Primeiro-ministro iraquiano proclama vitória contra Estado Islâmico em Mossul

mossulO primeiro-ministro iraquiano, Haider Al-Abadi, proclamou neste domingo (9) a vitória de seu exército em Mossul, cidade “libertada” após uma batalha de quase nove meses contra os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI), anunciou seu gabinete em um comunicado.
Segundo o comunicado, Abadi foi a Mossul se encontrar com os soldadados, e cumprimentá-los pela vitória. A batalha deixou a cidade em ruínas e matou milhares de civis. A ONU afirma que cerca de 915 mil pessoas fugiram desde outubro de 2016, e 700 mil continuam fora de suas casas. Aos poucos, os sobreviventes tentam retornar às suas residências, e narram cenas de horror vividas nas ruas da cidade.
Nas últimas horas, comandantes militares do Iraque vinham afirmando que a retirada da cidade das mãos dos extremistas era iminente. Já o Estado Islâmico tinha prometido “lutar até a morte” em Mossul.
Mesmo antes da declaração formal de vitória, dezenas de soldados iraquianos comemoraram entre os destroços às margens do Rio Tigris neste sábado (8), alguns dançando ao som da música que tocava em um caminhão e atirando metralhadoras para o ar, afirmou um correspondente da Reuters.
O clima estava menos festivo, no entanto, entre os aproximadamente um milhão de habitantes de Mossul deslocados por meses de combates, muitos dos quais estão vivendo em acampamentos no lado de fora da cidade, com pouca proteção do calor do verão.
“Se não houver reconstruções, e as pessoas não voltarem para suas casas e recuperarem seus pertences, qual o significado da libertação?”, disse à Reuters Mohammed Haji Ahmed, 43 anos, um vendedor de roupas, no acampamento de Hassan Sham, ao leste de Mossul.

Coalizão
Uma coalizão liderada pelos Estados Unidos está fornecendo apoio aéreo e terrestre na campanha de oito meses para recuperar Mossul, de longe a maior cidade tomada pelo Estado Islâmico, em 2014.
Há quase três anos, o líder do grupo extremista Abu Bakr al-Baghdadi declarou, de Mossul, um “califado”, juntando partes do Iraque e da Síria.
G1

mossulO primeiro-ministro iraquiano, Haider Al-Abadi, proclamou neste domingo (9) a vitória de seu exército em Mossul, cidade “libertada” após uma batalha de quase nove meses contra os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI), anunciou seu gabinete em um comunicado.
Segundo o comunicado, Abadi foi a Mossul se encontrar com os soldadados, e cumprimentá-los pela vitória. A batalha deixou a cidade em ruínas e matou milhares de civis. A ONU afirma que cerca de 915 mil pessoas fugiram desde outubro de 2016, e 700 mil continuam fora de suas casas. Aos poucos, os sobreviventes tentam retornar às suas residências, e narram cenas de horror vividas nas ruas da cidade.
Nas últimas horas, comandantes militares do Iraque vinham afirmando que a retirada da cidade das mãos dos extremistas era iminente. Já o Estado Islâmico tinha prometido “lutar até a morte” em Mossul.
Mesmo antes da declaração formal de vitória, dezenas de soldados iraquianos comemoraram entre os destroços às margens do Rio Tigris neste sábado (8), alguns dançando ao som da música que tocava em um caminhão e atirando metralhadoras para o ar, afirmou um correspondente da Reuters.
O clima estava menos festivo, no entanto, entre os aproximadamente um milhão de habitantes de Mossul deslocados por meses de combates, muitos dos quais estão vivendo em acampamentos no lado de fora da cidade, com pouca proteção do calor do verão.
“Se não houver reconstruções, e as pessoas não voltarem para suas casas e recuperarem seus pertences, qual o significado da libertação?”, disse à Reuters Mohammed Haji Ahmed, 43 anos, um vendedor de roupas, no acampamento de Hassan Sham, ao leste de Mossul.

Coalizão
Uma coalizão liderada pelos Estados Unidos está fornecendo apoio aéreo e terrestre na campanha de oito meses para recuperar Mossul, de longe a maior cidade tomada pelo Estado Islâmico, em 2014.
Há quase três anos, o líder do grupo extremista Abu Bakr al-Baghdadi declarou, de Mossul, um “califado”, juntando partes do Iraque e da Síria.
G1