Ministério da Integração denuncia desvios de água da transposição no trecho da PB

Agricultores estão desviando água da Transposição do Rio São Francisco no trecho entre o leito do Rio Paraíba em Monteiro, no Cariri paraibano, até o açude de Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande e mais 18 municípios. A denúncia é do Ministério da Integração e foi oficializada na segunda-feira (7) na delegacia de Sumé, também no Cariri, onde foram encontrados aterramentos dentro do leito do rio.
De acordo com a denúncia, a estimativa é que as ligações não autorizadas já tenham desviado cerca de 20 milhões de metros cúbicos de água ao longo de mais de 100 Km do leito do Rio Paraíba.
O diretor da Agência Executiva de Gestão da Águas (Aesa), João Fernandes, informou que o órgão tem realizado uma rigorosa fiscalização no leito do Rio Paraíba e que está proibida a irrigação com água da transposição. Contudo, ele deixou claro que é permitido por lei que os moradores ribeirinhos façam uso da água, desde que seja um uso de pouca expressão.
No mês de julho, o açude de Boqueirão registrou o menor aporte hídrico desde as chegada das águas do Rio São Francisco. Em 31 dias, o manancial registrou menos de 1% no aumento do volume de água. Além disso, a vazão da água que chega na bacia do açude é de apenas 2,9 m³/s, sendo que no espelho dágua este número diminui para 1,42 m³/s. Uma realidade que, segundo o Ministério da Integração, pode ser explicada com os desvios irregulares.
Já para o presidente da Aesa a baixa vazão de água no açude de Boqueirão tem como causa principal uma bomba quebrada na estação elevatória cinco, que fica localizada no município de Custódia, no Pernambuco.
G1

Agricultores estão desviando água da Transposição do Rio São Francisco no trecho entre o leito do Rio Paraíba em Monteiro, no Cariri paraibano, até o açude de Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande e mais 18 municípios. A denúncia é do Ministério da Integração e foi oficializada na segunda-feira (7) na delegacia de Sumé, também no Cariri, onde foram encontrados aterramentos dentro do leito do rio.
De acordo com a denúncia, a estimativa é que as ligações não autorizadas já tenham desviado cerca de 20 milhões de metros cúbicos de água ao longo de mais de 100 Km do leito do Rio Paraíba.
O diretor da Agência Executiva de Gestão da Águas (Aesa), João Fernandes, informou que o órgão tem realizado uma rigorosa fiscalização no leito do Rio Paraíba e que está proibida a irrigação com água da transposição. Contudo, ele deixou claro que é permitido por lei que os moradores ribeirinhos façam uso da água, desde que seja um uso de pouca expressão.
No mês de julho, o açude de Boqueirão registrou o menor aporte hídrico desde as chegada das águas do Rio São Francisco. Em 31 dias, o manancial registrou menos de 1% no aumento do volume de água. Além disso, a vazão da água que chega na bacia do açude é de apenas 2,9 m³/s, sendo que no espelho dágua este número diminui para 1,42 m³/s. Uma realidade que, segundo o Ministério da Integração, pode ser explicada com os desvios irregulares.
Já para o presidente da Aesa a baixa vazão de água no açude de Boqueirão tem como causa principal uma bomba quebrada na estação elevatória cinco, que fica localizada no município de Custódia, no Pernambuco.
G1