíveis para os pesquisadores na Secretaria de Cultura e Turismo de Areia, que funciona na Casa José Rufino, no Centro.
O professora Silvano Alves dedica mais de 20 anos da vida a pesquisar sobre a obra e a história de Pedro Américo de Figueiredo e Melo. Ele está montando uma coletânea com 25 títulos de livros, alguns escritos pelo próprio Pedro Américo, que estão sendo relançados, e outros títulos escritos por outros autores sobre Pedro Américo. Alguns dos livros já publicados foram lançados em Areia no mês de abril.
“A ideia é resgatar a história desse artista, que é um dos principais da cultura nacional, já que o que se sabe dele é muito pouco e seus títulos publicados ficaram parados apenas nas primeiras edições”, disse Silvano. O Museu Casa Pedro Américo, que funciona onde o artista morou na sua infância, guarda informações importantes sobre ele e obras, como o quadro do “Cristo Morto”.
Pedro Américo é um dos nomes mais significativos das artes plásticas do país, notadamente reconhecido pelo quadro “O Grito do Ipiranga”. Mas ele também foi professor universitário no Brasil e na Bélgica, caricaturista, ensaísta, líder trabalhista, romancista e deputado na primeira Câmara Federal republicana. “Ele é considerado o primeiro doutor do Brasil”, disse o pesquisador Daniel Duarte.

Diretoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Areia
Site: http: areia.pb.gov.br
Facebook: facebook.com/PMAoficial
Contato: 3362-2288

digitalTodo o acervo do Museu Casa Pedro Américo, de Areia, está passando por um processo de digitalização, o que deve democratizar o acesso ao trabalho do artista plástico paraibano. O trabalho está sendo desenvolvido por professores da Universidade Federal da Paraíba e da Universidade Federal do Maranhão, com a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Professor Silvano Alves Bezerra, da UFMA, é um importante pesquisador da história e da arte de Pedro Américo. Ele está catalogando as obras, junto com a professora Marta Bezerra, da UFPB, e transformando os trabalhos do pintor areiense em arquivos digitais. A digitalização começou nesta quinta-feira, 29, dia de São Pedro, e segue até a sexta, 30. Depois de concluído o trabalho, os materiais ficarão disponíveis para os pesquisadores na Secretaria de Cultura e Turismo de Areia, que funciona na Casa José Rufino, no Centro.
O professora Silvano Alves dedica mais de 20 anos da vida a pesquisar sobre a obra e a história de Pedro Américo de Figueiredo e Melo. Ele está montando uma coletânea com 25 títulos de livros, alguns escritos pelo próprio Pedro Américo, que estão sendo relançados, e outros títulos escritos por outros autores sobre Pedro Américo. Alguns dos livros já publicados foram lançados em Areia no mês de abril.
“A ideia é resgatar a história desse artista, que é um dos principais da cultura nacional, já que o que se sabe dele é muito pouco e seus títulos publicados ficaram parados apenas nas primeiras edições”, disse Silvano. O Museu Casa Pedro Américo, que funciona onde o artista morou na sua infância, guarda informações importantes sobre ele e obras, como o quadro do “Cristo Morto”.
Pedro Américo é um dos nomes mais significativos das artes plásticas do país, notadamente reconhecido pelo quadro “O Grito do Ipiranga”. Mas ele também foi professor universitário no Brasil e na Bélgica, caricaturista, ensaísta, líder trabalhista, romancista e deputado na primeira Câmara Federal republicana. “Ele é considerado o primeiro doutor do Brasil”, disse o pesquisador Daniel Duarte.

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