Temer reúne poucos votos a favor da reforma da Previdência

ficcaoO final de semana serviu para os aliados de Michel Temer (PMDB) avaliarem a força do capital político do presidente e calcular os possíveis votos para aprovar a reforma da Previdência. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, um deputado contabilizou que o governo tem apenas 150 votos certos em apoio às novas regras de aposentadoria.
Nesta segunda-feira (14), o mapeamento será entregue ao presidente.
A publicação destaca que, antes da denúncia, o governo contava 255 apoios à Previdência. No entanto, 105 deles votaram pelo afastamento de Temer e agora são considerados incógnitas quanto às mudanças na aposentadoria.
O Planalto deve cruzar as estimativas para definir a política de redistribuição de cargos do governo. A equipe de Temer avalia que Temer deve adiar o corte de cargos de integrantes da base que já foram simpáticos às novas regras, mas votaram a favor da denúncia de Janot.
Enquanto isso, a divisão de cargos que foram retirados de deputados que votaram pelo afastamento de Temer está criando problemas para o Planalto. Alguns partidos estão reivindicando a nomeação para um mesmo posto.
Um exemplo é o comando da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), que foi reivindicado pelo PP e também por aliados do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O cargo fico para o DEM.
MSN

ficcaoO final de semana serviu para os aliados de Michel Temer (PMDB) avaliarem a força do capital político do presidente e calcular os possíveis votos para aprovar a reforma da Previdência. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, um deputado contabilizou que o governo tem apenas 150 votos certos em apoio às novas regras de aposentadoria.
Nesta segunda-feira (14), o mapeamento será entregue ao presidente.
A publicação destaca que, antes da denúncia, o governo contava 255 apoios à Previdência. No entanto, 105 deles votaram pelo afastamento de Temer e agora são considerados incógnitas quanto às mudanças na aposentadoria.
O Planalto deve cruzar as estimativas para definir a política de redistribuição de cargos do governo. A equipe de Temer avalia que Temer deve adiar o corte de cargos de integrantes da base que já foram simpáticos às novas regras, mas votaram a favor da denúncia de Janot.
Enquanto isso, a divisão de cargos que foram retirados de deputados que votaram pelo afastamento de Temer está criando problemas para o Planalto. Alguns partidos estão reivindicando a nomeação para um mesmo posto.
Um exemplo é o comando da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), que foi reivindicado pelo PP e também por aliados do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O cargo fico para o DEM.
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